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Achei por acaso, deixo uma pequena amostra aqui, e quem quiser ler na integra, entra no site.. vale a pena o clique…

Podem criar teorias sobre o meu comportamente, o medo, os traumas, o que quer que seja, eu não quero pertencer a ninguém. Amor é angústia, é sufocamento e perdição. E há algo de repugnante no desespero da paixão. Quando o ser-humano perde a razão, quando berra e implora ao mesmo tempo, quando chora e agride, ama e odeia. Todos já viram a violência e desespero de quem ama demais, e a margem que separa o amor e o ódio não passa de uma linha no chão do oceano, longe dos olhos e da razão. A capacidade de compreensão não existe dentro do amor. Amor é vil, envenena, como uma droga, mas te vicia, num vício descontrolado que te faz desejar a overdose, que acabe logo com você para ter fim toda essa angústia.

Quem está ai

Não quero abrir a porta, nem as janelas

Não quero ninguém ao meu lado

Porque insiste?

O que quer de mim?

Estou apenas solitário, me sinto bem

Não preciso do seu toque, do seu calor

Seja você quem for

A escuridão cobre as marcas em meu corpo

E a luz do dia fere meus olhos

Deixe-me em meu mundo

Vá embora, lhe peço

Será melhor para mim, para você

Segue seu caminho e deixe-me em meu tumulo

Estou quieto, não lhe incomodo

Porque você vem me incomodar?

Meu silencio te agride?

A mim ele protege

Protege-me do que sou, do que és

E principalmente

Protege-me do que eu posso me tornar

Não quero ver ninguém

Nem mesmo quero me ver

Hoje não sou o que sou

Hoje não penso, não existo

Porque bates em uma porta vazia?

Não há nada aqui para ver

Não há um corpo, não há sangue

Nem ao menos existe vida

Vá embora, deixe-me, esqueça-me

Não me torture com o seu chamado

Nada sou, e nada mais posso ouvir…

No quinto dia, sempre graças ao carneiro, este segredo da vida do pequeno príncipe me foi de súbito revelado. Pergunto-me, sem preâmbulo, como se fora o fruto de um problema muito tempo meditado em silêncio:

– Um carneiro, se come arbusto, come também as flores?
– Um carneiro come tudo que encontra.
– Mesmo as flores que tenham espinho?
– Sim. Mesmo as que têm.
– Então… para que servem os espinhos?

Rosa 1Eu não sabia. Estava ocupadíssimo naquele instante, tentando desatarraxar do motor um parafuso muito apertado. Minha pane começava parecer demasiado grave, e em, breve já não teria água para beber…

– Para que servem os espinhos?

O principezinho jamais renunciava a uma pergunta, depois que a tivesse feito. Mas eu estava irritado com o parafuso e respondi qualquer coisa:

– Espinho não serve para nada. São pura maldade das flores.
– Oh!

Mas após um silêncio, ele me disse com uma espécie de rancor:

– Não acredito! As flores são fracas. Ingênuas. Defendem-se como podem. Elas se julgam terríveis com os seus espinhos…

Não respondi. Naquele instante eu pensava: “Se esse parafuso ainda resiste, vou fazê-lo saltar a martelo”. O principezinho perturbou-me de novo as reflexões:

– E tu pensas então que as flores…
– Ora! Eu não penso nada. Eu respondi qualquer coisa. Eu só me ocupo com coisas sérias!

Ele olhou-me estupefato:

– Coisas sérias!

Via-me, martelo em punho, dedos sujos de graxa, curvado sobre um feio objeto.

– Tu falas como as pessoas grandes!

Senti um pouco de vergonha. Mas ele acrescentou, implacável:

– Tu confundes todas as coisas… Misturas tudo!

Estava realmente muito irritado. Sacudia ao vento cabelos de ouro:

– Eu conheço um planeta onde há um sujeito vermelho, quase roxo. Nunca cheirou uma flor. Nunca olhou uma estrela. Nunca amou ninguém. Nunca fez outra coisa senão somas. E o dia todo repete como tu: “Eu sou um homem sério! Eu sou um homem sério!” e isso o faz inchar-se de orgulho. Mas ele não é um homem; é um cogumelo!

– Um o quê?
– Um cogumelo!

O principezinho estava agora pálido de cólera.

