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Simplesmente assistam e tirem suas conclusões.

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Olá galera, gostaria de deixar recomendado o ótimo serviço prestado pela LinkWS que além de ser uma excelente opção de hospedagem tb conta com profissionais bem qualificados.

Explico a rasgação de seda. Eu estava precisando usar uma biblioteca chamada Mpdf em um dos sites que eu estou criando, mas ao executá-lo ele dava erro. Pesquisando no oráculo (Google) eu vi que bastava fazer uma determinada modificação no php.ini que a coisa iria funcionar.

Como eu não tenha acesso ao php.ini do servidor, pedi a gentileza para que a equipe da LinkWS fizesse isso por mim.

Eles analisaram a situação com muito carinho e após alguns dias recebi a informação de que a alteração necessária havia sido efetuada e que a biblioteca mpdf estava funcionando. Deixaram ainda aberta a possibilidade de se eu precisasse de mais alguma ajuda ou alteração bastava entrar em contato e eles novamente iriam avaliar minha situação.

Se quiserem conhecer melhor essa empresa, aqui está o link http://www.linkws.com/

abs.

Cubra-me com seu manto de amor
Guarda-me na paz desse olhar
Cura-me as feridas e a dor me faz suportar
Que as pedras do meu caminho
Meus pés suportem pisar
Mesmo ferido de espinhos me ajude a passar
Se ficaram mágoas em mim
Mãe tira do meu coração
E aqueles que eu fiz sofrer peço perdão
Se eu curvar meu corpo na dor
Me alivia o peso da cruz
Interceda por mim minha mãe junto a Jesus
Nossa Senhora me de a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida do meu destino
Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida do meu destino
Do meu caminho
Cuida de mim
Sempre que o meu pranto rolar
Ponha sobre mim suas mãos
Aumenta minha fé e acalma o meu coração
Grande é a procissão a pedir
A misericórdia o perdão
A cura do corpo e pra alma a salvação
Pobres pecadores oh mãe
Tão necessitados de vós
Santa Mãe de Deus tem piedade de nós
De joelhos aos vossos pés
Estendei a nós vossas mãos
Rogai por todos nós vossos filhos meus irmãos
Nossa Senhora me de a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida do Meu destino
Do meu caminho
Cuida de mim…

Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos

Salve galera.

Quem é amante de gatos já tem um novo blog pra visitar.

Os olhos do gato é um blog voltado pra quem ama este bichinho com ar enigmático, carinhoso e inteligente.

Nos vemos por lá.

http://osolhosdogato.wordpress.com/

Por que será que eu gosto de sofrer?
Vai ver que agora eu dei pra masoquista
Meu amor branco e preto
Às vezes me deixou na mão.

Mas eu gosto de você
Já não me importa a sua ingratidão
Sofro mas continuo a te adorar
Corinthians meu amor!
Corinthians!

Corinthians 2 x 0 Santos
A Quebra do Tabu (1968)

No dia 6 de março de 1968, o Pacaembu foi palco de uma das partidas mais emocionantes da história do clube.

Até aquela data, o Corinthians já estava 11 anos e 22 partidas sem ganhar do Santos, em jogos válidos pelo Paulistão. Um tabu que vinha desde os 3 a 3 em 1957, quando o Timão conquistou a Taça dos Invictos e jogou pela primeira vez contra o Rei Pelé.

Contando com os novos reforços Paulo Borges, Bulão e Eduardo, além do técnico Lula, o Corinthians entrou em campo determinado e pronto para passar pelo difícil, até então imbatível, Santos de Pelé. No primeiro tempo, o jogo terminou empatado. O grande destaque foi o zagueiro Luis Carlos, que fez uma marcação implacável no Rei.

No segundo tempo, o Corinthians começa pressionando e Rivelino chuta uma bola na trave. Logo depois, aos 13 minutos, Paulo Borges faz 1 a 0, após uma tabela com Flávio. Melhor em campo, o Timão segue firme em busca do objetivo. Aos 31 minutos, Rivelino lança Flávio, que aproveita a chance e aumenta: 2 a 0. Depois disso, o time só esperou o juiz encerrar para poder comemorar. Fim do tabu.

A torcida invadiu o campo e carregou os heróis como se eles tivessem conquistado um título, gritando e cantando: “Com Pelé, Com Edu, nós quebramos o tabu”.

