A bôrra da vida está nos atos e pensamentos de atitudes e soluções impensadas. Que fazem em sua anuâncias a tristeza do viver. Mas para que isso se ensine nas caminhadas elevamos e nos confessamos até que essa bôrra imaginaria se dissipe nas águas de suas lágrimas.
Porque até então só ficou uma poeira reluzente num caminhar distante que só faz refletir a vontade de fugir no equidistante caminho das linhas que nos fazem pensar, e pensar com certo medo no profundo do seu ser.
Mas quem diria que em um dado momento passasse a doer no fundo d’alma como se fosse uma cortina de fumaça que não se dissipa com um simples olhar.
Cherubin Camargo
19/09/07