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“‘Neuro’ (derivado do grego neuron para nervo) representa o princípio fundamental de que todo comportamento é o resultado de processos neurológicos. ‘Lingüística’ (derivado do latim lingua que significa linguagem) indica que processos neurais são representados, organizados e seqüenciados em modelos e estratégias através da linguagem e sistemas de comunicação. ”Programação’ refere-se ao processo de organizar os componentes de um sistema (representações sensoriais neste caso) para alcançar resultados específicos”.

“A PNL é uma ferramenta educacional, não uma forma de terapia. Nós ensinamos às pessoas algumas coisas sobre como seus cérebros funcionam e elas usam esta informação para mudar.”

“A PNL é prática. Trata-se de um conjunto de modelos, habilidades e técnicas que nos permitem pensar e agir com mais eficiência no mundo. O objetivo da PNL é ser útil, oferecer mais opções de escolha e melhorar a qualidade de vida. As perguntas mais importantes deste livro são: ‘Ele é útil? Dá resultados?’. Descubra o que é útil e o que funciona através da experiência. E, o que é mais importante, descubra o que não funciona e modifique-o até que dê resultado. Esse é o espírito da PNL.”.

“A Programação Neurolingüística é a arte e a ciência da excelência, ou seja, das qualidades pessoais. É arte porque cada pessoa imprime sua personalidade e seu estilo àquilo que faz, algo que jamais pode ser apreendido através de palavras e técnicas. E é ciência porque utiliza um método e um processo para determinar os padrões que as pessoas usam para obter resultados excepcionais naquilo que fazem. Esse processo chama-se modelagem, e os padrões, habilidades e técnicas descobertos através dele estão sendo cada vez mais usados em terapia, no campo da educação e profissional, para criar um nível de comunicação mais eficaz, um melhor desenvolvimento pessoal e uma aprendizagem mais rápida.

Você já fez algo com tal eficiência a ponto de ficar impressionado? Já lhe aconteceu de se admirar do que fez e ficar pensando como conseguiu aquilo? A Programação Neurolingüística nos ensina a entender e a modelar nossos sucessos, para que possamos repeti-los.”

“A Programação Neurolingüística é a disciplina cujo domínio é a estrutura da experiência subjetiva. Ela não tem compromisso com a teoria, mas ao contrário tem as características de um modelo – um conjunto de procedimentos cuja utilidade, e não veracidade, é a medida do seu valor. A PNL apresenta ferramentas específicas que podem ser aplicadas efetivamente em qualquer interação humana. Ela oferece técnicas específicas por meio das quais um praticante pode organizar e reorganizar de forma útil sua experiência ou a experiência de outra pessoa para definir e subseqüentemente assegurar qualquer resultado comportamental”.

1. Combine Elementos

Numa guerra, a combinação do canhão, uma peça de artilharia, com o trator, um equipamento agrícola, gerou o tanque. “Duas matrizes independentes e remotas entre si se juntam para produzir uma síntese inovadora”, na definição do escritor inglês Arthur Koestler (1905 - 1983), um estudioso da criatividade. Numa famosa capa de revista Veja, em 1991, o artista plástico goiano Siron Franco usou grãos de feijão e cereais para montar um retrato do sociólogo Betinho, que na época estava iniciando sua campanha contra a fome. Ninguém imaginaria que os alimentos pudessem ser usados daquela forma.

2. Que tal substituir? 

Por falta de material apropriado, um trabalhador pendurou uma lâmpada dentro de um balde de plástico vermelho para sinalizar uma obra numa estrada. A solução foi tão eficiente que pode ser vista em qualquer rodovia brasileira. Outro exemplo: um jato americano, na década de 50, passou pela pista de pouso de um porta-aviões e não conseguiu parar. No sufoco, o piloto soltou seu pára-quedas sem ejetar a cadeira e o artefato segurou o avião. Hoje esse método é usado até pelos ônibus espaciais quando aterrissam.

3. Exageeeeeeere

O mais famoso sanduíche do mundo, o Big Mac, foi criado em 1967 pelo gerente de uma das lanchonetes da rede McDonald’s, nos Estados Unidos. Violando as regras da empresa, ele decidiu oferecer um sanduíche maior do que o normal. Deu no que deu. É o princípio do Jumbo 747 e dos petroleiros. Peça obrigatória no arsenal dos publicitários, o exagero foi também a estratégia do arquiteto Solano da Ros para reconquistar a namorada, em 1982. Ele espalhou pelas ruas de Curitiba treze outdoors com declarações de amor. A moça não resistiu.

