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Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para…

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara…

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência…

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência…

Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara…

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não…

Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara…

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida é tão rara
A vida é tão rara…

A vida é tão rara…

 

A invasão Corinthiana.

A invasão corintiana ao Maracanã foi um evento em que milhares de torcedores do time de futebol brasileiro Corinthians, da cidade de São Paulo, viajaram até o Rio de Janeiro para assistir partida única da fase pré-final (semi-final) do Campeonato Brasileiro de 1976,disputada entre o clube paulista e o Fluminense.
O jogo ocorreu no estádio do Maracanã em um domingo, às 17h, do dia 5 de dezembro daquele ano. Das quase 147 mil pessoas presentes no estádio, calcula-se que cerca de 70 mil eram torcedores corintianos que se deloscaram de São Paulo em direção a capital fluminense, por ônibus, trem, avião ou automóvel particular. Alguns milhares de torcedores de clubes grandes cariocas e rivais do Fluminense – como o Vasco da Gama, o Botafogo e o Flamengo – teriam ajudado a completar a “divisão ao meio” do Maracanã em favor de Fluminense e Corinthians, respectivamente.
Em 2006, Francisco Horta (então presidente do Fluminense na época da partida) revelou que disponibilizou uma carga de 70 mil ingressos aos corintianos e que entregou pessoalmente ao então presidente corintiano, Vicente Matheus, na cidade de São Paulo. O próprio Horta admitiu que jamais esperava a aparição de 70 mil corintianos no Maracanã. Jamais o futebol nacional havia visto um número tão elevado de torcedores de um time visitante, já que costuma-se distribuir apenas uma pequena parcela da carga total de ingressos ao clube visitante.[carece de fontes]
O Fluminense entrou em campo para o jogo na condição de favorito. O gol de Pintinho parecia confirmar os prognósticos favoráveis aos cariocas. Mas então, começou a chover e o Corinthians, com empenho e raça, conseguiu o gol de empate, com uma puxeta de Ruço após a bola ser desviada de cabeça na pequena área do Fluminense. Depois do gol, a chuva aumentou. No segundo tempo, o gramado do Maracanã estava pesado e dificultava o toque de bola das equipes. Após o empate no tempo normal e prorrogação, a decisão foi para os pênaltis. O goleiro corintiano Tobias pegou duas cobranças e o Corinthians sagrou-se vencedor da partida, classificando-se para a final do nacional.

A invasão corintiana ao Maracanã foi um evento em que milhares de torcedores do time de futebol brasileiro Corinthians, da cidade de São Paulo, viajaram até o Rio de Janeiro para assistir partida única da fase pré-final (semi-final) do Campeonato Brasileiro de 1976,disputada entre o clube paulista e o Fluminense.O jogo ocorreu no estádio do Maracanã em um domingo, às 17h, do dia 5 de dezembro daquele ano. Das quase 147 mil pessoas presentes no estádio, calcula-se que cerca de 70 mil eram torcedores corintianos que se deloscaram de São Paulo em direção a capital fluminense, por ônibus, trem, avião ou automóvel particular. Alguns milhares de torcedores de clubes grandes cariocas e rivais do Fluminense – como o Vasco da Gama, o Botafogo e o Flamengo – teriam ajudado a completar a “divisão ao meio” do Maracanã em favor de Fluminense e Corinthians, respectivamente.Em 2006, Francisco Horta (então presidente do Fluminense na época da partida) revelou que disponibilizou uma carga de 70 mil ingressos aos corintianos e que entregou pessoalmente ao então presidente corintiano, Vicente Matheus, na cidade de São Paulo. O próprio Horta admitiu que jamais esperava a aparição de 70 mil corintianos no Maracanã. Jamais o futebol nacional havia visto um número tão elevado de torcedores de um time visitante, já que costuma-se distribuir apenas uma pequena parcela da carga total de ingressos ao clube visitante.[carece de fontes]O Fluminense entrou em campo para o jogo na condição de favorito. O gol de Pintinho parecia confirmar os prognósticos favoráveis aos cariocas. Mas então, começou a chover e o Corinthians, com empenho e raça, conseguiu o gol de empate, com uma puxeta de Ruço após a bola ser desviada de cabeça na pequena área do Fluminense. Depois do gol, a chuva aumentou. No segundo tempo, o gramado do Maracanã estava pesado e dificultava o toque de bola das equipes. Após o empate no tempo normal e prorrogação, a decisão foi para os pênaltis. O goleiro corintiano Tobias pegou duas cobranças e o Corinthians sagrou-se vencedor da partida, classificando-se para a final do nacional.