Veja o depoimento de Paulo Borges sobre a partida: “ Foi a melhor partida da minha vida. O Pacaembu estava lotado e todos esperavam pelo fim do tabu de 11 anos. Jogamos muito bem e passamos com sufoco. No segundo tempo, fiz 1 a 0 com um belo chute pela esquerda. Depois, o Flávio aumentou. Eles puseram duas bolas na trave e nos pressionaram muito, mas conseguimos. Nossa festa foi até de manhã e eu fiquei vendo o teipe do jogo lá no Parque.”

Fonte: http://www.todopoderosotimao.com/p_jogos/j_tabu.htm

A invasão Corinthiana.

A invasão corintiana ao Maracanã foi um evento em que milhares de torcedores do time de futebol brasileiro Corinthians, da cidade de São Paulo, viajaram até o Rio de Janeiro para assistir partida única da fase pré-final (semi-final) do Campeonato Brasileiro de 1976,disputada entre o clube paulista e o Fluminense.
O jogo ocorreu no estádio do Maracanã em um domingo, às 17h, do dia 5 de dezembro daquele ano. Das quase 147 mil pessoas presentes no estádio, calcula-se que cerca de 70 mil eram torcedores corintianos que se deloscaram de São Paulo em direção a capital fluminense, por ônibus, trem, avião ou automóvel particular. Alguns milhares de torcedores de clubes grandes cariocas e rivais do Fluminense – como o Vasco da Gama, o Botafogo e o Flamengo – teriam ajudado a completar a “divisão ao meio” do Maracanã em favor de Fluminense e Corinthians, respectivamente.
Em 2006, Francisco Horta (então presidente do Fluminense na época da partida) revelou que disponibilizou uma carga de 70 mil ingressos aos corintianos e que entregou pessoalmente ao então presidente corintiano, Vicente Matheus, na cidade de São Paulo. O próprio Horta admitiu que jamais esperava a aparição de 70 mil corintianos no Maracanã. Jamais o futebol nacional havia visto um número tão elevado de torcedores de um time visitante, já que costuma-se distribuir apenas uma pequena parcela da carga total de ingressos ao clube visitante.[carece de fontes]
O Fluminense entrou em campo para o jogo na condição de favorito. O gol de Pintinho parecia confirmar os prognósticos favoráveis aos cariocas. Mas então, começou a chover e o Corinthians, com empenho e raça, conseguiu o gol de empate, com uma puxeta de Ruço após a bola ser desviada de cabeça na pequena área do Fluminense. Depois do gol, a chuva aumentou. No segundo tempo, o gramado do Maracanã estava pesado e dificultava o toque de bola das equipes. Após o empate no tempo normal e prorrogação, a decisão foi para os pênaltis. O goleiro corintiano Tobias pegou duas cobranças e o Corinthians sagrou-se vencedor da partida, classificando-se para a final do nacional.

A invasão corintiana ao Maracanã foi um evento em que milhares de torcedores do time de futebol brasileiro Corinthians, da cidade de São Paulo, viajaram até o Rio de Janeiro para assistir partida única da fase pré-final (semi-final) do Campeonato Brasileiro de 1976,disputada entre o clube paulista e o Fluminense.O jogo ocorreu no estádio do Maracanã em um domingo, às 17h, do dia 5 de dezembro daquele ano. Das quase 147 mil pessoas presentes no estádio, calcula-se que cerca de 70 mil eram torcedores corintianos que se deloscaram de São Paulo em direção a capital fluminense, por ônibus, trem, avião ou automóvel particular. Alguns milhares de torcedores de clubes grandes cariocas e rivais do Fluminense – como o Vasco da Gama, o Botafogo e o Flamengo – teriam ajudado a completar a “divisão ao meio” do Maracanã em favor de Fluminense e Corinthians, respectivamente.Em 2006, Francisco Horta (então presidente do Fluminense na época da partida) revelou que disponibilizou uma carga de 70 mil ingressos aos corintianos e que entregou pessoalmente ao então presidente corintiano, Vicente Matheus, na cidade de São Paulo. O próprio Horta admitiu que jamais esperava a aparição de 70 mil corintianos no Maracanã. Jamais o futebol nacional havia visto um número tão elevado de torcedores de um time visitante, já que costuma-se distribuir apenas uma pequena parcela da carga total de ingressos ao clube visitante.[carece de fontes]O Fluminense entrou em campo para o jogo na condição de favorito. O gol de Pintinho parecia confirmar os prognósticos favoráveis aos cariocas. Mas então, começou a chover e o Corinthians, com empenho e raça, conseguiu o gol de empate, com uma puxeta de Ruço após a bola ser desviada de cabeça na pequena área do Fluminense. Depois do gol, a chuva aumentou. No segundo tempo, o gramado do Maracanã estava pesado e dificultava o toque de bola das equipes. Após o empate no tempo normal e prorrogação, a decisão foi para os pênaltis. O goleiro corintiano Tobias pegou duas cobranças e o Corinthians sagrou-se vencedor da partida, classificando-se para a final do nacional.