Rosa 2– Há milhões e milhões de anos que as flores fabricam espinhos. Há milhões e milhões de anos que os carneiros as comem, apesar de tudo. E não será sério procurar compreender por que perdem tanto tempo fabricando espinhos inúteis? Não terá importância a guerra dos carneiros e das flores? Não será mais importante que as contas do tal sujeito? E se eu, por minha vez, conheço uma flor única no mundo, que só existe no meu planeta, e que um belo dia um carneirinho pode liquidar num só golpe, sem avaliar o que faz, – isto não tem importância?!

Corou um pouco, e continuou em seguida:

– Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões e milhões de estrelas, isso basta para que seja feliz quando a contempla. Ele pensa: “Minha flor está lá, nalgum lugar…” Mas se o carneiro come a flor, é para ele, bruscamente, como se todas as estrelas se apagassem! E isto não tem importância!

Não pôde dizer mais nada. Pôs-se bruscamente a soluçar. A noite caíra. Larguei as ferramentas. Ria-me do martelo, do parafuso, da sede e da morte. Havia numa estrela, num planeta, o meu, a Terra, um principezinho a consolar! Tomei-o nos braços. Embalei-o. E lhe dizia: “A flor que tu amas não está em perigo… Vou desenhar uma pequena mordaça para o carneiro… Uma armadura para a flor… Eu…”. Eu não sabia o que dizer. Sentia-me desajeitado. Não sabia como atingi-lo, onde encontrá-lo… É tão misterioso, o país das lágrimas!

::: Continua ———

Você surgiu como suave melodia trazida pela brisa; dilatou-se no silêncio de minha alma e fez-se moldura em meu viver.
Isso se chama ventura…

Há algo em você que transparece num olhar, como estrela no céu atapetado de astros e exterioriza-se num sorriso como canção tocada na harpa dos ventos. 
Isso se chama ternura…
 
Sem olhar, você me percebe, sem falar você me diz, sem me tocar você me abraça…
Isso se chama sensibilidade…
 
Quando me perco em labirintos escuros você me mostra o caminho de volta..
Quando exponho meus tantos defeitos, você faz de conta que não nota…
Se enlouqueço, você me devolve a razão…
Isso se chama compaixão…
 
Nos dias em que as horas passam lentas, sem graça e sem luz, nos seus braços eu encontro alento.
Quando os dias alegres de verão partem e em seu lugar chega o outono, cobrindo o chão com folhas secas, e o verde exuberante cede lugar ao cinza, nos seus braços encontro harmonia.
Isso se chama aconchego…
 
Quando você está longe, no espelho da saudade eu vejo refletida a certeza do reencontro.
Nas noites sem estrelas, quando a escuridão envolve tudo em seu manto negro, você me aponta a carruagem da madrugada, que vem despertar o dia com suas carícias de luz..
Isso se chama esperança.
 
Quando as marés dos problemas parecem tragar em suas ondas as minhas forças, em seus braços encontro reconforto.
Se as amarguras pairam sobre meus dias, trazendo desgosto e dor, sua presença me traz tranqüilidade.
Você é um raio de sol, nos dias escuros…
É ave graciosa que enfeita a amplidão azul…
Você é alma e é coração.
É poema e é canção…
É ternura e dedicação…
Nada impõe, tudo compreende, tudo perdoa…
Sua companhia é doce melodia, é convite a viver…
… E, tudo isso se chama amor!
 
Surge depois que as nuvens ilusórias da paixão se desvanecem.
Que a alma se mostra nua, sem enfeites, sem fantasias, sem máscaras…
O amor é esse sentimento que brota todos os dias, como uma flor que explode de um botão ao mais sutil beijo do sol…
Isso, sim, se chama amor…