Promoção do jogo

Logo nos primeiros dias após a definição da classificação das equipes, os presidentes de Fluminense e Corinthians trataram de realizar a promoção da partida. Segundo o presidente tricolor Francisco Horta, ele conversou com o colega corintiano Vicente Matheus para que os dois pudessem promover o jogo na mídia. Horta foi à cidade de São Paulo e participou de programas esportivos. Em comum acordo, os presidentes de Fluminense e Corinthians acertaram a divisão de ingressos para a partida. Quando foi à São Paulo, Horta levou pessoalmente a carga de 70 mil ingressos ao Parque São Jorge, e Matheus pagou tudo à vista.

Ao mesmo tempo, os próprios dirigentes tentavam fazer provocações na mídia espotiva, com a intenção de promover o confronto. No dia 29 de novembro, um dia após a definição dos quatro semifinalistas do Campeonato Brasileiro de 1976, Horta fez “uma polêmica declaração” que seria capitaneada por Matheus para mobilizar os corintianos ao longo daquela semana rumo ao jogo decisivo do Maracanã: “Que os vivos saiam de casa e os mortos saiam das tumbas para torcer pelo Corinthians no Maracanã, porque o Fluminense vai ganhar a partida.” A “declaração polêmica” de Horta teve efeito imediato e se tornou um dos principais assuntos da imprensa esportiva paulista antes da decisão, ao que se somou a empolgação geral de torcedores do Corinthians com a classificação para a semifinal do nacional – a maior euforia desde que o clube havia disputado a decisão estadual do Campeonato Paulista de 1974 contra o Palmeiras, e gerou um clima para dar uma resposta ao dirigente do clube carioca.

Chegada ao Rio

Mesmo com a promessa de transmissão direta da partida pela TV para o Estado de São Paulo, milhares de corintianos começaram a se dirigir para a cidade do Rio de Janeiro. O movimento na Rodovia Presidente Dutra aumentou a partir do dia 3 de dezembro, dois dias antes da partida, e se intensificou ainda mais no dia seguinte, sábado, dia 4, “quando milhares de autos particulares, ‘peruas’ e ônibus deixaram São Paulo com destino ao Rio de Janeiro, conduzindo torcedores para assistir” o jogo no Maracanã. O movimento de torcedores quebrou o recorde de volume de tráfego na via, de acordo com Departamento Nacional de Estrada de Rodagem, que implantou uma operação inédita até o momento e única até os dias atuais, a denominada “OPERAÇÃO CORINTHIANS” . Depois da grande movimentação entre sexta e sábado à noite, o tráfico na Dutra estava “abaixo do normal” na manhã de domingo.

Ao chegarem, muitos corintianos percorriam ruidosamente as ruas de Copacabana e áreas centrais do Rio. No sábado de manhã, véspera da partida, havia grande concentração de corintianos na avenida Atlântica e em Ipanema. Os guardas de trânsito não puderam controlar o grande fluxo e, aos poucos, alguns torcedores estacionavam seus veículos no calçadão da praia.