Promoção do jogo

Logo nos primeiros dias após a definição da classificação das equipes, os presidentes de Fluminense e Corinthians trataram de realizar a promoção da partida. Segundo o presidente tricolor Francisco Horta, ele conversou com o colega corintiano Vicente Matheus para que os dois pudessem promover o jogo na mídia. Horta foi à cidade de São Paulo e participou de programas esportivos. Em comum acordo, os presidentes de Fluminense e Corinthians acertaram a divisão de ingressos para a partida. Quando foi à São Paulo, Horta levou pessoalmente a carga de 70 mil ingressos ao Parque São Jorge, e Matheus pagou tudo à vista.

Ao mesmo tempo, os próprios dirigentes tentavam fazer provocações na mídia espotiva, com a intenção de promover o confronto. No dia 29 de novembro, um dia após a definição dos quatro semifinalistas do Campeonato Brasileiro de 1976, Horta fez “uma polêmica declaração” que seria capitaneada por Matheus para mobilizar os corintianos ao longo daquela semana rumo ao jogo decisivo do Maracanã: “Que os vivos saiam de casa e os mortos saiam das tumbas para torcer pelo Corinthians no Maracanã, porque o Fluminense vai ganhar a partida.” A “declaração polêmica” de Horta teve efeito imediato e se tornou um dos principais assuntos da imprensa esportiva paulista antes da decisão, ao que se somou a empolgação geral de torcedores do Corinthians com a classificação para a semifinal do nacional – a maior euforia desde que o clube havia disputado a decisão estadual do Campeonato Paulista de 1974 contra o Palmeiras, e gerou um clima para dar uma resposta ao dirigente do clube carioca.

Chegada ao Rio

Mesmo com a promessa de transmissão direta da partida pela TV para o Estado de São Paulo, milhares de corintianos começaram a se dirigir para a cidade do Rio de Janeiro. O movimento na Rodovia Presidente Dutra aumentou a partir do dia 3 de dezembro, dois dias antes da partida, e se intensificou ainda mais no dia seguinte, sábado, dia 4, “quando milhares de autos particulares, ‘peruas’ e ônibus deixaram São Paulo com destino ao Rio de Janeiro, conduzindo torcedores para assistir” o jogo no Maracanã. O movimento de torcedores quebrou o recorde de volume de tráfego na via, de acordo com Departamento Nacional de Estrada de Rodagem, que implantou uma operação inédita até o momento e única até os dias atuais, a denominada “OPERAÇÃO CORINTHIANS” . Depois da grande movimentação entre sexta e sábado à noite, o tráfico na Dutra estava “abaixo do normal” na manhã de domingo.

Ao chegarem, muitos corintianos percorriam ruidosamente as ruas de Copacabana e áreas centrais do Rio. No sábado de manhã, véspera da partida, havia grande concentração de corintianos na avenida Atlântica e em Ipanema. Os guardas de trânsito não puderam controlar o grande fluxo e, aos poucos, alguns torcedores estacionavam seus veículos no calçadão da praia.

O auge da “invasão” ocorreu a partir das 8h de domingo, quando a grande maioria dos corintianos vindos de São Paulo já se concentravam no Rio. Os 300 ônibus da torcida organizada “Gaviões da Fiel” tinham chegado por volta das 4h de domingo. Também já estavam presentes integrantes de organizadas corintianas, como “Patota do Timão”, “Torcida Jovem” e “Camisa 12”. Foram registradas brigas entre torcedores e pelo menos um ficou gravemente ferido.

