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Casais que jogam videogame juntos estão mais preparados para os desafios e tribulações de manter o relacionamento, pois dividem o mesmo tempo e atenção entre o companheiro e a sua segunda paixão, os games.

Segundo uma pesquisa da Kelton Research encomendada pela Game Crazy, a chave para um relacionamento duradouro pode ser simplesmente passar um bom tempo em uma atividade na qual o casal pode se divertir junto, jogando videogame por exemplo.

Dentre os jogos preferidos entre os casais está o “Wii Sports”, “Mario Kart” e musicais, como “Rock Band” ou “Guitar Hero.” Os jogos que envolvem trabalho em equipe são a escolha de 25% dos “apaixonados”.

Porém, quando a competição entra em jogo, a história muda. Enquanto 44% dos homens declaram que deixam sua parceira ganhar, as mulheres tendem a jogar mais agressivamente que os homens. Aproximadamente 80% delas dizem que jogam para vencer.

Jogar videogame pode ser extremamente benéfico para a relação porque promove uma aproximação, ajudando a refinar a capacidade de resolver problemas juntos e, o mais importante, se divertir e dar risada um com do outro, disse Diana Kirschner, autora da pesquisa.

Cerca de 61% dos americanos concordam que jogar videogame é algo que o casal pode fazer juntos. Em tempos de crise econômica, esta será a opção mais barata escolhida por 21% dos entrevistados para passar o próximo Valentine’s Day, o dia dos namorados nos Estados Unidos, comemorado dia 14 de fevereiro.

Ivy Yup, editora da GamePro, dos EUA

 

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M – Onde você vai?
H – Vou sair um pouco.
M – Vai de carro?
H – Sim.
M – Tem gasolina?
H – Sim… coloquei.
M – Vai demorar?
H – Não… coisa de uma hora.
M – Vai a algum lugar específico?
H – Não… só rodar por aí.
M – Não prefere ir a pé?
H – Não… vou de carro.
M – Traz um sorvete pra mim!
H – Trago… que sabor?
M – Manga.
H – Ok… na volta eu passo e compro.
M – Na volta?
H – Sim… senão derrete.
M – Passa lá, compra e deixa aqui.
H – Não… melhor não! Na volta… é rápido!
M – Ahhhhh!
H – Quando eu voltar eu tomo com você!
M – Mas você não gosta de manga!
H – Eu compro outro… de outro sabor.
M – Aí fica caro… traz de cupuaçu!
H – Eu não gosto também.
M – Traz de chocolate… nós dois gostamos.
H – Ok! Beijo… volto logo…
M – Ei!
H – O que?
M – Chocolate não… Flocos…
H – Não gosto de flocos!
M – Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.
H – Foi o que sugeri desde o começo!
M – Você está sendo irônico?
H – Não… tô não! Vou indo.
M – Vem aqui me dar um beijo de despedida!
H – Querida! Eu volto logo… depois.
M – Depois não… quero agora!
H – Tá bom! (Beijo.)
M – Vai com o seu ou com o meu carro?
H – Com o meu.
M – Vai com o meu… tem cd player… o seu não!
H – Não vou ouvir música… vou espairecer…
M – Tá precisando?
H – Não sei… vou ver quando sair!
M – Demora não!
H – É rápido… (Abre a porta de casa.)
M – Ei!
H – Que foi agora?
M – Nossa!!! Que grosso! Vai embora!
H – Calma… estou tentando sair e não consigo!
M – Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
H – O que quer dizer?
M – Nada… nada não!
H – Vem cá… acha que estou te traindo?
M – Não… claro que não… mas sabe como é?
H – Como é o quê?
M – Homens!
H – Generalizando ou falando de mim?
M – Generalizando.
H – Então não é meu caso… sabe que eu não faria isso!
M – Tá bom… então vai.
H – Vou.
M – Ei!
H – Que foi, cacete?
M – Leva o celular, estúpido!
H – Prá quê? Prá você ficar me ligando?
M – Não… caso aconteça algo, estará com celular.
H – Não… pode deixar…
M – Olha… desculpa pela desconfiança… estou com saudade… só isso!
H – Ok meu amor… Desculpe-me se fui grosso. Tá.. eu te amo!
M – Eu também!
M – Posso futricar no seu celular?
H – Prá quê?
M – Sei lá! Joguinho!
H – Você quer meu celular prá jogar?
M – É.
H – Tem certeza?
M – Sim.
H – Liga o computador… lá tem um monte de joguinhos!
M – Não sei mexer naquela lata velha!
H – Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
M – Tá.. ok… então leva o celular senão eu vou futricar…
H – Pode mexer então… não tem nada lá mesmo…
M – É?
H – É.
M – Então onde está?
H – O quê?
M – O que deveria estar no celular mas não está…
H – Como!?
M – Nada! Esquece!
H – Tá nervosa?
M – Não… tô não…
H – Então vou!
M – Ei!
H – Que ééééééé?
M – Não quero mais sorvete não!
H – Ah é?
M – É!
H – Então eu também não vou sair mais não!
M – Ah é?
H – É.
M – Oba! Vai ficar comigo?
H – Não vou não… cansei… vou dormir!
M – Prefere dormir do que ficar comigo?
H – Não… vou dormir, só isso!
M – Está nervoso?
H – Claro, porra!!!
M – Por que você não vai dar uma volta para espairecer?