O auge da “invasão” ocorreu a partir das 8h de domingo, quando a grande maioria dos corintianos vindos de São Paulo já se concentravam no Rio. Os 300 ônibus da torcida organizada “Gaviões da Fiel” tinham chegado por volta das 4h de domingo. Também já estavam presentes integrantes de organizadas corintianas, como “Patota do Timão”, “Torcida Jovem” e “Camisa 12”. Foram registradas brigas entre torcedores e pelo menos um ficou gravemente ferido.

A presença maciça de torcedores do Corinthians, calculada em torno de 70 mil pessoas, causou certos transtornos no Rio, com engarrafamentos, tumultos, agressões e até o esgotamento de bebidas e cigarros nos bares e lanchonetes das imediações do estádio do Maracanã. O Detran e a polícia militar tentaram organizar a “Operação Corinthians” para receber os torcedores que chegavam ao Rio, mas mesmo assim o engarramento estendido foi de cinco quilômetros na avenida Brasil, principal via de acesso à cidade. Nas proximidades do estádio do Maracanã, o trânsito fluía lentamente e o engarrafamento se estendeu por mais de dez quilômetros. Já no início da manhã de domingo, pouco menos de dez horas antes do pontapé inicial no estádio, o tráfego era complicado nos túneis Rebouças e Santa Bárbara, quando dezenas de milhares de torcedores começaram a se dirigir para o Maracanã. O policiamento em toda cidade foi feito por cerca de 1.500 soldados da polícia militar carioca.

O jogo

O gramado escorregadio fez com que as duas equipes iniciassem a partida de maneira cautelosa, com muita troca de passes. Coube aos visitantes o primeiro ataque do jogo. Zé Maria cruzou da linha de fundo, mas o goleiro Renato antecipou-se a Geraldão e fez a defesa. O Fluminense respondeu aos 7 min. Após jogada de Rivellino, Dirceu chutou de fora da área e Tobias defendeu parcialmente. O Fluminense tocava bastante a bola, tentando atrair o Corinthians para seu campo. Rivellino buscava lançar Gil, mas a defesa corintiana, comandada pelo volante Givanildo, dava combate. Em alguns momentos, o jogo apresentou alguma violência por parte dos atletas de ambas equipes. O árbitro baiano Saul Mendes aplicou o primeiro cartão amarelo da partida aos 10 min, após Rivellino receber uma entrada forte de Ruço.

Aos 19 min, o Fluminense chegou ao gol. Após um rápido contra-ataque, Gil cruzou à meia altura na área corintiana. Carlos Alberto Pintinho se antecipou à marcação de Zé Eduardo e desviou a bola, que entrou no canto direito de Tobias. Após o gol, o Corinthians tentou reagir. Aos 21 min, Vaguinho ganhou de Edinho na corrida, driblou o goleiro Renato, mas Edinho se recuperou e afastou o perigo da área carioca. O Corinthians seguiu no campo ofensivo, mas o time tocava a bola em demasia, demorando para chegar ao gol adversário. Romeu insistia em realizar cruzamentos na área do Fluminense, o que facilitava a vida da dupla Carlos Alberto Torres e Edinho.

Aos 28 min, Vaguinho cobrou escanteio e Neca chutou para fora, perdendo uma grande oportunidade para empatar. De tanto insistir, o Corinthians chegou ao gol. Aos 29 min, em novo escanteio cobrado por Vaguinho, Neca ganhou disputa de cabeça com Rodrigues Neto. A bola sobrou a meia altura na pequena área e Ruço marcou, de meia-bicicleta, no canto esquerdo de Renato.

Durante o intervalo de jogo, a chuva se intensificou, mas o árbitro – após consultar os jogadores – resolveu que a partida continuaria. Sem poder trabalhar a posse de bola, os chutões foram constantes e frequentemente paravam nas poças d’águas. Mario Travaglini tirou Cléber para entrada de Erivelto, e Duque substituiu Geraldão por Lance. Depois, foi a vez de Givanildo – com problemas na garganta – ceder espaço para Basílio. O jogo seguiu, porém sem jogadas de grande técnica. O Corinthians chegava mais ao ataque, mas sem aproveitar suas oportunidades. Já o Fluminense esbarrava na defesa corintiana.

