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Washington, 7 nov (EFE).- Os astrônomos descobriram um quinto planeta em órbita próximo à estrela 55 Cancri, a única além do sol conhecida com tantos planetas, anunciou a National Science Foundation (NSF), agência dos Estados Unidos.

A NSF anunciou em seu site que os resultados dos estudos, dirigidos pela professora Debra Fischer, da Universidade Estadual de San Francisco, serão publicados no Astrophysical Journal.

A agência afirma que o planeta, que orbita dentro da área considerada potencialmente habitável da estrela, poderia dispor de água em forma líquida.

Além disso, apesar de o planeta ser uma formação gasosa, a água líquida poderia estar em sua superfície ou em satélites rochosos ainda desconhecidos.

O diretor do programa astronômico e astrofísico do NSF, Michael Briley, afirmou que “o trabalho marca um emocionante passo na busca de mundos como o nosso”.

O sistema 55 Cancri, considerado único, está situado a 41 anos luz em direção à constelação de Câncer.

Geoffrey Marcy, professor de astronomia da Universidade da Califórnia em Berkeley e co-autor do trabalho, afirmou que “os planetas ao redor de 55 Cancri não são semelhantes aos de nosso sistema solar já que os quatro próximos à estrela são do tamanho de Netuno ou mesmo maiores”.

A Nasa, em seu site, afirma que o descobrimento que “pesa 45 vezes a massa da Terra e tem composição e aparência semelhante a Saturno, com uma órbita completa cada 260 dias”.EFE alf-wm ev/pa

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Uma vez um viajante, percorrendo uma estrada, deparou-se com uma obra em início de construção. Três pedreiros, com suas ferramentas, trabalhavam na fundação do que parecia ser um importante projeto. O viajante, aproximou-se curioso. Perguntou ao primeiro deles o que estava fazendo. Estou quebrando pedras, não vê? Respondeu o pedreiro. Expressava no semblante um misto de dor e sofrimento. Eu estou morrendo de trabalhar, isto aqui é um meio de morte, as minhas costas doem, minhas mãos estão esfoladas eu não suporto mais este trabalho, concluiu.

Mal satisfeito, o viajante dirigiu-se ao segundo pedreiro e repetiu a pergunta .

Estou ganhando a vida, respondeu. Não posso reclamar, pois foi o emprego que consegui. Estou conformado porque levo o pão de cada dia para minha família.

O viajante queria saber o que seria aquela construção. Perguntou então ao terceiro pedreiro: O que está você fazendo?

Este respondeu: Estou construindo uma Catedral!

Três pedreiros, três respostas diferentes para o mesmo trabalho. Cada um manifestou sua própria visão.

Para o primeiro, o serviço significava dor e sofrimento. Um sacrifício que certamente tornava a ação muito mais penosa e lhe fazia mal.
O segundo pedreiro manifestou indiferença. Estava conformado mas não realizado. O trabalho nada lhe significava e ele só o fazia por obrigação.
Já o terceiro pedreiro tinha a consciência da importância do que fazia. Desempenhava a função com orgulho e satisfação. Tinha o sentimento elevado de participar de uma grande realização, o que lhe dava muito mais força, energia, ânimo, felicidade

Autor desconhecido

Levei muito tempo para compreender de onde viera. O principezinho, que me fazia milhares de perguntas, não parecia sequer escutar as minhas. Palavras pronunciadas ao acaso é que foram, pouco a pouco, revelando tudo. Assim, quando viu pela primeira vez meu avião (não vou desenhá-lo aqui, é muito complicado para mim), perguntou-me bruscamente:
– Que coisa é aquela?
– Não é uma coisa. Aquilo voa. É um avião. O meu avião.
Eu estava orgulhoso de lhe comunicar que eu voava. Então ele exclamou:
– Como? Tu caíste do céu?
– Sim, disse eu modestamente.
– Ah! como é engraçado…
E o principezinho deu uma bela risada, que me irritou profundamente. Gosto que levem a sério as minhas desgraças. Em seguida acrescentou:
– Então, tu também vens do céu! De que planeta és tu?
PlanetaVislumbrei um clarão no mistério da sua presença, e interroguei bruscamente:
– Tu vens então de outro planeta?
Mas ele não me respondeu. Balançava lentamente a cabeça considerando o avião:
-É verdade que, nisto aí, não podes ter vindo de longe…
Mergulhou então num pensamento que durou muito tempo. Depois, tirando do bolso o meu carneiro, ficou contemplando o seu tesouro.
Poderão imaginar que eu ficara intrigado com aquela semiconfidência sobre “os outros planetas”. Esforcei-me, então, por saber mais um pouco.
– De onde vens, meu bem? Onde é tua casa? Para onde queres levar meu carneiro?
Ficou meditando em silêncio, e respondeu depois:
– O bom é que a caixa que me deste poderá, de noite, servir de casa.
– Sem dúvida. E se tu fores bonzinho, darei também uma corda para amarrá-lo durante o dia. E uma estaca.
A proposta pareceu chocá-lo:
– Amarrar? Que idéia esquisita!
– Mas se tu não o amarras, ele vai-se embora e se perde…
E meu amigo deu uma nova risada:
– Mas onde queres que ele vá?
– Não sei… Por aí… Andando sempre para frente.
b612Então o principezinho observou, muito sério:
– Não faz mal, é tão pequeno onde moro!
E depois, talvez com um pouco de melancolia, acrescentou ainda:
– Quando a gene anda sempre para frente, não pode mesmo ir longe…

::: Continua ———

Aquarela

Toquinho

Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo
Com o lápis em torno da mão
Eu me dou uma luva
E se faço chover
Com dois riscos tenho um guarda-chuva
Se um pinguinho de tinta
Cai num pedacinho azul do papel
Num instante imagino
Uma linda gaivota a voar no céu

Vai voando
Contornando a imensa curva norte-sul
Vou com ela
Viajando, Havaí, Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela branco, navegando
É tanto céu e mar num beijo azul
Entre as nuvens
Vem surgindo um lindo avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo
Com suas luzes a piscar
Basta imaginar e ele está partindo
Sereno, indo
E se a gente quiser
Ele vai pousar

Numa folha qualquer
Eu desenho um navio de partida
Com alguns bons amigos
Bebendo de bem com a vida

De uma América a outra
Eu consigo passar num segundo
Giro um simples compasso
E num círculo eu faço o mundo
Um menino caminha
E caminhando chega no muro
E ali logo em frente
A esperar pela gente o futuro está
E o futuro
É uma astronave que tentamos pilotar
Não tem tempo nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença, muda a nossa vida
E depois convida a rir ou chorar
Nessa estrada não nos cabe
Conhecer ou ver o que virá
O fim dela
Ninguém sabe bem ao certo
Onde vai dar
Vamos todos numa linda passarela
De uma aquarela que um dia enfim,
Descolorirá
Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
E descololirá
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo
E descolorirá
Com o lápis em torno da mão
Eu me dou uma luva
E descololirá

Metáfora é uma figura de estilo (ou tropo linguístico), que consiste numa comparação entre dois elementos por meio de seus significados imagísticos, causando o efeito de atribuição “inesperada” ou improvável de significados de um termo a outro. Didaticamente, pode-se considerá-la como uma comparação que não usa conectivo (por exemplo, “como”), mas que apresenta de forma literal uma equivalência que é apenas figurada.

Twittando por ai…

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