– Luis Fernando Veríssimo.

Achei por acaso, deixo uma pequena amostra aqui, e quem quiser ler na integra, entra no site.. vale a pena o clique…

Podem criar teorias sobre o meu comportamente, o medo, os traumas, o que quer que seja, eu não quero pertencer a ninguém. Amor é angústia, é sufocamento e perdição. E há algo de repugnante no desespero da paixão. Quando o ser-humano perde a razão, quando berra e implora ao mesmo tempo, quando chora e agride, ama e odeia. Todos já viram a violência e desespero de quem ama demais, e a margem que separa o amor e o ódio não passa de uma linha no chão do oceano, longe dos olhos e da razão. A capacidade de compreensão não existe dentro do amor. Amor é vil, envenena, como uma droga, mas te vicia, num vício descontrolado que te faz desejar a overdose, que acabe logo com você para ter fim toda essa angústia.

– Os homens, disse o principezinho, se enfurnam nos rápidos, mas não sabem o que procuram. Então eles se agitam, ficam rodando à toa…

E acrescentou:

– E isso não adianta…

O poço a que tínhamos chegado não se parecia de forma alguma com os poços do Saara. Os poços do Saara são simples buracos na areia. Aquele, parecia um poço de aldeia. Mas não havia ali aldeia alguma, e eu julgava sonhar.

– É estranho, disse eu ao principezinho, tudo está preparado: a roldana, o balde e a corda.

Ele riu, pegou a corda, fez girar a roldana. E a roldana gemeu como gemem os velhos cata-ventos quando o vento dormiu por muito tempo.

– Tu escutas? disse o príncipe. Estamos acordando o poço, ele canta…

Eu não queria que ele fizesse esforço:

– Deixa que eu puxe, disse eu, é muito pesado para o teu tamanho.

Lentamente, icei o balde até em cima, e o instalei com cuidado na borda do poço. Nos meus ouvidos permanecia ainda o canto da roldana, e na água, que ainda brilhava, via tremer o sol.

– Tenho sede dessa água, disse o principezinho. Dá-me de beber…

E eu compreendi o que ele havia buscado!

Levantei-lhe o balde até a boca. Ele bebeu, de olhos fechados. Era doce como uma festa. Essa água era muito mais que alimento. Nascera da caminhada sob as estrelas, do canto da roldana, do esforço do meu braço. Era boa para o coração, como um presente. Quando eu era pequeno, todo o esplendor do presente de Natal estava também na luz da árvore, na música da missa de meia-noite, na doçura dos risos…

– Os homens do teu planeta, disse o principezinho, cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim… e não encontram o que procuram…

– Não encontram, respondi…

– E no entanto o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa, ou num pouquinho d’água…

– É verdade.

E o principezinho acrescentou:

– Mas os olhos são cegos. É preciso buscar com o coração…

Eu havia bebido. Respirava facilmente. A areia é cor de mel quando amanhece. E a cor de mel me fazia feliz. Por que haveria eu de estar triste?…

– É preciso, disse baixinho o príncipe, que cumpras a tua promessa. Ele estava, de novo, sentado junto de mim.

– Que promessa?

– Tu sabes… a mordaça do meu carneiro… eu sou responsável pela flor!

Tirei do bolso as minhas tentativas de desenho. O principezinho os viu e disse rindo:

– Teus baobás parecem um pouco repolhos…

– Oh!