4. Ou então reduza

É um caminho mais usado do que o seu contrário, o exagero. Hoje em dia, todos os produtos eletrônicos tendem a ser cada vez menores - do telefone celular ao computador. Cada conquista no rumo da miniaturização implica criatividade. Simplificar foi também a solução encontrada por um participante de um concurso na Inglaterra.Ganharia o prêmio quem apresentasse o trabalho mais original, feito com retoques em fotos de Adolf Hitler. Surgiram todos os tipos de resultado: Hitler com o solidéu judaico, na cama com Madonna, fumando maconha. Porém a peça premiada foi uma foto oficial de Hitler… sem o bigode!

5. Inverta a seqüência

Se houvesse um prêmio de 50.000 reais para quem vencesse os campeões mundiais de tênis e de xadrez, como você faria para ganhar? Uma dica: jogue tênis com o campeão de xadrez e xadrez com o campeão de tênis.

6. Mude seu ponto de vista 

Vire o seu problema de cabeça para baixo, só para ver que bicho dá. Muita gente queria inventar o hidroavião, mas ninguém sabia como fazer. A maioria das tentativas girava em torno do conceito de um barco voador. Somente quando o engenheiro americano Ernest Stout bolouum avião capaz de decolar ou pousar na água o problema foi solucionado. 

7. Descubra novos usos

Às vezes as grandes idéias surgem quando você menos espera. E podem ser aplicadas de maneiras que você nunca imaginou. O pirex, vidro que pode ser levado ao forno, foi criado quando os antigos faróis das locomotivas, feitos para resistir ao calor, tornaram-se desnecessários devido à chegada dos trens elétricos.

8. Inverta o rumo

Seguir na direção contrária à da maioria às vezes dá bons resultados. Havia no Canadá um parque onde viviam ursos mansos. Apesar de uma placa na entrada pedir aos freqüentadores que não alimentassem os ursos, sempre aparecia alguém que dava comida aos animais. Muitos deles adoeciam e até morriam. A administração do parque decidiu colocar uma placa maior, mas os visitantes continuavam dando comida aos ursos. Foi quando alguém teve a idéia de inverter o recado, que ficou assim: “Aviso aos ursos: este parque está infiltrado de meliantes que, fingindo ser seus amigos, envenenam vocês com pipocas, batatinhas e biscoitos. Fujam desses assassinos!” Dessa vez, funcionou. Um exemplo clássico é o do surgimento do aspirador. Seu inventor, Hubert Booth, cansou-se de tentar construir uma máquina que soprasse o pó de cima dos móveis e chegou à conclusão de que poderia ser mais inteligente aspirá-lo.

9. Ouse adaptar

O inventor e diplomata americano Benjamin Franklin (1706 - 1790) adaptou duas lentes normais em uma só e criou a lente bifocal. Algumas adaptações mais geniais são as mais simples, como a de instalar uma borracha na extremidade do lápis. Adaptação também pode ser sinônimo de oportunismo, no bom sentido, como no episódio dos publicitários que aproveitaram a conquista da Lua pela espaçonave Apollo 11, em 1969, para um anúncio do Fusca: “É feio, mas leva você lá”. Foi um sucesso.

10. Não faça nada

Calma. Não se trata de se omitir nem de cruzar os braços por medo ou preguiça. A criatividade, às vezes, pode se resumir a aplicar o princípio matemático do zero. O inventor americano Thomas Edson (1847 - 1931) só chegou à sua lâmpada quando resolveu colocar nada - ou seja, vácuo - dentro da retorta. Nos primeiros tempos do automóvel, os pneus eram vendidos, nas lojas, envoltos, como múmias, em papel. Durante décadas procurou-se uma solução mais prática, até que, finalmente, um gênio resolveu o problema e decidiu que o pneu não precisava de embrulho.

Estas dicas acimas, e mais informações para melhorar seu perfil profissional, podem ser encontrados no site: Guia de Profissões.

Estou por ai…
Nunca o mesmo, mas sempre por ai…

Mafalda

Mafalda: Tenho a impressão de que o ano que vem vai ser pior do que não sei o que!
- Porque você acha isso?
Mafalda: Por acaso você viu algum anúncio ou ouviu algum “Jingle” falando da qualidade do ano que vem?
- Pra falar a verdade não!
Mafalda: Pois é, o que se pode esperar de um ano com tão pouca publicidade? 