A presença maciça de torcedores do Corinthians, calculada em torno de 70 mil pessoas, causou certos transtornos no Rio, com engarrafamentos, tumultos, agressões e até o esgotamento de bebidas e cigarros nos bares e lanchonetes das imediações do estádio do Maracanã. O Detran e a polícia militar tentaram organizar a “Operação Corinthians” para receber os torcedores que chegavam ao Rio, mas mesmo assim o engarramento estendido foi de cinco quilômetros na avenida Brasil, principal via de acesso à cidade. Nas proximidades do estádio do Maracanã, o trânsito fluía lentamente e o engarrafamento se estendeu por mais de dez quilômetros. Já no início da manhã de domingo, pouco menos de dez horas antes do pontapé inicial no estádio, o tráfego era complicado nos túneis Rebouças e Santa Bárbara, quando dezenas de milhares de torcedores começaram a se dirigir para o Maracanã. O policiamento em toda cidade foi feito por cerca de 1.500 soldados da polícia militar carioca.

O jogo

O gramado escorregadio fez com que as duas equipes iniciassem a partida de maneira cautelosa, com muita troca de passes. Coube aos visitantes o primeiro ataque do jogo. Zé Maria cruzou da linha de fundo, mas o goleiro Renato antecipou-se a Geraldão e fez a defesa. O Fluminense respondeu aos 7 min. Após jogada de Rivellino, Dirceu chutou de fora da área e Tobias defendeu parcialmente. O Fluminense tocava bastante a bola, tentando atrair o Corinthians para seu campo. Rivellino buscava lançar Gil, mas a defesa corintiana, comandada pelo volante Givanildo, dava combate. Em alguns momentos, o jogo apresentou alguma violência por parte dos atletas de ambas equipes. O árbitro baiano Saul Mendes aplicou o primeiro cartão amarelo da partida aos 10 min, após Rivellino receber uma entrada forte de Ruço.

Aos 19 min, o Fluminense chegou ao gol. Após um rápido contra-ataque, Gil cruzou à meia altura na área corintiana. Carlos Alberto Pintinho se antecipou à marcação de Zé Eduardo e desviou a bola, que entrou no canto direito de Tobias. Após o gol, o Corinthians tentou reagir. Aos 21 min, Vaguinho ganhou de Edinho na corrida, driblou o goleiro Renato, mas Edinho se recuperou e afastou o perigo da área carioca. O Corinthians seguiu no campo ofensivo, mas o time tocava a bola em demasia, demorando para chegar ao gol adversário. Romeu insistia em realizar cruzamentos na área do Fluminense, o que facilitava a vida da dupla Carlos Alberto Torres e Edinho.

Aos 28 min, Vaguinho cobrou escanteio e Neca chutou para fora, perdendo uma grande oportunidade para empatar. De tanto insistir, o Corinthians chegou ao gol. Aos 29 min, em novo escanteio cobrado por Vaguinho, Neca ganhou disputa de cabeça com Rodrigues Neto. A bola sobrou a meia altura na pequena área e Ruço marcou, de meia-bicicleta, no canto esquerdo de Renato.

Durante o intervalo de jogo, a chuva se intensificou, mas o árbitro – após consultar os jogadores – resolveu que a partida continuaria. Sem poder trabalhar a posse de bola, os chutões foram constantes e frequentemente paravam nas poças d’águas. Mario Travaglini tirou Cléber para entrada de Erivelto, e Duque substituiu Geraldão por Lance. Depois, foi a vez de Givanildo – com problemas na garganta – ceder espaço para Basílio. O jogo seguiu, porém sem jogadas de grande técnica. O Corinthians chegava mais ao ataque, mas sem aproveitar suas oportunidades. Já o Fluminense esbarrava na defesa corintiana.

Com o empate no tempo normal, as duas equipes foram para a prorrogação de trinta minutos. O empate persistiu e a decisão foi para os pênaltis.

Nas penalidades brilhou a estrela de Tobias que defendeu dois penaltis. O Corinthians chegaria à final para enfrentar outro poderoso time, o Internacional, mas desta vez o Corinthians não resistiu e perdeu a chance de conquistar seu primeiro título nacional.