Eu estava tão orgulhoso de meus baobás!

– Tua raposa… as orelhas dela… parecem chifres… são compridas demais!

Ele riu outra vez.

– Tu és injusto, meu bem, eu só sabia desenhar jibóias abertas e fechadas…

– Não faz mal, disse ele, as crianças entendem.

Rabisquei, portanto, uma pequena mordaça. Mas sentia, ao entregá-la, um aperto no coração:

– Tu tens projeto que eu ignoro…

Ele não me respondeu. Mas disse:

– Lembras-te da minha queda na Terra? Amanhã será o aniversário…

Depois, após um silêncio, acrescentou:

– Caí pertinho daqui…

E ficou vermelho ao dizê-lo.
E de novo, sem compreender porque, eu sentia um estranho pesar. No entanto, ocorreu-me a pergunta:

– Então não foi por acaso que vagavas sozinho, quando te encontrei, há oito dias, a milhas e milhas de qualquer região habitada! Não estarias voltando ao ponto da queda?

O principezinho ficou vermelho de novo.

E eu acrescentei, hesitando:

– Terá sido por causa do aniversário?…

O principezinho ficou mais vermelho. Não respondia nunca às perguntas. Mas quando a gente fica vermelho, não é o mesmo que dizer “sim”?

– Ah! disse-lhe eu, eu tenho medo…

Mas ele respondeu:

– Tu deves agora trabalhar. Ir em busca do teu aparelho. Espero-te aqui. Volta amanhã de tarde…

Mas eu não estava tranqüilo. Lembrava-me da raposa. A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar…

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Conquiste a cada dia
Para manter o romance em alta, mesmo depois de anos de relacionamento, a dica é apostar em gestos de carinho e sedução
Rose Araujo
Tem casais que, por mais que os anos passem, continuam parecendo dois pombinhos. Vivem abraçados, de mãos dadas, trocando beijos apaixonados. Ao redor deles, há sempre um grupinho se perguntando: “como eles conseguem manter a mesma chama do início do namoro?”.Segundo a personal sex trainer Fátima Moura, autora do livro “Sexo para Mulheres Casadas”, isso é possível depois que as pessoas aprendem que a relação necessita de uma conquista diária. “É preciso voltar à valorização do toque, às descobertas da libido, à sensualidade e ao romantismo”, diz, em seu site (www.-fatimamoura.com.br).

Fátima trabalha como orientadora pessoal de relacionamento há 12 anos, assessorando de forma exclusiva as pessoas que desejam resgatar a auto-estima e a sensualidade. Ela dá a dica para o fazer deste Dia dos Namorados uma redescoberta do amor:

O ninho de amor

• Escolham primeiro o local onde vocês gostariam de ficar 24 horas juntos: vai variar de casal para casal. O certo é que vocês possam ficar sozinhos para se curtir melhor.

• Se o casal for muito baladeiro, ou se a profissão exija que viagem muito, que tal fazer algo diferente em casa: uma decoração especial envolvendo o gosto e a sugestão dos dois. Monte um cardápio sensual para as refeições deste dia.

• Se os dois nunca saem de casa, a escapada rápida pelos arredores da cidade ainda é a melhor pedida. Um chalezinho numa região serrana, um motel cinco estrelas ou até, porque não, aproveitar os últimos dias de sol antes do inverno para curtir uma praia mais deserta no litoral? (Fátima só alerta para que essa pesquisa comece antes, pois alguns locais podem lotar, e aí a procura ficará estressante).

• Os apaixonados nem irão ver as horas passar. Mas para aqueles em que o amor está somente em brasas a dica é jogar mais lenha nesta fogueira. Depois da escolha do local, decore o ambiente junto com o parceiro. Será um quarto árabe, oriental, mais para o lado da sensualidade francesa etc? “Vocês irão perceber que aí já vai crescendo o desejo sexual pela sedução mútua. É um jogo”, diz Fátima.

Estoque para “sobrevivência”

• Escolhido o tema de vocês dois, elejam a trilha sonora para o dia. Essa é uma boa hora para colocar a coleção de CDs favorita em dia

• Depois, vejam qual o arsenal de alimentos que irão precisar, caso fiquem mesmo isolados do mundo: queijos, vinhos, croissants, creme cheese, torradinhas e frutas vermelhas (morangos, uvas, cerejas etc.).