Na matéria anterior sobre Publicitários, vimos o papel do publicitário e a importancia das peças publicitários inpostas por sua atuação. Hoje, vamos entender como funciona o mercado de carreira para este profissional:

Uma das tiradas do publicitário baiano Nizan Guanaes, da DM9DDB, é que “baiano não nasce, estréia”. Washington Olivetto, da W/Brasil, tem provavelmente as gravatas mais originais do país. Guanaes e Olivetto ajudaram a formar a opinião de que publicitário é descolado, aquele sujeito genial e excêntrico que não precisa suar a camisa, apenas tem grandes idéias, vendidas a peso de ouro, e depois sair por aí lançando moda e soltando frases de efeito em programas de TV. Doce ilusão. Eles são apenas dois em um concorrido mercado de milhares de pessoas em todo o Brasil.
O setor de criação é o mais valorizado na carreira, mas apenas um grupo reduzido de publicitários das agências trabalha nessa área, que não sobrevive sozinha. O talento também é procurado em atendimento, pesquisa de mercado, arte e redação. “Como o mercado é grande, há muita gente de outras profissões atuando nele, como engenheiros e administradores”, diz a publicitária paulista Marcélia Lupetti.
A missão desse profissional é vender o produto do cliente. Para isso, entre outras coisas, ele planeja estratégias para fisgar o consumidor, desenvolve campanhas, divulga os anúncios nos diferentes meios de comunicação, cria logotipos e embalagens.
É importante saber que, para trabalhar em propaganda, não basta entender de anúncios, mas ainda de administração e de custos. “Tenho muitas atividades, sempre acompanhando lançamentos e monitorando os produtos”, conta Clarissa Espinha, analista de marketing da Basf, em São Paulo. “Também faz parte do meu trabalho avaliar custos de matéria-prima e elaborar e ajustar previsão de vendas, dando suporte ao planejamento e à logística.”

O mercado

Há poucos especialistas em planejamento e promoção de vendas e cresce a necessidade das empresas nessa área. “Hoje, os empresários querem venda, resultados”, explica Marcélia Lupetti. “Para sobressair no mercado vale tudo: de campanhas nos pontos-de-venda a descontos nas embalagens”, diz Werner Sablowski, da ESPM, em São Paulo. Em destaque, ainda, as mídias interativas: produção de CD-ROMs, home pages e estratégias para usar esses novos meios.

Salário médio inicial: R$ 419, 16.
Em alta: Planejamento e vendas.

Para quem pretende seguir esta carreira, segue abaixo um cronograma simplificado do conteúdo do curso:

Nos dois primeiros anos, você vai estudar sociologia, filosofia, antropologia, história da arte e economia. A partir do segundo, começam as disciplinas técnicas, como pesquisa, semiótica, mercadologia, marketing político, psicologia do consumidor e métodos quantitativos, o nome para matemática e estatística aplicadas à carreira. No último ano, é exigido um projeto experimental, em que se elabora um plano de propaganda e marketing para uma empresa real.

Duração média: quatro anos.

PUBLICITÁRIO

Qualquer profissional que trabalhe em propaganda (seja anunciante, agência, veículo, fornecedor ou produtora).

Rodrigo Franco

Por: Rafael Andaku 
Para entender qual é o papel do publicitário e, conseqüentemente, o papel da publicidade, precisamos ir um pouco mais fundo na cultura de nossa sociedade. A partir da revolução industrial, no final do século XVIII, passamos por mudanças estruturais. Houve o enfraquecimento de instituições que antes eram responsáveis por influenciar de maneira decisiva no modo de pensar da população, como a Igreja, a família e a escola.

Com o crescimento do consumo, da oferta de produtos, da população nas cidades, a diminuição do poder da igreja nas decisões das pessoas, a diminuição do tempo de convívio entre os familiares, houve uma importante mudança na forma como expressamos nossa cultura. Os produtos passam a ser uma forma importante de reprodução cultural. Eles carregam significados e códigos que são aprendidos e decifrados socialmente. Os produtos passam a ser capazes de criar estilos de vida, classificar as pessoas, eles se tornam formas importantes de comunicação social.