São Jorge foi adotado como padroeiro do Corinthians a partir de 1928, data que marcou a mudança da sede esportiva do clube da Ponte Grande para o Parque São Jorge. Em 1967, foi inaugurada uma capela em homenagem ao padroeiro e todo ano é celebrada uma missa especial em 23 de abril, data em que comemora-se o martírio do santo. São Jorge também é padroeiro da Inglaterra, Portugal, Catalunha, entre outros.

A história

De acordo com a lenda, Jorge teria nascido na antiga Capadócia, região do centro da Anatólia que, atualmente, faz parte da República da Turquia. Ainda criança, mudou-se para a Palestina com sua mãe após seu pai morrer em batalha. Sua mãe, ela própria originária da Palestina, Lida, possuía muitos bens e o educou com esmero. Ao atingir a adolescência, Jorge entrou para a carreira das armas, por ser a que mais satisfazia à sua natural índole combativa. Logo foi promovido a capitão do exército romano devido a sua dedicação e habilidade — qualidades que levaram o imperador a lhe conferir o título de conde da Capadócia. Aos 23 anos passou a residir na corte imperial em Nicomédia, exercendo a função de Tribuno Militar.

Nesse tempo sua mãe faleceu e ele, tomando grande parte nas riquezas que lhe ficaram, foi-se para a corte do Imperador. Jorge, ao ver que urdia tanta crueldade contra os cristãos, parecendo-lhe ser aquele tempo conveniente para alcançar a verdadeira salvação, distribuiu com diligência toda a riqueza que tinha aos pobres.

O imperador Diocleciano tinha planos de matar todos os cristãos e no dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses.

Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande ousadia a fé em Jesus Cristo. Indagado por um cônsul sobre a origem dessa ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da Verdade. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: “O que é a Verdade?”. Jorge respondeu-lhe: “A Verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e Nele confiando me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade.”

Como Jorge mantinha-se fiel ao cristianismo, o imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Todavia, Jorge reafirmava sua fé, tendo seu martírio aos poucos ganhado notoriedade e muitos romanos tomado as dores daquele jovem soldado, inclusive a mulher do imperador, que se converteu ao cristianismo. Finalmente, Diocleciano, não tendo êxito, mandou degolá-lo no dia 23 de abril de 303, em Nicomédia (Ásia Menor).

Os restos mortais de São Jorge foram transportados para Lida (Antiga Dióspolis), cidade em que crescera com sua mãe. Lá ele foi sepultado, e mais tarde o imperador cristão Constantino mandou erguer suntuoso oratório aberto aos fiéis, para que a devoção ao santo fosse espalhada por todo o Oriente.

Pelo século V, já havia cinco igrejas em Constantinopla dedicadas a São Jorge. Só no Egito, nos primeiros séculos após sua morte, construíram-se quatro igrejas e quarenta conventos dedicados ao mártir. Na Armênia, em Bizâncio, no Estreito de Bósforo na Grécia, São Jorge era inscrito entre os maiores santos da Igreja Católica.

A lenda do dragão.