Com o empate no tempo normal, as duas equipes foram para a prorrogação de trinta minutos. O empate persistiu e a decisão foi para os pênaltis.

Nas penalidades brilhou a estrela de Tobias que defendeu dois penaltis. O Corinthians chegaria à final para enfrentar outro poderoso time, o Internacional, mas desta vez o Corinthians não resistiu e perdeu a chance de conquistar seu primeiro título nacional.

Salve galera.

Hoje eu resolvi postar pra vocês alguns Wallpapers do Ayrton Senna que encontrei na net.

Ótima semana a todos.

Findo o dia da criança pequena chegaram os dias
das crianças grandes que são os adultos.

Ficaram as emoções das poesias,
das melodias, as recordações dos tempos de antanho.
Toda essa contemplação vale para nós também que
somos crianças a vida inteira.

Que sonhamos!
Que guardamos um brinquedinho de estimação no fundo do baú!
Que amamos e somos amados!
Que tentamos adivinhar o mistério do dia seguinte!
Que pregamos as verdades de todos os momentos!
Que abraçamos, beijamos e queremos
bem aos nossos semelhantes!
Que somos apaixonados pela vida!
Que aspiramos dias melhores na fogueira do tempo!
Que nos vemos no espelho e nos achamos bonitos!

Seremos sempre crianças grandes e encantadas
com circos e palhaços imaginários.
Com a magia das histórias de papa-figos e das Cinderelas.
Com amizades gostosas e perenes.
Com a alegria da família.
Com as vitórias alcançadas mesmo entre abrolhos.
Com saúde de ferro, beleza e felicidade.

Com lagos translúcidos cheios de peixinhos dourados.
Com montes e vales verdejantes repletos de magias.
Nunca permitamos que morra a criança que somos!
A vibrar pela vida sem pressa que o amanhã chegue.
Regando a cada dia os canteiros do espírito
e os jardins que cultivamos dentro de nós.
Com sopros de sorrisos e retalhos de esperanças.

Brinquemos com nossos brinquedos de gente grande,
família, estudos, trabalho, amigos e amigas,
realidades e desejos.
E com o maior bem que possuímos: O Amor!

Brinquemos com a vida. Esse dom
maravilhoso que recebemos de Deus,
todo poder e bondade.
Que um dia esgotará o estoque e
somos todos devolvidos ao ponto de origem.

Parabéns,pelo nosso Dia de Crianças Grandes.

Autor: Rivaldo Cavalcante

Biografia

Led Zeppelin foi uma banda de Londres, Inglaterra célebre pela sua inovação e influência no heavy metal, além de ter sido a banda mais popular na década de 70. De acordo com o renomado Allmusic, O Led Zeppelin foi a banda de heavy metal definitiva. Não apenas por sua interpretação alta e esmagadora do blues – mas também pelo modo como eles incorporam mitologia, misticismo, e uma variedade de outros gêneros (world music e folk principalmente britânicos) – em seu som. Eles acabaram por estabelecer o formato dominante para o heavy metal, assim como o som real do gênero. Era formada por Jimmy Page, John Bonham, John Paul Jones e Robert Plant. A morte de John Bonham, em 1980, foi a causa do fim da banda. O Led Zeppelin voltou a se reunir em três ocasiões, em 1985 para o show beneficente Live Aid, com Tony Thompson na bateria, no aniversário de 40 anos da gravadora Atlantic em 1988, com Jason Bonham na bateria e mais recentemente em 10 de dezembro de 2007 em uma homenagem a Ahmet Ertegun, fundador do selo americano Atlantic Records, que apostou em 1968 no potencial dos jovens britânicos que haviam acabado de formar o Led Zeppelin.