• Que tal um café da manhã reforçado para começar o dia. Depois os dois preparam o almoço, experimentando a cozinha de uma outra forma, assim como no filme “Proposta indecente” ou “9 semanas e ½ de amor”, em que um venda o outro e faz com que ele sinta os diversos sabores, das frutas ao vidro de pimenta?

• Para o jantar, a sugestão é ir para um local exótico, restaurantes temáticos (vejam reservas antecipadas), ou mesmo repetir a brincadeira do almoço. Agora, este é momento ápice do dia. Precisa ser especial, pois vai prescindir os últimos momentos das 24 horas.

Prepare um banho sensual

Enquanto ele ou ela relaxa na cama, prepare o ambiente para o banho, utilizando ingredientes para despertar os cinco sentidos:

• Para a visão: utilize meia-luz; se você quiser, pode incrementar com velas coloridas e aromáticas, bem como pétalas de rosas.

• Para a audição: música suave de fundo.

• Para o paladar: prepare uma cestinha de morangos e outras frutas afrodisíacas à beira da banheira (uva, maçã, cerejas) para degustação durante a sedução.

• Para o tato: esponjas.

• Para o olfato: velas perfumadas. Podem ser usados óleos essenciais, substâncias aromáticas naturais (flores, raízes, frutas). Tenha os perfumes e sais sempre à mão em um recipiente bonito e decorado.

• Não se esqueça das toalhas, que devem ser macias e perfumadas.

• Para aromas mais estimulantes, Fátima recomenda: sândalo, canela, cravo, gengibre, lavanda, ylang-ylang, rosas e jasmins. Estes produtos são facilmente encontrados em qualquer loja de produtos naturais.

Namoro-pimenta

Fátima Moura diz que o relacionamento é como um belo prato: precisa de tempero para ser sempre delicioso e apreciado pelos parceiros. Pensando assim, ela relacionou a pimenta com diversas maneiras de amar e seduzir:

• Pimenta-do-reino – suave e de leve sabor, é utilizada em saladas, e pratos de entrada. Nas artes sensuais seria o componente que diferencia uma relação, mas sem marcar muito. É o sabor que convida as pessoas para o alimento. É sedutor. O delicioso desafio de fazer o outro perceber o que você quer apenas com olhar. Uma maquiagem leve, um perfume diferente, seja no ar ou no corpo. É o que atrai a atenção. Um beijo para despertar quem está dormindo, ou quem chega do trabalho. Sentir os lábios e tentar transmitir seus sentimentos. Por meio desse toque, aventurar-se explorando os pontos mais sensíveis do corpo do outro.

• Pimenta malagueta – muito utilizada pela culinária baiana: acarajé, farofa, vatapá, moqueca. O misticismo do fetiche dos homens e a magia das fantasias das mulheres. Salto alto, renda, couro, pés, cinta-liga e espartilho, marquinha de biquíni em uma pele bronzeada, a beleza dos seios e coxas e é claro o bumbum, a grande paixão nacional. A imaginação feminina criando situações e circunstâncias sensuais. A lingerie é sempre um bom começo… Uma bonita calcinha de vinil…

• Pimenta jamaica – usada em bebidas, doces e conservas, é ardida, mas adocicada como o cravo. Usada muito em doces como de manga com abacaxi por ter um aroma bem acentuado. É a sedução de uma massagem tailandesa com óleos aromáticos estimulando pontos do corpo, redescobrindo a arte do toque sensual em cada centímetro da pele, despertando todos os sentidos. Uma pedra de gelo, uma echarpe de seda, pétalas de rosa, penas de pavão sobre o corpo: experimentando sensações diferentes.

• Pimenta vermelha – usada em comidas indianas, frutos do mar, canapés, molho para espaguete, sopas, cremes, ricota, é a pimenta que tempera os chocolates. A pimenta da paixão. Consumida crua com morangos e açúcar tem um gosto espetacular. É a sedução no seu ponto máximo. Uma dança na qual ele possa vê-la, mas não tocá-la. Trabalhe a audição e o olfato até que você possa tirar as vendas para que ele possa ver você dançar em seu colo. Ou um segredo guardado pelo pompoarismo, técnica utilizada para se ter o domínio do prazer do outro, integrando os corpos ao máximo durante o sexo.