Baladas medievais contam que Jorge era filho de Lorde Albert de Coventry. Sua mãe morreu ao dá-lo à luz e o recém nascido Jorge foi roubado pela Dama do Bosque para que pudesse, mais tarde, fazer proezas com suas armas. O corpo de Jorge possuia três marcas: um dragão em seu peito, uma jarreira em volta de uma das pernas e uma cruz vermelho-sangue em seu braço. Ao crescer e adquirir a idade adulta, ele primeiro lutou contra os sarracenos e, depois de viajar durante muitos meses por terra e mar, foi para Syle´n, uma cidade da Líbia.
Nesta cidade, Jorge encontrou um pobre eremita que lhe disse que toda a cidade estava em sofrimento, pois lá existia um enorme dragão cujo hálito venenoso podia matar toda uma cidade, e cuja pele não poderia ser perfurada nem por lança e nem por espada. O eremita lhe disse que todos os dias o dragão exigia o sacrifício de uma bela donzela e que todas as meninas da cidade haviam sido mortas, só restando a filha do rei, Sabra, que seria sacrificada no dia seguinte ou dada em casamento ao campeão que matasse o dragão.
Casamento de São Jorge e Sabra
Ao ouvir a história, Jorge ficou determinado em salvar a princesa. Ele passou a noite na cabana do eremita e quando amanheceu partiu para o vale onde o dragão morava. Ao chegar lá, viu um pequeno cortejo de mulheres lideradas por uma bela moça vestindo trajes de pura seda árabe. Era a princesa, que estava sendo conduzida pelas mulheres para o local do sacrifício. São Jorge se colocou na frente das mulheres com seu cavalo e, com bravas palavras, convenceu a princesa a voltar para casa.
O dragão, ao ver Jorge, sai de sua caverna, rosnando tão alto quanto o som de trovões. Mas Jorge não sente medo e enterra sua lança na garganta do monstro, matando-o. Como o rei do Marrocos e do Egito não queria ver sua filha casada com um cristão, envia São Jorge para a Pérsia e ordena que seus homens o matem. Jorge se livra do perigo e leva Sabra para a Inglaterra, onde se casa e vive feliz com ela até o dia de sua morte, na cidade de Coventry.
De acordo com a outra versão[4], Jorge acampou com sua armada romana próximo a Salone, na Líbia. Lá existia um gigantesco crocodilo alado que estava devorando os habitantes da cidade, que buscaram refúgio nas muralhas desta. Ninguém podia entrar ou sair da cidade, pois o enorme crocodilo alado se posicionava em frente a estas. O hálito da criatura era tão venenoso que pessoas próximas podiam morrer envenenadas. Com o intuito de manter a besta longe da cidade, a cada dia ovelhas eram oferecidas à fera até estas terminarem e logo crianças passaram a ser sacrificadas.
O sacrifício caiu então sobre a filha do rei, Sabra, uma menina de quatorze anos. Vestida como se fosse para o seu próprio casamento, a menina deixou a muralha da cidade e ficou à espera da criatura. Jorge, o tribuno, ao ficar sabendo da história, decidiu pôr fim ao episódio, montou em seu cavalo branco e foi até o reino resgatá-la. Jorge foi até o reino resgatá-la, mas antes fez o rei jurar que se a trouxesse de volta, ele e todos os seus súditos se converteriam ao cristianismo. Após tal juramento, Jorge partiu atrás da princesa e do “dragão”. Ao encontrar a fera, Jorge a atinge com sua lança, mas esta se despedaça ao ir de encontro à pele do monstro e, com o impacto, São Jorge cai de seu cavalo. Ao cair, ele rola o seu corpo, até uma árvore de laranjeira, onde fica protegido por ela do veneno do dragão até recuperar suas forças.
Ao ficar pronto para lutar novamente, Jorge acerta a cabeça do dragão com sua poderosa espada Ascalon. O dragão derrama então o veneno sobre ele, dividindo sua armadura em dois. Uma vez mais, Jorge busca a proteção da laranjeira e em seguida, crava sua espada sob a asa do dragão, onde não havia escamas, de modo que a besta cai muito ferida aos seus pés. Jorge amarra uma corda no pescoço da fera e a arrasta para a cidade, trazendo a princesa consigo. A princesa, conduzindo o dragão como um cordeiro, volta para a segurança das muralhas da cidade. Lá, Jorge corta a cabeça da fera na frente de todos e as pessoas de toda cidade se tornam cristãs.
O dragão (o demônio) simbolizaria a idolatria destruída com as armas da Fé. Já a donzela que o santo defendeu representaria a província da qual ele extirpou as heresias.

Baladas medievais contam[3] que Jorge era filho de Lorde Albert de Coventry. Sua mãe morreu ao dá-lo à luz e o recém nascido Jorge foi roubado pela Dama do Bosque para que pudesse, mais tarde, fazer proezas com suas armas. O corpo de Jorge possuia três marcas: um dragão em seu peito, uma jarreira em volta de uma das pernas e uma cruz vermelho-sangue em seu braço. Ao crescer e adquirir a idade adulta, ele primeiro lutou contra os sarracenos e, depois de viajar durante muitos meses por terra e mar, foi para Syle´n, uma cidade da Líbia.Nesta cidade, Jorge encontrou um pobre eremita que lhe disse que toda a cidade estava em sofrimento, pois lá existia um enorme dragão cujo hálito venenoso podia matar toda uma cidade, e cuja pele não poderia ser perfurada nem por lança e nem por espada. O eremita lhe disse que todos os dias o dragão exigia o sacrifício de uma bela donzela e que todas as meninas da cidade haviam sido mortas, só restando a filha do rei, Sabra, que seria sacrificada no dia seguinte ou dada em casamento ao campeão que matasse o dragão.