Não que os produtos anteriormente também não possuíssem significados. Uma coroa sempre mostrou quem era o rei. Um anel de ouro há muito tempo distingue as pessoas de posse das sem tanta sorte. A batina mostra para nós há séculos a profissão de um padre. Entretanto, na sociedade de consumo contemporânea os significados dos produtos ganharam maior complexidade. Vamos dar como exemplo um casaco de pele. O que ele diz sobre a pessoa que faz seu uso? Essa pessoa é provavelmente financeiramente rica, e se importa com sua aparência, com a moda. Esse mesmo casaco mostra que essa pessoa não tem responsabilidade ecológica, e ela provavelmente deve estar indo para uma festa ou evento especial. Um mesmo produto tem vários significados, e são usados pelas pessoas para dizer algo sobre elas, mesmo que inconscientemente. Sem os produtos nossa sociedade perderia grande parte da sua cultura, de como classificamos o mundo e damos significados a ele.

Portanto, a importância dos produtos vai muito além de suas características físicas. Quando compramos um carro, queremos não só facilitar nossa locomoção, mas também se comunicar com os outros. A importância da propaganda é que ela cria sentido para os produtos. Através de anúncios, filmes, banners, estamos dando sentido aos produtos em lançamento, ou mudando os sentido daqueles que já existem, estamos ensinando à população quais são os códigos que os produtos possuem, e como fazer uso deles. Temos que entender que a propaganda não apenas informa o preço do produto e onde podemos comprá-lo. Estamos sim criando sentido para eles.

Entretanto, vale a pena lembrar que nosso hábito de consumo de meios de comunicação está mudando. Só para citar um novo número disponibilizado pela Futura, 35% da população da Grande Vitória tem acesso à Internet. Esses mesmos internautas ficam em média 2 horas e 7 min plugados na rede por dia. Bom, se estamos mudando os meios de comunicação que usamos, a forma como construímos os significados dos produtos também está mudando.

Publicitários, já passou a hora de apreendermos a construir significados pela web.

Rafael Andaku é mestrando em Adm. pela Ufes e Diretor de Criação da e-brand.

Vou começar hoje, a fazer uma série de materias relacionadas as profissões que estão no mercado atualmente, abrindo suas portas e gerando uma maior oportunidade de emprego.

Escolher bem uma profissão, é escolher o seu futuro profissional, escolher algo com o qual você terá que lidar diariamente, e será a forma de você conseguir seu sustento e sua manutenção. Por este motivo, devemos sempre escolher com calma e cuidado. Buscando no Oráculo, encontrei alguns pontos interessantes a serem analisado,no momento da escolha de uma profissão, vamos analisar cada um deles:

(Extraido do site Vestibular)

A Indecisão

É uma decisão difícil porque ela vai definir o seu futuro profissional. Dentre os dilemas vivenciados por uma grande parcela dos jovens no Brasil encontra-se em primeiro lugar o momento da escolha da profissão. Questionados sobre o curso escolhido para o vestibular, a carreira que querem seguir, os planos para o futuro, de pronto, muitos jovens não têm as respostas. E a dúvida, geralmente é a mesma: a escolha tem que ser feita pela vocação ou pensando na carreira que tem mais espaço no mercado de trabalho? Às vezes beira a completa indecisão.

Quase dois milhões de estudantes tentarão uma carreira universitária neste ano. As possibilidades são muitas. Em todo o Brasil são mais de 1,6 mil instituições de ensino superior particulares e públicas. A grande variedade de cursos acaba por gerar no aluno mais indecisão porque o leque de possibilidades aumenta consideravelmente. Só na Universidade de São Paulo, por exemplo, há 150 opções de curso.

A Escolha

No Brasil, cerca de 20% dos universitários desistem nos primeiros anos do curso e isso se deve, em grande parte, pelo fato de não se identificarem com opção que fizeram ou pela falta de informações sobre os cursos, profissões, etc. Assim, pense bastante antes de escolher algo, para diminuir a possibilidade de uma escolha não acertada. Portanto, relaxe para tomar uma decisão que seja pensada com calma.

O número de vestibulandos de retorno é assustador. As salas dos cursinhos estão cheias de alunos que já experimentaram o gostinho de passar no vestibular, mas desistiram do curso. Tudo porque não gostaram da carreira escolhida. O que mais se escuta é: “; Não consigo me enxergar em nenhuma profissão”.; “Eu passei e não fiz porque não tenho certeza.”; “Não era o que eu queria!”; “Acreditava que era diferente e quando estava no final do primeiro ano, ví que não era bem isso que seria bom para mim.”