• Pimenta chilli – usada em comidas mexicanas traz o calor dos trópicos em seu sabor. O ritmo das danças caribenhas. O ritmo que pulsa dentro dos dançarinos. É o corpo à mostra. Um jogo de mostra-esconde do strip-tease descompromissado, sem segundas intenções feito no dia-a-dia. Despir-se sensualmente deixando um robe ou penhoar cair lentamente sobre a cama ou uma cadeira, propor uma dança a dois, na qual vai se despindo as peças um e do outro no ritmo da música predileta do casal, depois de um jantar romântico. Ou até o strip-tease coreografado e ensaiado para uma ocasião especial, por que não? Como no caso das pimentas fortes, deve-se perguntar primeiro a quem será servido se pode ou não degustar uma comida “quente”. Além disso, pimentas fortes devem ser usadas com moderação e cuidado.

• Pimenta rosa – é a semente da aroeira, a pimenta do amor, também usada em chocolates e na aromoterapia, é ligada aos sentimentos de paz e tranqüilidade. É o desafio de manter a chama acesa. De dar ares picantes numa relação cheia de vínculos e experiências. São os toques sutis de uma vela aromática aqui, um buquê de flores ali. Um jantarzinho inusitado e temático. Um e-mail carinhoso, um recado no celular mais atrevido. Fazer de cada momento um instante especial. Escapadinhas no horário do almoço. Uma calcinha provocante e uma camisola transparente. Dormir linda do lado dele, mesmo que não vá rolar uma transa. Um cafuné até que ela adormeça. Transformar um simples jogo de cartas em uma sessão de strip pocker. Fazer um piquenique na sala de casa, regado a vinho e um filme romântico. Fugir em uma viagem pelos arredores. Lavar o carro com ele vestida com um shortinho bem curto, ajudá-la na cozinha aproveitando o ambiente para explorar novos locais para se fazer amor. E sempre dizer “eu te amo”.

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Você surgiu como suave melodia trazida pela brisa; dilatou-se no silêncio de minha alma e fez-se moldura em meu viver.
Isso se chama ventura…

Há algo em você que transparece num olhar, como estrela no céu atapetado de astros e exterioriza-se num sorriso como canção tocada na harpa dos ventos. 
Isso se chama ternura…
 
Sem olhar, você me percebe, sem falar você me diz, sem me tocar você me abraça…
Isso se chama sensibilidade…
 
Quando me perco em labirintos escuros você me mostra o caminho de volta..
Quando exponho meus tantos defeitos, você faz de conta que não nota…
Se enlouqueço, você me devolve a razão…
Isso se chama compaixão…
 
Nos dias em que as horas passam lentas, sem graça e sem luz, nos seus braços eu encontro alento.
Quando os dias alegres de verão partem e em seu lugar chega o outono, cobrindo o chão com folhas secas, e o verde exuberante cede lugar ao cinza, nos seus braços encontro harmonia.
Isso se chama aconchego…
 
Quando você está longe, no espelho da saudade eu vejo refletida a certeza do reencontro.
Nas noites sem estrelas, quando a escuridão envolve tudo em seu manto negro, você me aponta a carruagem da madrugada, que vem despertar o dia com suas carícias de luz..
Isso se chama esperança.
 
Quando as marés dos problemas parecem tragar em suas ondas as minhas forças, em seus braços encontro reconforto.
Se as amarguras pairam sobre meus dias, trazendo desgosto e dor, sua presença me traz tranqüilidade.
Você é um raio de sol, nos dias escuros…
É ave graciosa que enfeita a amplidão azul…
Você é alma e é coração.
É poema e é canção…
É ternura e dedicação…
Nada impõe, tudo compreende, tudo perdoa…
Sua companhia é doce melodia, é convite a viver…
… E, tudo isso se chama amor!
 
Surge depois que as nuvens ilusórias da paixão se desvanecem.
Que a alma se mostra nua, sem enfeites, sem fantasias, sem máscaras…
O amor é esse sentimento que brota todos os dias, como uma flor que explode de um botão ao mais sutil beijo do sol…
Isso, sim, se chama amor…

Caminhando, encontrei este blog que faz belissimos ensaios sobre o amor. Vou deixar um texto de seu texto aqui, e link para o blog Encontro e Desencontros

“O que você está descrevendo é parasitismo, não amor. Quando você precisa de outra pessoa para sobreviver, é um parasita dela. Não há escolha nem liberdade envolvida em seu relacionamento. É uma questão de necessidade, e não de amor. O amor é o livre exercício da escolha. Duas pessoas só se amam quando são capazes de viver sem o outro mas escolhem viver juntas.”