Casamento de São Jorge e SabraAo ouvir a história, Jorge ficou determinado em salvar a princesa. Ele passou a noite na cabana do eremita e quando amanheceu partiu para o vale onde o dragão morava. Ao chegar lá, viu um pequeno cortejo de mulheres lideradas por uma bela moça vestindo trajes de pura seda árabe. Era a princesa, que estava sendo conduzida pelas mulheres para o local do sacrifício. São Jorge se colocou na frente das mulheres com seu cavalo e, com bravas palavras, convenceu a princesa a voltar para casa.O dragão, ao ver Jorge, sai de sua caverna, rosnando tão alto quanto o som de trovões. Mas Jorge não sente medo e enterra sua lança na garganta do monstro, matando-o. Como o rei do Marrocos e do Egito não queria ver sua filha casada com um cristão, envia São Jorge para a Pérsia e ordena que seus homens o matem. Jorge se livra do perigo e leva Sabra para a Inglaterra, onde se casa e vive feliz com ela até o dia de sua morte, na cidade de Coventry.De acordo com a outra versão[4], Jorge acampou com sua armada romana próximo a Salone, na Líbia. Lá existia um gigantesco crocodilo alado que estava devorando os habitantes da cidade, que buscaram refúgio nas muralhas desta. Ninguém podia entrar ou sair da cidade, pois o enorme crocodilo alado se posicionava em frente a estas. O hálito da criatura era tão venenoso que pessoas próximas podiam morrer envenenadas. Com o intuito de manter a besta longe da cidade, a cada dia ovelhas eram oferecidas à fera até estas terminarem e logo crianças passaram a ser sacrificadas.O sacrifício caiu então sobre a filha do rei, Sabra, uma menina de quatorze anos. Vestida como se fosse para o seu próprio casamento, a menina deixou a muralha da cidade e ficou à espera da criatura. Jorge, o tribuno, ao ficar sabendo da história, decidiu pôr fim ao episódio, montou em seu cavalo branco e foi até o reino resgatá-la. Jorge foi até o reino resgatá-la, mas antes fez o rei jurar que se a trouxesse de volta, ele e todos os seus súditos se converteriam ao cristianismo. Após tal juramento, Jorge partiu atrás da princesa e do “dragão”. Ao encontrar a fera, Jorge a atinge com sua lança, mas esta se despedaça ao ir de encontro à pele do monstro e, com o impacto, São Jorge cai de seu cavalo. Ao cair, ele rola o seu corpo, até uma árvore de laranjeira, onde fica protegido por ela do veneno do dragão até recuperar suas forças.Ao ficar pronto para lutar novamente, Jorge acerta a cabeça do dragão com sua poderosa espada Ascalon. O dragão derrama então o veneno sobre ele, dividindo sua armadura em dois. Uma vez mais, Jorge busca a proteção da laranjeira e em seguida, crava sua espada sob a asa do dragão, onde não havia escamas, de modo que a besta cai muito ferida aos seus pés. Jorge amarra uma corda no pescoço da fera e a arrasta para a cidade, trazendo a princesa consigo. A princesa, conduzindo o dragão como um cordeiro, volta para a segurança das muralhas da cidade. Lá, Jorge corta a cabeça da fera na frente de todos e as pessoas de toda cidade se tornam cristãs.O dragão (o demônio) simbolizaria a idolatria destruída com as armas da Fé. Já a donzela que o santo defendeu representaria a província da qual ele extirpou as heresias.

São Jorge é tido como o padroeiro do Corinthians. Acredita-se que sua história de devoção e fidelidade à Verdade cristã até o fim de seu martírio seja a origem do termo “Fiel”, popular entre os torcedores e presente em várias agremiações corintianas.

A tradição diz que as manchas apresentadas pela lua representam o milagroso santo, seu cavalo e sua espada pronto para defender aqueles que buscam sua ajuda

Falar do Corinthians e do que é ser Corinthiano é deixar que o coração fale.

Não escolhi ser corinthiano. Eu nasci corinthiano. Como é bom ter esse privilégio.

No dia 08/03/1981, por volta das 22:30 na cidade de Jundiaí meu pai recebeu a notícia do médico. É um menino. No outro dia,  no bercinho eu já vestia a minha primeira roupinha. Uma camisa do Corinthians.

