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Olhe para os pássaros, indo para seus lares
No horizonte vermelho, o anoitecer
As arvores recolhendo seus galhos
No escuro da noite serena

Vendo o por do sol ao horizonte
Percebo a insignificância de minha presença
O pouco espaço que ocupo
Na mente e nos corações de quem amei

O vermelho do outono
Mesclado com o vermelho do entardecer
Não conseguem me alegrar
Nem me consolar

É a solidão tomando conta de tudo
Junto com a noite, penetrante
Que devora os seres desavisados
Que insistem em enfrentar seu espaço

É um sentimento cruel e solitário
Deturpa a mente de todos
A causa de mortes e suicídios
O verdadeiro medo da noite

Sob a lua cheia, o céu com estrelas
A infinidade diante de todos
A imortalidade ao alcance de poucos
O desejo da morte, não explicito

É a verdade que todos buscam
Mas não se contentam em apenas ver
Querem tocar, querem ter
Querem consigo, todo o poder

É apenas a solidão que se abate a todos
Em algum momento de sua vida
Onde somente os fortes conseguem sobreviver
Mas não tem coragem, de neste mundo,
Se entregar, ou se perder…..

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Apesar da ausencia, venho colocar a continuação do pequeno principe… não sabia que tinha leitores assiduos pelo mesmo…  Vamos então acompanhar as viagens deste principezinho pelas suas emoções…

O sexto planeta era dez vezes maior. Era habitado por um velho que escrevia livros enormes.

– Bravo! eis um explorador! exclamou ele, logo que viu o principezinho.

O principezinho assentou-se na mesa, ofegante. Já viajara tanto!

– De onde vens? perguntou-lhe o velho.
– Que livro é esse? perguntou-lhe o principezinho. Que faz o senhor aqui?

– Sou geógrafo, respondeu o velho.
– Que é um geógrafo? perguntou o principezinho.
– É um sábio que sabe onde se encontram os mares, os rios, as cidades, as montanhas, os desertos.

É bem interessante, disse o principezinho. Eis, afinal, uma verdadeira profissão! E lançou um olhar em torno de si, no planeta do geógrafo. Nunca havia visto planeta tão majestoso.

– O seu planeta é muito bonito. Haverá oceanos nele?
– Como hei de saber? disse o geógrafo.
– Ah! (O principezinho estava decepcionado.) E montanhas?
– Como hei de saber? disse o geógrafo.
– E cidades, e rios, e desertos?
– Como hei de saber? disse o geógrafo pela terceira vez.
– Mas o senhor é geógrafo!
– É claro, disse o geógrafo; mas não sou explorador. Há uma falta absoluta de exploradores. Não é o geógrafo que vai contar as cidades, os rios, as montanhas, os mares, os oceanos, os desertos. O geógrafo é muito importante para estar passeando. Não deixa um instante a escrivaninha. Mas recebe os exploradores, interroga-os, anota as suas lembranças. E se as lembranças de alguns lhe parecem interessantes, o geógrafo estabelece um inquérito sobre a moralidade do explorador.
– Por que?
– Porque um explorador que mentisse produziria catástrofes nos livros de geografia. Como o explorador que bebesse demais.
– Por que? perguntou o principezinho.
– Porque os bêbados vêem dobrado. Então o geógrafo anotaria duas montanhas onde há uma só.
– Conheço alguém, disse o principezinho, que seria um mau explorador.
– É possível. Pois bem, quando a moralidade do explorador parece boa, faz-se uma investigação sobre a sua descoberta.
– Vai-se ver?
– Não. Seria muito complicado. mas exige-se do explorador que ele forneça provas. Tratando-se, por exemplo, de uma grande montanha, ele trará grandes pedras.

O geógrafo, de súbito, se entusiasmou:

– Mas tu vens de longe. Tu és explorador! Tu me vais descrever o teu planeta!

E o geógrafo, tendo aberto o seu caderno, apontou o seu lápis. Anotam-se primeiro a lápis as narrações dos exploradores. Espera-se, para cobrir à tinta, que o explorador tenha fornecido provas.

– Então? interrogou o geógrafo.
– Oh! onde eu moro, disse o principezinho, não é interessante: é muito pequeno. Eu tenho três vulcões. Dois vulcões em atividade e um vulcão extinto. A gente nunca sabe…
– A gente nunca sabe, repetiu o geógrafo.
– Tenho também uma flor.
– Mas nós não anotamos as flores, disse o geógrafo.
– Por que não? É o mais bonito!
– Porque as flores são efêmeras.
– Que quer dizer “efêmera”?
– As geografias, disse o geógrafo, são os livros de mais valor. Nunca ficam fora de moda. É muito raro que um monte troque de lugar. É muito raro um oceano esvaziar-se. Nós escrevemos coisas eternas.
– Mas os vulcões extintos podem se reanimar, interrompeu o principezinho. Que quer dizer “efêmera”?
– Que os vulcões estejam extintos ou não, isso dá no mesmo para nós, disse o geógrafo. O que nos interessa é a montanha. Ela não muda.
– Mas que quer dizer “efêmera”? repetiu o principezinho, que nunca, na sua vida, renunciara a uma pergunta que tivesse feito.
– Quer dizer “ameaçada de próxima desaparição”.
– Minha flor estará ameaçada de próxima desaparição?
– Sem dúvida.

Minha flor é efêmera, disse o principezinho, e não tem mais que quatro espinhos para defender-se do mundo! E eu a deixei sozinha!
Foi seu primeiro movimento de remorso. Mas retomou coragem:

– Que me aconselha a visitar? perguntou ele.
– O planeta Terra, respondeu-lhe o geógrafo. Goza de grande reputação…

E o principezinho se foi, pensando na flor.

::: Continua ————–

Sei que estamos um tanto ausentes, muitos projetos em andamento. Abaixo uma capa desenvolvida para a apostila de photoshop, para a aescola MicroPrime

capa_photoshop.jpg

Em um momento de transição pessoal, profissional e mental, o blog esta um pouco parado, mas assim que eu estacionar novamente, e este momento de transição “para coisas melhores” passar, estaremos voltando com o pique todo..

Nesta transição, continuamos trabalhando com nossos projetos, caso esteja interessado em fazer um site, criar uma marca, produzir sua identidade visual, entre em contato com o nosso designer Douglas através do e-mail douglas.b.s.f@gmail.com para maiores informações. Veja abaixo nossos clientes de web-sites e no menu ao lado, nas seções publicidade e Criação e Design nossos trabalhos publicitários.

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Abraços e sucesso sempre…

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