O princípio

Originalmente a banda foi formada pelo guitarrista Jimmy Page com o nome de “The New Yardbirds” de modo a conseguirem cumprir um contrato feito para a realização de concertos na Escandinávia antes da rotura dos originais Yardbirds. O vocalista Robert Plant conhecido pelo seu trabalho no grupo “The Band of Joy”, foi recrutado, trazendo com ele o baterista John Bonham. O baixista John Paul Jones leu um artigo publicado em um jornal que estavam precisando de baixista para banda ; Jones e Page já se conheciam anteriormente, quando trabalhavam como músicos de estúdio, e Page convidou-o para fazer parte da banda.

Após alguns concertos como “The New Yardbirds”, a banda mudou o nome para Led Zeppelin, após Keith Moon, baterista do The Who, ter dito que com aquela formação eles iriam abaixo como um “Zeppelin de chumbo”. A palavra “lead” é propositadamente mal escrita para evitar confusões com “lead Zeppelin” (como em lead singer, que significa vocalista) ao invés de um Zeppelin construído com o metal chumbo.

Pouco tempo após a sua primeira digressão, o grupo editou o seu primeiro álbum Led Zeppelin em 1969. Este álbum resultava de uma combinação entre o blues e o rock com amplificações distorcidas, o que o levou a tornar-se no pivot na evolução do heavy metal. O imediato sucesso do disco foi o pontapé de saída para a carreira da banda, especialmente no EUA, onde eles haveriam de actuar frequentemente, e onde as suas vendas de discos apenas foram suplantadas pelos Beatles. O segundo álbum, chamado simplesmente Led Zeppelin II, editado ainda no mesmo ano, seguiu o mesmo estilo, e incluía o êxito “Whole lotta love”, que, conduzido pela secção rítmica, definia o som da banda.

Page e Plant eram fanáticos do blues, “Whole lotta love” e “You shook me”, eram muito parecidas com músicas de Willie Dixon. A banda foi depois acusada de ter usado as letras sem as creditarem a Dixon, e só 15 anos depois, devido a um processo posto pela “Chess records”, foi feito um acordo e efectuado o pagamento devido. A banda também gostava do rock and roll americano e tocavam música de Elvis Presley e Eddie Cochran. Em palco, os Led Zeppelin faziam concertos que podiam durar até 3 horas.

Para a gravação do seu terceiro álbum, Led Zeppelin III, a banda retirou-se para “Bron-Yr-Aur”, uma casa remota no País de Gales, sem electricidade. Isto resultou num som mais acústico (fortemente influenciado pela música celta e a música folk, e que revelou uma face diferente do talento prodigioso de Jimmy Page). Em Novembro de 1970 a “Atlantic Records” editou “Immigrant song” em single, sem a autorização da banda e contra a sua vontade. Incluía no lado b “Hey hey what can I do”. Foram editados mais nove singles, sempre sem a autorização da banda, que via os seus álbuns como indivisíveis. Curiosamente, “Stairway to Heaven” nunca foi editado em single, apesar do seu grande êxito nas rádios. A frustração da banda em relação aos singles provinha do seu empresário Peter Grant, que era um acérrimo defensor dos álbuns, e também devido ao facto da Atlantic ter feito uma reedição de “Whole lotta love”, que foi cortada de 5:43 para 3:10 minutos. Para além disso a banda sempre evitou aparecer na televisão, preferindo que os seus fãs os vissem ao vivo.

As várias tendências musicais do grupo foram fundidas no seu quarto álbum, sem título, que é usualmente chamado de “Zoso”, “Four Symbols” ou simplesmente “Led Zeppelin IV”. Não apenas o álbum não tinha nome, mas o nome da banda também não aparecia em sua capa. O álbum incluía temas de Heavy Metal, como “Black Dog”, o misticismo folk de “The Battle Of Evermore” (cuja letra foi inspirada em “O Senhor Dos Anéis”) e a combinação dos dois estilos em “Stairway to Heaven”, um sucesso estrondoso nas rádios, aclamada por muitos como sendo o maior clássico do rock de todos os tempos. O álbum contém ainda uma memorável regravação de “When The Levee Breaks” de Memphis Minnie.