Morte de um inocente

Eu fui a uma festa, mãe.
Eu lembrei o que você disse.
Você disse para eu não beber e eu não bebi.
Eu me senti orgulhosa de mim, como você disse que eu me sentiria.
Antes de dirigir, eu não bebi, mãe, embora alguns amigos insistissem para
que eu bebesse.
Eu agi certo, mãe, e sei que você sempre esteve certa.
A festa foi acabando, mãe, e os amigos foram saindo.
Quando eu entrei no carro, eu acreditei que logo chegaria em casa e inteira!
Isso pôr causa do jeito responsável e doce que você me criou.
Eu dei partida, mãe, e assim que entrei na avenida, um outro carro não me
viu, bateu forte e eu fui lançada para fora.
Aqui no solo da avenida, enquanto o socorro não vinha, eu escutei um
policial dizer que o outro motorista estava bêbado, mãe, e agora sou eu que
pago pôr isso.
Estou morrendo aqui, mãe.
Eu gostaria que você chegasse logo.
Como isso pôde me acontecer, mãe?
Minha vida simplesmente se queimar como um balão?
Há sangue pôr toda parte, mãe, e a maior parte é o meu sangue.
Eu agora escuto o médico dizer que morrerei em poucos minutos.
Eu só queria lhe dizer, mãe, jurar que eu não bebi!
Os outros, sim, mãe.
Eles não pensaram.
Aquele que me atingiu, provavelmente estava na mesma festa.
A diferença, mãe, é que ele bebeu e eu é que vou morrer.
Pôr que há gente assim, mãe?
Eles não percebem que podem arruinar a própria vida?
Estou sentindo dores agudas, mãe.
O cara que me atingiu está andando e eu não consigo achar isso justo.
Eu morrendo e tudo que ele faz é ficar parado me olhando.
Diga ao meu irmão para não chorar e para o papai não ficar bravo comigo.
E quando eu partir, mãe, ponha flores do campo no meu sepulcro.
Alguém deveria ter avisado esse cara para não beber antes de dirigir.
Se ele não tivesse bebido, eu ainda poderia continuar viva !
Minha respiração está enfraquecendo, mãe.
Estou ficando com medo.
Por favor, não chore por mim, mãe.
Sempre que eu precisei, você não falhou.
Eu só tenho uma última pergunta, mãe, antes de me despedir:
Eu não bebi antes de dirigir, então pôr que sou eu a morrer?
Este é o fim, mãe.
Eu gostaria de poder olhar nos seus olhos para dizer estas palavras finais:
Eu te amo…e…adeus!…

…Vou a a partir de agora, dar atenção exclusiva apenas para as coisas que realmente valem a pena, que possam de alguma forma apresentar um retorno que me interesse……

Vivia minha vida antes, como um jogo, onde as peças se moviam e eu sempre tinha um adversário a minha frente…. e sempre tinha o controle de minhas jogadas, até que um dia eu perdi…. agora, decidi mudar meu modo de viver… minha vida atual é um negócio… não faço nada, para ninguém, sem que eu possa estar recebendo um resultado positivo…… chega de ficar oferecendo o mundo para quem não merece nem um grão de areia…. começarei a dar mais prioridade para quem realmente vale a pena….

Espero que a partir de agora, eu possa realmente começar a viver, e a conquistar sonhos mais altos…. principalmente na minha vida particular……

Logo passarei pelo meu renascimento… e então, estarei preparado para enfrentar as novas batalhas que se aproximam……

Sinto a morte cada vez mais perto
Sinto a morte em seus beijos
Em seu olhar
Sinto a morte em teus gestos
Nas sombras das paredes
Nas ruas desertas e sem vida
Nos becos sem saída
Nas almas ainda vivas
Que não sabem para onde ir
Que não se importam em fugir

Sinto a morte ao meu lado
No desejo de palavras não ditas
No escuro do quarto
Na névoa tênue e fria
Que atravessa o vão da janela
Que insiste em permanecer aberta
Por onde entra também seu perfume
Já esquecido no tempo
Quando ainda o sangue corria
Entre nossos corpos, ardentes,
Sinto a morte dentro de mim
Em cada pensamento furtivo
Em cada desejo contido
Em cada segredo omitido
Sugando os resíduos de minha vitae
Deixando apenas um corpo esquecido
Ou um cigarro inacabado
Jogado ao chão imundo
Onde nada tem mais sentido
Apenas a morte, perto, me seguindo…

Sete Cidades 

(Letra: Renato Russo – Música: Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá)

Já me acostumei com a tua voz.
Com teu rosto e teu olhar.
Me partiram em dois.
E procuro agora o que é minha metade.
Quando não estás aqui.
Sinto falta de mim mesmo.
E sinto falta do meu corpo junto ao teu.
Meu coração
É tão tosco e tão pobre.
Não sabe ainda os caminhos do mundo.
Quando não estás aqui.
Tenho medo de mim mesmo.
E sinto falta do teu corpo junto ao meu.
Vem depressa pra mim que eu não sei esperar.
Já fizemos promessas demais.
E já me acostumei com a tua voz.
Quando estou contigo estou em paz.
Quando não estás aqui.
Meu espirito se perde, voa longe.
Longe, longe.

Twittando por ai…

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Musicas – Last.FM

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