Amem, simplesmente amem…

“Os fariseus, tendo sabido que ele tinha feito calar a boca aos Saduceus, reuniram-se; e um deles, que era doutor da lei, veio lhe fazer esta pergunta para o tentar: Mestre, qual é o maior mandamento da lei? Jesus lhe respondeu: Amareis o Senhor vosso Deus de todo o vosso coração, de toda a vossa alma, e de todo o vosso espírito; é o primeiro e o maior mandamento. E eis o segundo que é semelhante àquele: Amareis o vosso próximo como a vós mesmos. Toda a lei e os profetas estão contidos nestes dois mandamentos”.
(Mateus, 22, 34 a 40)  

Amar ou Ser Amado???

Se pudéssemos escolher apenas uma alternativa…
O que seria mais importante?
Amar ou Ser Amado?
Por mais que pensemos…
Fica realmente difícil encontrar uma resposta…
Mas podemos tentar…
Vamos presumir que a alternativa escolhida fosse Amar…
Como é bom Amar…
Sentir o coração bater mais forte…
As mãos frias e trêmulas…as pernas fracas…
O sorriso nos lábios…
Sim, porque o sorriso faz parte do amor e como faz!
Quando amamos, temos o privilégio de sorrir mais…
Sorrimos até quando estamos parados, com o pensamento longe…
Sorrimos das próprias lembranças que esse amor nos traz…
e muitas vezes, quando nos damos conta…
Estamos lá, não importa aonde…
Mas estamos com o sorriso nos lábios…
Até mesmo parados no farol a caminho de casa…
No meio de um trabalho…
Quem estiver prestando atenção na gente… provavelmente não vai
entender nada…
Mas, se essa pessoa também já amou
alguma vez na sua vida…
Ah, com certeza vai entender porque estamos assim… e vai sorrir
também só em lembrar como ela
já ficou um dia por causa do amor…
Quando pensamos na pessoa amada,
uma enorme sensação de leveza
vai tomando conta do nosso corpo…
Da nossa mente…da nossa alma…assim, sem pedir licença…
Mas é uma sensação tão maravilhosa que não importa, ela é tão boa
que não precisa mesmo pedir licença…
pode ir entrando e tomando
conta do nosso ser…
Sensação de plenitude…
E, agora, vamos pensar na outra escolha…
Ser amado…
Como é maravilhoso também saber que existe alguém que nos ama…
Que se importa conosco…
Que se preocupa com tudo o que nos possa acontecer…
Que teme que nos aconteça algo de errado…
A pessoa que nos ama está sempre vigilante…
Tentando nos proteger de situações
que poderiam nos machucar, e
consequentemente machucar a esta pessoa também, sim, porque não
podemos nos esquecer de tudo que foi dito anteriormente sobre
amar…
Quando somos amados, se algo de
errado nos acontece, o ser que nos
ama sofre muito com isso,
talvez sofra mais do que nós mesmos
poderíamos sofrer…
O ideal seria escolher as duas alternativas
Amar e Ser Amado
Pois os dois sentimentos se completam
Mas, nem sempre é assim…
O ideal seria:
Saber Amar e Ser Amado
Mas isto é privilégio de poucos…
talvez privilégio de quem já aprendeu muito com o amor,
já cresceu muito com ele,
e por isso talvez até consiga entende-lo melhor…
O ideal seria:
Amar sem sufocar… Amar sem aprisionar…
Amar sem cobrar… Amar sem exigir…
Amar sem reprimir, simplesmente Amar…

E
Ser Amado sem se sentir sufocado…
Sem se sentir aprisionado…
Sem se sentir cobrado…
Sem se sentir exigido…
Sem se sentir reprimido
Simplesmente Ser Amado!

Pois do que nos adiantaria Amar sem Ser Amado
e Ser Amado sem Amar?