O álbum seguinte, Houses Of The Holy, lançado em 1973, continha músicas mais longas e experimentais, com o uso de sintetizadores e arranjos de cordas feitos por Jones em músicas como “The Song Remains The Same”, “No Quarter” e “D’yer Mak’er”. Esse álbum bateu os recordes de audiência, tendo chegado ser ouvido por mais de 50 mil pessoas. Três concertos no Madison Square Garden foram filmados para a realização de um filme, mas o projecto foi adiado por vários anos.

Em 1974 o quarteto lançou seu próprio selo, a Swan Song Records. Swan Song era o título de uma música do Led Zeppelin que nunca foi lançada, tendo sido gravada posteriormente com o nome “Midnight Moonlight” no primeiro álbum dos “The Firm”, banda criada por Page após o fim do Led Zeppelin. Além dos álbuns do próprio Led Zeppelin a “Swan Song” editou álbuns de Bad Company, Pretty Things, Maggie Bell, Detective, Dave Edmunds, Midnight Flyer, Sad Café e Wildlife.

Em 1975 foi lançado Physical Graffiti, o primeiro álbum duplo para a “Swan Song”. Este álbum incluía músicas que sobraram dos 3 álbuns anteriores e mais algumas novas. Mais uma vez a banda mostrou a sua enorme diversidade de estilos, indo do rock progressivo ao hard rock.

Pouco tempo depois do lançamento de “Physical Graffiti” toda a produção anterior do Led Zeppelin atingiu a lista dos 200 mais vendidos, o que nunca tinha sido visto anteriormente. A banda embarcou para mais uma turnê pelos EUA, batendo novos recordes de audiência. No fim do ano, tocaram 5 noites seguidas no Earl’s Court (esses concertos foram gravados em vídeo e editados apenas 28 anos depois em DVD). Nessa altura, no pico da sua carreira, eram considerados por muitos como a “A Maior Banda De Rock Do Mundo”).

Se a popularidade da banda em palco era impressionante, a sua fama pelos excessos era ainda maior. Eles viajavam num jato particular, alugavam pisos inteiros de hotéis, e tornaram-se objecto de algumas das histórias mais famosas, envolvendo danos materiais a quartos de hotel, aventuras sexuais e abuso de drogas.

Em 1976 a banda fez um intervalo nas turnês e começou a filmar segmentos fantásticos para o filme ainda não editado. Durante esse intervalo Robert Plant quebrou um tornozelo num acidente de carro; impedidos de fazer concertos, a banda entrou em estúdio para gravar o seu sétimo álbum, Presence. O álbum conquistou disco de platina antes de chegar às lojas, algo inédito para a época, e marcou mais uma guinada no estilo da banda, que abandonou os arranjos complexos dos álbuns anteriores. Mas o pior para Plant estaria por vir: durante a turnê do álbum nos EUA, seu filho Karac morreu de uma misteriosa doença respiratória.

No final de 1976 sai finalmente o filme The Song Remains the Same e a sua trilha sonora. Embora a gravação do concerto datasse de 1973, esse seria o único documento filmado do grupo lançado oficialmente durante os 20 seguintes. Uma curiosidade sobre a trilha sonora desse filme é que o “setlist” do concerto do filme não coincidia com as músicas no álbum: algumas músicas do filme não apareceram no álbum e vice-versa. Esse álbum seria o único disco ao vivo oficial disponível, até a edição de BBC Sessions em 1997.

Em 1978, a banda voltou ao estúdio para as gravações de [[In Throught The Out Door], álbum lançado em 20 de agosto, aniversário de Robert Plant. Esse álbum continha “All My Love”, dedicada a Karac. Agora eram 8 discos no Top 200 da Billboard e shows com ingressos esgotados por todos os lados, provando que o Led Zeppelin estava cada vez mais forte. Embora o Led Zeppelin nessa época já fosse considerada uma banda antiga, eles ainda arregimentavam uma enorme legião de fãs, tendo esse álbum chegado ao topo da lista dos mais vendidos, tanto no Reino Unido como nos EUA.

