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Artista do dia – Nenhum de Nós

O Nenhum de Nós é uma banda do Rio Grande do Sul voltada atualmente ao estilo pop rock. Fundada em 1986, conta até hoje com um estilo muito apreciado em todo o país.

Sady Homrich e Carlos Stein se conheceram nos tempos da primeira série escolar, mais tarde, na 5º série, conhecem Thedy Corrêa e formam a “Agência de Detetives Mirins”. Tudo isso no colégio lasallista Nossa Sra. Das Dores, na rua Riachuelo em Porto Alegre. Ali, bem perto do suntuoso Theatro São Pedro, onde os garotos, nem imaginavam, viveriam momentos importantes da futura carreira.

O Thedy ganhou um violão aos 14 anos, foi aluno de violão clássico do prof. Afrânio. O Carlos com 15 anos compra sua primeira guitarra e com o irmão, o Thedy e outro amigo em comum formam um grupo folk batizado de “Quarteto Jererê”.

Na faculdade, Carlão foi um dos fundadores do grupo Engenheiros do Hawaii. Depois de dois shows saiu para formar uma banda com os amigos Thedy e Sady (Sady este que tinha na faculdade um grupo de samba-de-raíz chamado “Grupo do Fadinho”). Após decidirem formar a banda, Sady começou a ter aulas de bateria com o prof. Thabba. O bat-local do “ensaio” era na garagem da namorada do Thedy com uma bateria improvisada, uma caixa emprestada, um violão convertido fazendo a vez de contra-baixo e uma guitarra (sim, a guitarra era de verdade. O que não evitava as pedras jogadas pelos vizinhos). Depois de algum tempo ensaiavam quase todas as tardes no bar Bangalô (Av. Protásio Alves, Porto Alegre, RS) onde o Sady trabalhava como músico.

O show de lançamento do trio com o nome NENHUM DE NÓS foi no mesmo bar com um público de umas 13 pessoas entre amigos e parentes. Para a apresentação precisavam de um nome. Eles buscavam um nome que provocasse curiosidade e que denotasse algo em comum entre os três. “Nenhum de nós enxerga direito; nenhum de nós rodou na escola; nenhum de nós foi para o quartel”, etc. De tanto repetir ficou este o nome: NENHUM DE NÓS.

Momento de Reflexão

Motivação

Avance sempre
Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar.
Mas é importante não parar.
Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso.
Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena.
Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios.
Continue andando e fazendo.
O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar movendo-se para frente.
A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele.
Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo.
Então continue andando e fazendo.
Não desperdice a base que você já construiu.
Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante.
Pode não ser muito mas vai mantê-lo no jogo.
Vá rápido quando puder. Vá devagar quando for obrigado.
Mas, seja, lá o que for, continue. O importante é não parar!!!

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Ativa aproximadamente entre 1984 e 1996, surgiu da dissolução do grupo punk brasiliense Aborto Elétrico, que também originou a banda Capital Inicial.

O vocalista (na época, também baixista) Renato Russo, então separado do grupo punk partira para uma curta carreira solo em que se denominava Trovador Solitário – época em que compôs clássicos posteriormente eternizados pelo repertório da Legião como “Faroeste Caboclo” e “Eduardo e Mônica”.

O baterista Marcelo Bonfá (ex-Metralhaz) já conhecia Renato no Aborto Elétrico e aceitou o convite dele para um projeto diferente: com um baixista (Renato) e um baterista (Bonfá), eles convidariam músicos de Brasília para experiências diversas. Não deu muito certo, apenas o nome ficou: Legião Urbana.

O terceiro membro permanente do grupo de rock brasiliense, o guitarrista Dado Villa-Lobos (ex-Dado & O Reino Animal), já era fã do trabalho de Renato no Aborto Elétrico e como Trovador Solitário quando aceitou o convite para juntar-se a ele. Na verdade, Dado não era a primeira opção. Antes dele, entraram na banda na posição de guitarrista, por exemplo, Eduardo Paraná e Ico Ouro-Preto (irmão de Dinho, vocalista do Capital Inicial). Por sorte, só deu certo com Dado.

Renato “Negrete” Rocha entraria na empreitada em 1984 para deixar seu xará mais livre para cantar, sem o baixo – e também porque o vocalista havia cortado os pulsos e estava debilitado para a função de baixista. Negrete deixou (ou foi expulso, há controvérsias) a banda antes do lançamento do quarto disco, em 1989.

Herbert Vianna, líder dos Paralamas do Sucesso e amigo pessoal de Renato, havia gravado algumas músicas da autoria do amigo e decidiu apresentar à gravadora EMI uma fita demo para divulgação. A fita, contudo, mostrava um Renato ainda Trovador Solitário no melhor estilo Bob Dylan, enquanto a sonoridade da Legião, na época, tangia a de bandas como Joy Division. Após muitas negociações, a banda entrou do selo, e permaneceu nele até o fim.

Seu primeiro álbum, intitulado com o nome da banda, demorou algum tempo para atingir o sucesso absoluto por ter sido lançado na época do Rock In Rio (1985) e ter sido ofuscado pelo evento. Quando os holofotes foram desligados, o disco foi tocado praticamente faixa a faixa nas rádios; e quando o segundo disco, “Dois”, foi lançado em meados de 1986, as canções do primeiro ainda estavam sendo tocadas.