Acompanhei meu time e o amor que veio desde o nascimento sempre foi crescendo. Não importava o que diziam meus amiguinhos torcedores de outros times. “O Corinthians é time de favelado. Corinthiano é tudo bandido. Corinthians é a ralé do futebol.”

Meu amor só crescia.

Vibrei com os gols do Neto em 90 que trouxe nosso primeiro título brasileiro. Chorei com as derrotas para o Palmeiras (nosso verdadeiro e único rival). Voltei a comemorar os títulos de 98 e 99. Em 2000 veio o nosso Mundial. Vivi em 2002 um dos melhores anos do Corinthians ao ver o time ser campeão do Rio/São Paulo, Copa do Brasil e ser vice campeão do Brasileirão.

Em 2005 vi o Corinthians vencer seu quarto título brasileiro. E depois cair. Cair gradativamente. Em 2007 vivemos a pior crise vivida em nossos quase 100 anos de história. Fiquei triste é claro. Mas na segunda feira, ao ir trabalhar não consegui deixar de mostrar o meu amor ao Corinthians. Constantemente eu cantava CORINTHIANS MINHA VIDA, CORINTHIANS MINHA HISTÓRIA, CORINTHIANS MEU AMOR. Ou o já tradicional AQUI TEM UM BANDO DE LOUCO.

Meus amigos, torcedores de outros clubes, não deixavam a oportunidade passar e tiravam sarro. Uma grande amiga minha a Ana Paula (palmeirense) ria e dizia: “Nossa, mas nem com o Corinthians caindo…”. Nunca me envergonhei de ser corinthiano. Não estava nem aí com os sorrisos maliciosos de prazer ao ver a nossa queda. O Corinthians tinha caído mas o corinthianismo estava crescendo. Como sempre cresceu.

Enfrentamos a série B com a cabeça erguida.  Na primeira rodada dividíamos a liderança. Na segunda rodada já éramos líderes isolados. E assim foi até o fim do ano. Oficializamos nossa volta com seis rodadas de antecedência e passamos pela série B como um verdadeiro time grande. Não dando a menor chance para equívocos.

Na volta à elite em 2009, o Corinthians trouxe um dos maiores camisas nove de todos os tempos. Ronaldo Fenômeno. E com ele veio o titulo invícto do Paulistão 2009 e o terceiro título da Copa do Brasil.

Comemoramos hoje o nosso centenário. O centenário de uma história rica em amor e glórias.

Comemoramos o aniversário de um time que nasceu do amor pelo futebol de trabalhadores humildes no tradicional bairro do Bom Retiro e cresceu sob os olhares preconceituosos dos grandes e ricaços.

Qual time pode ficar 23 anos sem títulos e ainda sim continuar a ver sua torcida crescer?

Qual time consegue negociar o maior patrocínio do Brasil mesmo estando na série B?

Qual time consegue unir torcedores rivais na torcida pela queda de um gigante?

Qual time consegue negociar patrocínios equivalentes aos maiores Europeus?

Qual time consegue influenciar até na política com a chamada “Democracia Corinthiana”?

Qual time consegue levar 70 mil pessoas ao Maracanã em uma semifinal?

Qual time consegue reunir 120 mil pessoas no Anhagabaú para comemorar um Reveillon em setembro?

Qual time consegue o status de República Popular?

Novamente, parabéns Corinthians. Pelos 100 anos de história.

Nação. Conte sua história. Faça sua homenagem. Hoje é nosso dia.

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Olá galerinha!!!

Mais um site acabou de sair do forno.

A Fusion, comandada pelo Luthier Erlon Alves de Souza oferece aos seus clientes uma série de serviços, além de também vender vários equipamentos e acessórios indispensáveis para a sua banda.

O site conta com um painel de controle para que os administradores tenham total controle sobre o site, podendo inserir, editar e excluir artigos, produtos, fotos e muito mais.

.: | Fusion Luthier | :.

Os internautas por sua vez, poderão conhecer os belos trabalhos realizados pela Fusion acessando os menus de Luthier, Serviços, entrar em contato, ver artigos interessantes do mundo da música  e ainda ter à disposição uma loja virtual que usa o conceituado sistema PagSeguro UOL.

Vocês podem acessar o site clicando aqui.

Twittando por ai…

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Musicas – Last.FM

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Adriano Medeiros