Em 1980 John Bonham morreu asfixiado pelo próprio vômito numa banheira, dando fim à carreira do Led Zeppelin. Depois disso a banda foi desfeita, pois não haveria mais condições de continuar com o nome Led Zeppelin.
enfim umas das melhores bandas do mundo!
Discografia:

LED ZEPPELIN I – 1969
LED ZEPPELIN II – 1969
LED ZEPPELIN III – 1970
LED ZEPPELIN IV – 1971
HOUSES OF THE HOLY – 1973
PHYSICAL GRAFFITI – 1975
PRESENCE – 1976
THE SONG REMAINS THE SAME (LIVE) – 1976
IN THROUGH THE OUT DOOR – 1979
CODA – 1982

Formados em 1965, os Scorpions passaram os primeiros 18 anos sem conseguir muito sucesso nos EUA, embora já fossem bastante famosos na Europa e no Japão. Apenas com o lançamento do álbum Love at First Sting, a banda conseguiu agarrar as paradas americanas. Reconhecidos pelo single Rock You Like a Hurricane, os Scorpions assumiam um papel de destaque no rock. No início da década de 1990, tiveram fama com o álbum Crazy World e a música Wind of Change, inspirado nas mudanças sociais ocorridas no Leste Europeu e também no fim da Guerra fria.

Foram o primeiro grupo a tocar na Rússia após a extinção da União Soviética e, em 21 de julho de 1990 foram convidados a participar no espetáculo de Roger Waters, The Wall in Berlin, juntamente com outros como Van Morrison e Bryan Adams.

História
Na Alemanha Ocidental, no final da década de 60, os irmãos e guitarristas Michael e Rudolf Schenker decidem montar uma banda com os amigos Klaus Meine (como vocalista), Lothar Heimberg (no baixo) e Wolfang Dziony (na bateria). Considera-se que, neste momento, surgia o Hard rock e a primeira banda desse novo estilo musical, os Scorpions.

Após gravarem uma fita demo, conseguem lançar o primeiro álbum, Lonesome Crow, em 1972. Apesar da boa repercussão da estréia, Heimberg e Dziony resolvem deixar o grupo e pouco tempo depois, Michael Schenker torna-se guitarrista da banda londrina UFO.

Sozinhos, Rudolf e Klaus dão continuidade ao trabalho e rapidamente entram em contato com o guitarrista Ulrich Roth (mais conhecido como Uli Jon Roth), que por sua vez convida o baixista Francis Buchholz e o baterista Jurgen Rosenthal para completar o grupo.

Fazem algumas apresentações e assinam com a RCA, que lança o segundo disco Fly to the Rainbow, em 1974. No ano seguinte, Rudy Lenners assume a bateria e o álbum In Trance faz sucesso em toda a Europa, dando início a uma turnê que consagrou o Scorpions como uma das melhores bandas de Rock ao vivo.

Em 1976, gravaram Virgin Killer e, em 1977, Taken by Force, realizando shows em vários países. Nessa época, Herman Rarebell já havia substituído Lenners e, em 1978, lançaram Tokyo Tapes, um registro da passagem da banda pelo Japão.

De volta à [[Alemanha Ocidental], mais uma baixa no Scorpions: Uli Jon Roth anuncia a sua saída para montar um novo projeto batizado de Eletric Sun, entrando em seu lugar Matthias Jabs. O grupo grava uma seqüência de discos que mantiveram seu nome entre os maiores da época: Lovedrive (1979), Animal Magnetism (1980) e Blackout (1982). Porém, seria o próximo trabalho (Love at First Sting, de 1984), que conquistaria uma quantia considerável de fãs com os hits Rock You Like a Hurricane, Big City Nights e a balada Still Loving You. O disco ao vivo World Wide Live sai no ano seguinte e o grupo fica quase quatro anos sem lançar material inédito.