O sucesso de Dois levou a banda, que até então tocava em clubes, a encher ginásios e estádios. O líder Renato Russo, de vocalista-brasiliense-de-óculos à Herbert Vianna a ídolo messiânico de uma geração, por mais que essa idéia não o agradasse. Sem se sentirem preparados para compor material novo, o até então quarteto lançou “Que País É Este” em 1987 com canções do Aborto Elétrico, da época do Trovador Solitário e algumas músicas que ficaram perdidas entre os discos. O maior sucesso do disco foi Faroeste Caboclo, música que é discutivelmente a ainda mais conhecida e ouvida do grupo (as estatísticas do Last.fm, por exemplo, confirmam tal suposição).

Após um ano no estúdio, a banda produziu o que a maioria dos fãs diz ser o melhor álbum da carreira: o lírico As Quatro Estações, contendo clássicos indiscutíveis como Pais E Filhos, Há Tempos e outras pérolas. Foi também o álbum mais vendido do grupo, com vendagem ultrapassando os dois milhões de discos, sendo que já chegara às lojas com 450 mil cópias vendidas.

O lançamento de 1991, V, é tido como o trabalho mais “difícil” do grupo, sendo parado e melancólico. Pudera, veio em um momento em que o compositor das letras e vocalista descobrira ser portador do HIV e havia terminado um relacionamento sério com seu namorado estadunidense Scott. Ainda assim, como tudo que o grupo lançou, vendeu bastante e emplacou nas rádios a melancólica Vento no Litoral, a familiar O Mundo Anda Tão Complicada e a jovem Teatro dos Vampiros. V também inclui Metal Contra As Nuvens, uma jornada épica de quase 12 minutos de duração. Pouco depois do lançamento de V (ainda em 1991), o agora trio gravou o primeiro Acústico MTV do Brasil, que, quando lançado apenas em 1999, bateu o recorde de disco com mais rápida vendagem no País. A coletânea de gravações ao vivo e uma inédita – A Canção do Senhor da Guerra -, “Músicas p/ Acampamento”, saiu em 1992, a coisa mais parecida com um Greatest Hits que saiu quando a banda ainda estava ativa.

Seguiram as coletâneas um disco mais “fácil”, Descobrimento do Brasil (1993). A bela Giz (canção que Renato dizia ser sua predileta, entre todas que compôs), a ácida Perfeição e a melancólica Love in the Afternoon foram as mais divulgadas de um disco que abriu um hiato de quase três anos até o fatídico ano de 1996.

No meio tempo, Renato Russo havia gravado dois trabalhos solo (Stonewall Celebration Concert, com canções em inglês; e Equilíbrio Distante, em italiano), Bonfá e Dado ido para Londres remasterizar os seis álbuns de estúdio até então para um relançamento em CD numa caixinha chamada Por Enquanto, fora de catálogo há anos (esses CDs remasterizados são vendidos separados, atualmente). As gravações do sétimo e último disco de estúdio em vida do mais famoso grupo de rock na história da música brasileira foi tempestuosa, e daí também seu título: A Tempestade.

Renato enfrentava uma depressão profunda da qual jamais se recuperaria, e a AIDS começara a afetá-lo com mais veemência, sendo que nem pôde acompanhar a grande maioria das gravações no estúdio, passando a faixa para Dado Villa-Lobos, que produziu o CD. Gravou todas as faixas, com exceção de A Via Láctea, único single que saiu das quinze canções, de primeira por mais que não tivesse mais – e também por isso – o mesmo fôlego de antes. Ainda assim, é extremamente louvável se compararmos ao último CD lançado em vida por Cazuza, “Burguesia”, em que este outro ídolo da música brasileira mostra-se bastante mais afetado vocalmente pelo vírus e as dificuldades decorrentes. O resultado de tudo isso foi um disco forte, cético, às vezes irônico, mas sobretudo um poço de melancolia que serviu também como um adeus de Renato a seus fãs, um testamento. “E quanto eu for embora… Não, não chore por mim”, chorava Música Ambiente.

Renato “Russo” Manfredini Jr. falece em 11 de Outubro de 1996, 21 dias após o lançamento de A Tempestade que, mesmo sem shows ou clipes para divulgar, ultrapassou um milhão de cópias vendidas. Onze dias depois, a banda anuncia seu fim.

Em 1997, Dado e Bonfá resgataram algumas canções que ficaram de fora d’A Tempestade como a depressiva Clarisse (Renato não queria lançá-la com medo de que fosse iniciar uma onda de suicídios) e, acrescendo outras faixas, produziram o póstumo Uma Outra Estação, não tão bem recebido quanto os outros, mas ainda assim com faixas dignas de menção. Por razões de contrato, ainda que a contragosto, em 1998 sai a coletânea Mais do Mesmo (notem a indignação do guitarrista e baterista na escolha do título), sucesso absoluto. Posteriormente, dois CDs ao vivo foram disponibilizados nas lojas: Como É Que Se Diz Eu Te Amo (gravado em 1994 e lançado em 2001) e As Quatro Estações Ao Vivo (gravado em 1990, lançado em 2004).

Em apenas, grosso modo, doze anos de carreira, a Legião Urbana tornou-se, como previamente mencionado, a banda de rock mais conhecida e mais vendida no Brasil (estatísticas mostram que o grupo ainda vende mais de 350.000 cópias por ano, apenas de catálogo), que como diz Arthur Dapieve, mostra de uma vez por todas que o popular pode, também, ser algo valoroso.

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Musicas – Last.FM

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