De acordo com a nossa constituição pessoal, com o nosso modo natural de ser, acha-se o nosso modo de fazer, nosso estilo de vida e, conseqüentemente, nossa espontaneidade para determinados tipos de atividades e nossa aversão instintiva por outros. Além disso, do que adianta optar por algo sem refletir e depois descobrir que faltaram informações para tomar uma decisão mais acertada?Saiba que será uma escolha sua e que envolve um ato de coragem além de ser uma oportunidade de poder batalhar por aquilo almeja.

Procure refletir sobre seu projeto de vida, o que o leva a escolher determinado curso. Pense no que você quer para seu futuro e o que fazer para alcançá-lo. A escolha de um curso envolve uma série de fatores como o reconhecimento da sociedade, status, possível retorno financeiro, etc. Mas, também tem outro lado, ter que colecionar empregos, dificuldades do curso, do vestibular e etc. Saiba que se identificar com a profissão e querer ser é uma coisa, no entanto escolher um curso sem saber sobre a prática do profissional é outra coisa.

Pressão

São vários os determinantes em uma escolha: mercado de trabalho, status profissional, possibilidade de cursar uma faculdade fora de casa, influência dos pais, entre muitos outros, ainda mais em se tratando de uma escolha tão difícil quanto à escolha da profissão. As questões do sonho e da remuneração financeiras são pontos de extrema importância que devem ser considerados em um momento de escolha. Considere o que é mais importante para você.

Essa pressão para escolher uma profissão, somada a questão do vestibular, em que a maioria dos jovens precisa estudar horas e horas por dia e fazer cursos preparatórios para conseguirem uma vaga na universidade, gerando stress, ansiedade e insegurança ao jovem, principalmente quando existe uma pressão feita pelos pais. Os pais têm grandes expectativas em relação ao futuro profissional dos filhos, por isso muitas vezes acabam influenciando direta ou indiretamente na escolha dos mesmos.

O que mais divide os jovens costuma ser a pressão dos pais, as chances de conseguir emprego após o curso, a remuneração e até a imagem criada pela mídia sobre certas profissões. Diante desse quadro, observam-se escolhas que são feitas sem nenhuma reflexão e informação, o que resulta em muitos profissionais insatisfeitos e no abandonos de muitos cursos.  Para alguns especialistas o que vale mesmo é a afinidade com a carreira escolhida, devendo prevalecer a vocação.

Lembre-se, quem está escolhendo a profissão é você, quem vai cursar uma faculdade, fazer as provas e depois exercer a profissão será você e não os seus pais, seus professores ou amigos. Os pais, como sempre,  querem ajudar os filhos, incentivando-os a escolher uma carreira que os fará felizes e realizados profissionalmente. No entanto, é você quem melhor sabe sobre seus interesses e habilidades. Por isso é você que tem as condições essenciais para escolher entre esta ou aquela profissão, procurando o máximo de informações possíveis sobre o que mais lhe agrada.

Para ser feliz na carreira e na vida, profissionais de sucesso dizem que é preciso ir além da pressão do vestibular. Escolher o que se gosta e valorizar o ato de estudar.

Influências

Às vezes um professor de uma determinada disciplina é muito bom e nos deixa empolgados quanto a uma disciplina ou profissão, mas isso não quer dizer que pelo fato de estar gostando da aula dele e da disciplina, você deva escolher uma profissão relacionada ao que é ministrado na sala de aula. O contrário também acontece, às vezes não gostamos de uma disciplina devido ao professor que a ensina e nem por isso temos que odiar a matéria e os cursos que são centrados nela. Procure sempre tentar entender o que está acontecendo com você em relação a isso.

Alguns jovens se deixam influenciar pela concorrência nos cursos. Isso causa um desconforto na hora da escolha pelo simples fato de poder representar um fracasso inicial. Por exemplo, o curso de Medicina é muito concorrido. Mas não pense que é difícil só para você, se você perguntar para os alunos de Medicina de universidades pública, a maioria fez pelo menos dois anos de cursinho. Assim, seria interessante se você conversasse com um médico ou coordenador dessa área para que você tenha uma idéia das disciplinas de um curso de Medicina. No entanto, uma coisa é certa, em um curso de Medicina praticamente tudo está relacionado à Biologia. Se você percebe que não gosta de estudar essa disciplina, fica difícil você gostar de um curso em que o estudo de Biologia é central. Por isso, seria interessante você pensar sobre isso na carreira pela qual deseja disputar uma vaga, seja qual for o curso.