Em janeiro de 1985 os Scorpions se apresentaram na primeira edição do festival Rock in Rio, ao lado de outras bandas como AC/DC, Iron Maiden, Queen, Whitesnake e Yes e de Ozzy Osbourne.

Somente em 1988, Savage Amusement chegou às lojas e também foi muito bem recebido. A coletânea Best of Rockers and Ballads e mais um disco de estúdio, Crazy World, que trazia a música Wind of Change, vieram em seguida.

Em 1993, o baixista Francis Buchholz é substituído por Ralph Rieckermann e lançam o álbum Face the Heat, que trazia a canção Under the Same Sun como o seu principal sucesso. O terceiro ao vivo da carreira, Live Bites, sai em 1995 e Pure Instinct é lançado em 1996 já sem a participação de Herman Rarebell, que foi substituído nas gravações pelo baterista Curt Cress. Herman Rarebell decide deixar a banda e abrir uma gravadora em Monte Carlo, chamada Monaco Records e James Kottak torna-se o novo baterista do Scorpions.

Gravam Eye to Eye em 1999 e, cansados de álbuns convencionais de estúdio, resolvem explorar outros caminhos. O próximo passo dos Scorpions foi bem aceito pelos fãs e pela crítica por se tratar de algo totalmente inédito: a gravação de um álbum com a Orquestra Filarmônica de Berlim, a mais importante do mundo. Intitulado de Moment of Glory e lançado em 2000, esse álbum traz faixas como Send Me a Angel, Still Loving You, Hurricane 2000 (uma nova versão de Rock You Like a Hurricane), entre outras, com novos arranjos orquestrados. A criação dos arranjos e a regência da orquestra ficou a cargo do austríaco Christian Kolonovitz, que deu seqüência ao seu excelente trabalho com os Scorpions em outro projeto que foi batizado de Acoustica.

Em 2001, é lançado o álbum Acoustica. As apresentações acústicas, registradas no Convento do Beato, em Portugal, fizeram tanto sucesso quanto o trabalho anterior com a orquestra. Tiveram ainda o reforço de alguns músicos contratados, como um percussionista chileno, para que as versões mais intimistas, executadas apenas com violão soassem melhor.

Em 2004, lançam o álbum Unbreakable, que era aguardado com grande expectativa pelos fãs, pois havia 5 anos desde Eye to Eye que um álbum contendo canções inéditas não era lançado. O trabalho foi bem recebido pelos fãs. Com o álbum Unbreakable também foi apresentado o novo baixista da banda: Pawel Maciwoda, que substituiu Ralph Rieckermann, que deixou a banda um pouco antes das gravações de Unbreakable. A banda incluiu o Brasil na turnê Unbreakable e fizeram três shows no país em 2005. Os músicos apresentaram sucessos como Wind of Change, Rock You Like a Hurricane e New Generation, sendo esta última sua música de trabalho da turnê. Um novo álbum “Humanity – Hour I”,está sendo gravado e será lançado na 2ª quinzena de Maio de 2007.

Navegando pela net encontrei um papel de parede que eu não posso deixar de compartilhar com vocês.

caverna_do_dragao

Segue aí uma tirinha do Snoopy.

Ótima semana a todos.

snoopy

De uma certa maneira, eu me identifico com o John. E quando olho pros meus gatos, parecem que eles se identificam com o Garfield.

Mais uma tirinha pra começar bem nosso segunda feira (que o famoso gato laranja odeia).

tirinha_garfield

Salve galera. Como de costume aí vai mais uma tirinha do Garfield. É incrível como uma coisa simples pode mudar nosso dia e humor.

garfield

Twittando por ai…

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

Musicas – Last.FM

maio 2017
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