Leia essa mensagem conectado à internet


“Que a nossa mensagem seja a nossa própria vida.”
Mahatma Gandhi


É Difícil Definir “Amigo”

Amigo é quem lhe dá um pedacinho do chão, quando é de terra firme que você precisa, ou um pedacinho do céu, se é o sonho que lhe faz falta.
Amigo é mais que ombro amigo, é mão estendida, mente aberta, coração pulsante, costas largas.
É quem tentou e fez, e não é egoísta para não querer compartilhar o que aprendeu.
É aquele que ajuda e não espera retorno, porque sabe que o ato de compartilhar um instante qualquer já o realimenta e satisfaz.
Amigo é quem entende seu sentimento porque já sentiu, ou um dia vai sentir, o mesmo que você.
Um amigo é compreensão para o seu cansaço e complemento para as suas reticências.
É aquele que entende seu desejo de voar, de sumir de vez em quando, sua sede de inovar sempre.
É ao mesmo tempo espelho que o reflete, e óleo derramado sobre suas águas agitadas.
O amigo se compadece pelos seus erros, e vibra com o seu sucesso.
É o sol que seca suas lágrimas, é a polpa que adocica ainda mais o seu sorriso.
Amigo é aquele que toca suas feridas com mãos de veludo; acompanha suas vitórias com euforia e faz piada para amenizar seus problemas.
Amigo é aquele que sente medo, dor, náusea, cólica, e chora, como você. E, se pudesse, sofreria no seu lugar.
Um amigo sabe que viver é ter história para contar.
É quem sorri para você sem motivo aparente, sofre com seu sofrimento, e é o padrinho natural dos seus filhos.
É aquele que encontra para você aquilo que nem você sabia que buscava. Amigo é quem lhe envia cartas, esperadas ou não, pequenos bilhetes em sala de aula, mensagens eletrônicas emocionadas.
É aquele que lhe ouve ao telefone mesmo quando a ligação parece caótica, com o mesmo prazer e atenção que teria se estivesse olhando em seus olhos.
Amigo é aquele que entende o que seus olhos dizem, sem precisar de palavras.
É aquele que adivinha seus desejos, seus disfarces, suas alegrias, e percebe seus medos.
Amigo é quem aguarda pacientemente que surja aquele brilho no seu olhar e se entusiasma quando o vê surgir. É quem tem sempre uma palavra sob medida quando seus olhos se cobrem de lágrimas. E é também aquele que sabe quando você está lutando para sufocá-las na garganta.
Amigo é como lua nova, é como a estrela mais brilhante, é luz que se renova a cada instante, com múltiplas e inesperadas cores, que cabem todas na sua íris.
Amigo é verdade e razão, sonho e sentimento…
Amigo é aquele que lhe diz: “eu amo você” sem qualquer medo de má interpretação.
Enfim, amigo é quem ama você e ponto final.
………………………
As doações de amizade pura enriquecem os companheiros de jornada.
Quando outras emoções se enfraquecem no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada das pessoas que se estimam.
Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.
Por tudo isso, estendamos os benditos recursos da amizade real onde a discórdia tenta espalhar o escuro domínio que lhe é próprio.
 

Equipe do site http://www.momento.com.br, com base em texto de Marcelo Batalha, intitulado “Amigo, um Ensaio”, disponível no site http://www.velhosamigos.com.br, e em verbetes do livro Dicionário da Alma, de Francisco Cândido Xavier, Ed. FEB.

Estou visivelmente estressado, gostaria de poder dormir, por muito tempo… talves uns mil anos… talves fosse o suficiente para que tudo se resolvesse…..
As vezes me sinto como se estivesse fugindo de tudo, mas outras vezes, é como se eu estivesse indo para algum outro lugar, onde talves eu pudesse encontrar alguém, que realmente eu me desse bem, com quem eu não precisasse sofrer tanto, e que eu pudesse amar, Sinto que este lugar já esta mais perto do que imagino, mas também tenho medo de que ele esteja perto demais, e possa de alguma forma me prejudicar… mais do que já estou…..
As vezes sinto por perto uma presença estranha, talves seja a morte, rondando minha vida, escolhendo o melhor momento de me levar com ela…….

É tudo muito estranho na minha vida….. gostaria que fosse diferente…

Estou mal…. totalmente depressivo……

A quanto tempo não me sinto assim… Bem.. sete anos fazem uma grande diferença na vida da gente.. pensar em tudo que passei por este tempo, e que ainda estou aqui, e cada dia melhor.. me faz gostar de me sentir vivo..

Twittando por ai…

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Adriano Medeiros