Você pode se perguntar, o que mais te agrada em estudar será também o que te deixará gratificado e honrado no exercício de uma profissão, no momento de lidar com o escolhido no dia-a-dia? Tais perguntas são bem interessantes, mas um pouco difíceis para serem respondidas. Difíceis, por se tratar de algo pessoal. O que é bom para alguns pode não representar o mesmo para outras pessoas.

A remuneração é um fator de extrema consideração, porém não é o único determinante. Escolher uma profissão apenas por dinheiro pode ser perigoso, na medida em que você deverá ser um profissional que trabalhará possivelmente oito horas por dia e durante um bom tempo de sua vida. Por isso, fazer algo que não lhe é agradável pode implicar em pelo menos duas coisas: ser infeliz naquilo que está fazendo e não ter satisfação naquilo que está fazendo. Além disso, como fazer bem aquilo que não se gosta, como ser um bom profissional se não houver prazer em exercer a profissão que foi escolhida?

Vocação

Cada um de nós tem não só o direito, mas o dever de tornar nossas vidas proveitosas, úteis e benéficas, escrevendo nosso destino e fixando nosso alvo de atuação. Este alvo não pode ser distante de nossas possibilidades. A raiz da palavra vocação é “vox”, isto é, voz. Essa voz nos chama, porem de maneira tão suave, com uma intensidade tão leve que podemos deixar de ouvi-la, imersos em encantos exteriores. Os encantos exteriores podem ser o interesse e a conveniência.

A vocação forma um processo de escolha, não se dá de hora para outra, ela vai se formando conforme vamos nos relacionando com nosso meio, ou seja, com nossa realidade.

Você pode ter várias carreiras e cursos em mente, e pode ser que se identifique mais com uma do que com outras, mas não necessariamente gostaria de exercer aquela profissão. Isso pode realmente acontecer. Lembre-se, acima de tudo, que você não está escolhendo apenas um curso ou uma faculdade, você está escolhendo um trabalho. Trabalho o qual você estará exercendo a maior parte da vida em atividades prerrogativas a profissão de escolha.

Como sugestão, procure informações sobre as profissões, não fique tão preocupado com as matérias. Não é porque uma pessoa gosta de matemática que isso signifique que ela necessariamente tenha que fazer Engenharia ou cursos na área de exatas. Se você sente uma vocação para determinada área ou está mais voltado para alguns cursos, pesquise intensamente sobre eles.

Mercado de Trabalho

São vários os determinantes que devem ser analisados em qualquer escolha e muito mais ainda na escolha da profissão. Analisar o mercado de trabalho é um determinante como também gostar daquilo que se pretende fazer. Quem deve tomar essa decisão deve ser aquele está passando pelo momento de escolha, não há uma resposta pronta. Há pessoas que se importam muito com a questão financeira e outras que nem tanto.

No entanto, algumas considerações devem ser feitas. Como exercer bem uma profissão e ser um bom profissional, sendo que aquilo que se faz não satisfaz o profissional? Já abordamos o assunto nas influências recebidas para o processo de escolha. Vale a pena fazer algo desagradável, mesmo tendo uma boa remuneração? Segundo, a maioria dos bons profissionais, aqueles que se destacam, que se dedicam e gostam muito do que fazem, conseguem seu espaço no mercado de trabalho.

Outro ponto a ser apontado é quanto à dinâmica do mercado de trabalho: às vezes uma profissão que está em alta no momento pode não estar em alta daqui a 10 anos. O mercado é muito dinâmico, por isso escolher uma profissão pensando somente no mercado pode ser arriscado.

O mercado de trabalho pode estar muito difícil no momento. As oportunidades podem não ser muitas e há muitos profissionais na disputa pelas vagas. No entanto, isso pode não ser um “privilégio” apenas da profissão pesquisada. Diversas profissões e áreas apresentam a mesma dificuldade, até porque devemos ressaltar que o país passa periodicamente por recessão econômica e isso afeta a grande maioria das áreas. 

A busca de informações, mais uma vez, é imprescindível. Converse com profissionais e tenha informações sólidas sobre o mercado nas carreiras desejadas. Há profissionais de uma profissão que tem uma boa remuneração, assim como aqueles que tem dificuldades, e isso acontece em toas as áreas.

Em Breve Voltarei com definições de algumas profissões que estão em alta, e outras profissões que nunca se esgotam…

Estou por ai…
Nunca o mesmo, mas sempre por ai…

Musicas - Last.FM

 

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