Para compensar a falta de arquivo no dia de ontem, até mesmo porque não havia nada para ser colocado, estarei colocando algumas poesias que sairam em meu antigo blog nesta data, a 7 anos atrás..  Segue então um pequeno fragmento de uma poesia inacabada, e logo depois, um texto completo, de minha autoria..

Raios e Trovoadas
Caem dentro de minha alma
Faz com que o frio aumente
Interfere em minha vida
Não compreendo o sentdo de nada
A tempestade invade meu corpo
Fecha meus olhos infantis
E mata a inocencia
Que ainda existe
Dentro de mim

“Se a criança morre, os sonhos e as ilusões terminam”


Palavras ditas ao sabor do vento,
Talvez confissões em segredo,
Atitudes em nome do desespero,
Atos que se entregam, por si só,
Palavras que não deveriam ser ditas
E ainda querem que eu acredite
Que as nuvens não são de algodão
Conselhos em uma mente confusa
Medo de não saber o que fazer
Atos de imensa loucura
Apenas por uma noite de prazer
Um copo de vinho a mais
Um cigarro para acalmar a tosse
A verdade por trás de palavras insanas
Acusações vindas de mentes vizinhas
Que de nada sabem, nada dizem,
Atormentam minha noite, em tempo real,
Fazem de minha pequena felicidade
Um inferno mental
Talvez tenha sido, uma válvula de escape,
Para as pessoas que não entendem a verdade
Pensando talvez, em somente ajudar
A mente condenada de alguém que se gosta
Mas que com palavras tolas e insensatas
Envolvendo pessoas que nada sabem
Em segredos que nada valem
Tudo em troca de uma simples noite animada
Sonhos que se misturam com a realidade
Que ainda não sabem o limite da vida
Mas quem é que sabe?
Qual a tênue linha, que separa,
Traição de cooperação?
Quem precisa deste tipo de ajuda?
Quem deseja ter seus medos e anseios revelados?
Quem tolera a ajuda de alguém
Que nada sabe do nada
Confidências mal feitas?
Quem sabe?
Talvez um dia, encontremos a resposta,
Mas até este dia,
Ninguém sabe…

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