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Metas do MilenioA ONU (Organização das Nações Unidas), o Google e a Cisco Systems lançaram um site que vai detectar o progresso no declínio da pobreza global até 2015.

O projeto chamado MDG (Millennium Development Goals) Monitor foi lançado pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, para atender a necessidade de que pessoas, empresas e governos em todo o globo trabalhem juntos para combater a pobreza.

Em setembro de 2000, um grupo de líderes globais definiram oito metas, chamadas Metas de Desenvolvimento do Milênio (Millennium Development Goals) que convocavam países a reduzir a fome e a pobreza e a endereçar questões como doenças, desigualdades de gênero, analfabetismo, falta de acesso a água limpa e ameaças ao meio-ambiente.

O site MDG Monitor Web mantém registros do progresso dos países nestes quesitos. A plataforma também provê dados de diversas bases em áreas como saúde e educação.

O internauta pode, por exemplo, usar o Google Earth para encontrar locais onde se está trabalhando para atingir as metas.

Ki-moon citou os acordos com o Google e a Cisco como um exemplo das parcerias inovadoras necessárias para atingir as metas.

Enquanto o Google fornece a tecnologia, a Cisco entra com apoio financeiro e suporte técnico ao site.

Fonte: IDG-Now

O PilotoVivi portanto só, sem amigo com quem pudesse realmente conversar, até o dia, cerca de seis anos atrás, em que tive uma pane no deserto do Saara. Alguma coisa se quebrara no motor. E como não tinha comigo mecânico ou passageiro, preparei-me para empreender sozinho o difícil conserto. Era, para mim, questão de vida ou de morte. Só dava para oito dias a água que eu tinha.
Na primeira noite adormeci pois sobre a areia, a milhas e milhas de qualquer terra habitada. Estava mais isolado que o náufrago numa tábua, perdido no meio do mar. Imaginem então a minha surpresa, quando, ao despertar do dia, uma vozinha estranha me acordou. Dizia:
– Por favor… desenha-me um carneiro!
– Hem!
– Desenha-me um carneiro…
O Pequeno PrincipePus-me de pé, como atingido por um raio. Esfreguei os olhos. Olhei bem. E vi um pedacinho de gente inteiramente extraordinário, que me considerava com gravidade. Eis o melhor retrato que, mais tarde, consegui fazer dele.
Meu desenho é, seguramente, muito menos sedutor que o modelo. Não tenho culpa. Fora desencorajado, aos seis anos, da minha carreira de pintor, e só aprendera a desenhar jibóias abertas e fechadas.
Olhava pois essa aparição com olhos redondos de espanto. Não esqueçam que eu me achava a mil milhas de qualquer terra habitada. Ora, o meu homenzinho não me parecia nem perdido, nem morto de fadiga, nem morto de fome, de sede ou de medo. Não tinha absolutamente a aparência de uma criança perdida no deserto, a mil milhas da região habitada. Quando pude enfim articular palavra, perguntei-lhe:
– Mas … que fazes aqui?
E ele repetiu-me então, brandamente, como uma coisa muito séria:
– Por favor … desenha-me um carneiro …
Quando o mistério é muito impressionante, a gente não ousa desobedecer. Por mais absurdo que aquilo me parecesse a mil milhas de todos os lugares habitados e em perigo de morte, tirei do bolso uma folha de papel e uma caneta. Mas lembrei-me, então, que eu havia estudado de preferência geografia, história, cálculo e gramática, e disse ao garoto (com um pouco de mau humor) que eu não sabia desenhar. Respondeu-me:
– Não tem importância. Desenha-me um carneiro.
Carneiro e a CaixaComo jamais houvesse desenhado um carneiro, refiz para ele um dos dois únicos desenhos que sabia. O da jibóia fechada. E fiquei estupefato de ouvir o garoto replicar:
– Não! Não! Eu não quero um elefante numa jibóia. A jibóia é perigosa e o elefante toma muito espaço. Tudo é pequeno onde eu moro. Preciso é dum carneiro. Desenha-me um carneiro.
Então eu desenhei.
Olhou atentamente, e disse:
– Não! Esse já está muito doente. Desenha outro.
Desenhei de novo.
Meu amigo sorriu com indulgência:
– Bem vês que isto não é um carneiro. É um bode… Olha os chifres…
Fiz mais uma vez o desenho.
Mas ele foi recusado como os precedentes:
– Este aí é muito velho. Quero um carneiro que viva muito.
Então, perdendo a paciência, como tinha pressa de desmontar o motor, rabisquei o desenho ao lado.
E arrisquei:
– Esta é a caixa. O carneiro está dentro.
Mas fiquei surpreso de ver iluminar-se a face do meu pequeno juiz:
– Era assim mesmo que eu queria! Será preciso muito capim para esse carneiro?
– Por quê?
– Porque é muito pequeno onde eu moro…
– Qualquer coisa chega. Eu te dei um carneirinho de nada!
Inclinou a cabeça sobre o desenho:
– Não é tão pequeno assim… Olha! Adormeceu…
E foi desse modo que eu travei conhecimento, um dia, com o pequeno príncipe.

::: Continua ——–

Quando a gente anda sempre para frente, não pode mesmo ir longe…

Sábias palavras…… como pode, um simples pedaço de papel, conter frases como essa…..

As vezes me sinto assim….. sempre andando em frente, com meu destino traçado, com tudo perfeito para que eu chegue exatamente do lugar onde saí… ou seja, fazemos uma grande preparação, para que nada falte em nossa jornada, para que possamos ficar andando em circulos…. e nem nos damos contas, pois estamos tão preocupados com nosso proprio destino (umbigo) que nos esquecemos de olhar para os lados, de ver a rosa que floresce a beira do caminho, o por do sol, ou até mesmo os amigos que estão sentados, se refrescando na sombra de uma arvore…..

Precisamos aprender a andar sempre em frente sim, mas com toda a atenção voltada ao nosso redor….

Twittando por ai…

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