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Se você é fã de musica, e sente falta de uma boa musica na internet, quando está trabalhando, então temos dois links interessantes. o Primeiro é o:
Essa é a nova ferramenta de pesquisa da Google. Agora com o Discovery Music fica muito mais fácil e seguro baixar musicas da net, sem ter que apelar para programas P2P ou torrents.
Lançado em 11 de Março, a nova ferramenta faz buscas utilizando o mesmo sistema de buscas convencional do Google para encontrar arquivos, e atraves de algumas variáveis acrescentadas ao termo que se esta procurando todos os arquivos .mp3 disponiveis na net ficam a sua disposição.
Outra ferramenta, é uma rádio online que você pode escolher a década de seu estilo de musica preferido:
O título “Musicovery”, é uma aglutinação das palavras de língua inglesa “music” (música) e “discovery” (descoberta), e é justamente esta a proposta do site em questão: ajudar você a ampliar seus horizontes musicais e a encontrar e conhecer todo tipo de música.
Com um sistema pra lá de interativo, a rádio online permite ao usuário começar a escutar músicas de acordo com a sua preferência sem ter que gastar muito tempo com complicações e nem configurando nada.
Assim que for feita a escolha de um gênero, a rádio já começa a tocar. Porém, se você deseja ser mais específico, pode obter melhores resultados escolhendo mais 3 parâmetros: ritmo, estado de espírito e época.
Adicione os ingredientes para uma boa degustação sonora
São, ao todo, 18 estilos musicais oferecidos, relacionados a partir de um espectro de cores variadas. A princípio, todos estão selecionados para tocar na sua rádio, mas, se por algum motivo um estilo musical não lhe agrade, é só desmarcá-lo para fazer músicas relacionadas a ele não tocarem mais.
Na linha do tempo, é possível demarcar a época das canções que serão tocadas, da maneira que você quiser: restringir a escolha a apenas uma década ou então deixar tocando só músicas do novo milênio.
Para adicionar um tempero em sua salada musical, você seleciona o estado de espírito, dentro de um retângulo dividido em quatro extremos — Dark (obscuro), Calm (calmo), Positive (positivo) e Energetic (energético).
Nesse quadro, a experimentação pode ser maior, já que se escolhe pontos variáveis que combinam os tipos de energia relacionadas aos sons. Se você quer escutar músicas para meditar ou para dançar, é só mudar as batidas e o ritmo para mais ou menos, escolhendo trilhas sonoras de agitação ou relaxamento para se encaixarem de acordo com as ocasiões.
O sistema de cores e um outro semelhante à emissão de ondas são excelentes para auxiliar o usuário a sempre saber em que praia está navegando. Tudo o que você escolheu vai estar destacado, facilitando a assimilação da interface.
Cantora nascida no País de Gales que ficou famosa nos anos 70 com as músicas “It’s a Heartache” e “Lost In France”, já famosa pelo seu trabalho com Meat Loaf, o resultado foi a épica balada Total Eclipse Of The Heart com a qual ela tornou-se a única artista galesa a colocar uma música no número 1 no Reino Unido e Estados Unidos ao mesmo tempo.
Total Eclipse Of The Heart (tradução)
Bonnie Tyler
Composição: Indisponível
Um Eclipse Total do CoraçãoMudança de rumo,
De vez em quando eu fico um pouquinho solitária
E você nunca está por perto.
Mudança de rumo,
De vez em quando eu fico um pouquinho cansada
De escutar som das minhas lágrimas.
Mudança de rumo,
De vez em quando eu fico um pouquinho nervosa
Porque o melhor de todos os anos se passaram.
Mudança de rumo,
De vez em quando eu fico um pouquinho apavorada
E então eu percebo a expressão nos seus olhos.
Mudança de rumo, olhos brilhantes,
De vez em quando eu caio aos pedaços,
Mudança de rumo, olhos brilhantes,
De vez em quando eu caio aos pedaços.
Mudança de rumo,
De vez em quando eu fico um pouquinho impaciente
E sonho com alguma coisa louca.
Mudança de rumo,
De vez em quando eu fico um pouquinho desamparada
E fico repousando como uma criança em seus braços.
Mudança de rumo,
De vez em quando eu fico um pouquinho furiosa
E sei que tenho de sair e gritar.
Mudança de rumo,
De vez em quando eu fico um pouquinho apavorada
E então eu percebo a expressão nos seus olhos.
Mudança de rumo, olhos brilhantes,
De vez em quando eu caio aos pedaços,
Mudança de rumo, olhos brilhantes,
De vez em quando eu caio aos pedaços.
E eu preciso de você esta noite,
E eu preciso de você mais do que nunca.
E se você apenas me segurar forte
Nós ficaremos persistindo para sempre
E nós estaremos apenas fazendo o correto,
Pois nunca estaremos errados, juntos
Nós podemos agüentar até o fim do caminho.
Seu amor é como uma sombra sobre mim o tempo todo,
Eu não sei o que fazer e estou sempre no escuro.
Nós estamos vivendo num barril de pólvora e soltando faíscas.
Eu realmente preciso de você esta noite,
A eternidade vai começar esta noite,
A eternidade vai começar esta noite.
“era uma vez” eu estava me apaixonando,
Mas agora estou apenas caindo aos pedaços.
Não há nada que eu possa fazer,
Um eclipse total do coração.
“era uma vez” havia luz na minha vida,
Mas agora existe apenas amor na escuridão.
Nada que eu possa dizer,
Um eclipse total do coração.
Instrumental
Mudança de rumo, olhos brilhantes,
Mudança de rumo, olhos brilhantes.
Mudança de rumo,
De vez em quando percebo que você nunca será
O rapaz que você sempre quis ser.
Mudança de rumo,
De vez em quando percebo que você sempre será
O único rapaz que me quis do modo como eu sou.
Mudança de rumo,
De vez em quando percebo que não existe ninguém
No universo tão mágico e fantástico quanto você.
Mudança de rumo,
De vez em quando percebo que não existe nada
Melhor e não há nada que eu simplesmente não faria.
Mudança de rumo, olhos brilhantes,
De vez em quando eu caio aos pedaços,
Mudança de rumo, olhos brilhantes,
De vez em quando eu caio aos pedaços.
E eu preciso de você esta noite,
E eu preciso de você mais do que nunca.
E se você apenas me segurar forte
Nós ficaremos persistindo para sempre,
E nós estaremos apenas fazendo o correto,
Pois nunca estaremos errados, juntos
Nós podemos agüentar até o fim do caminho.
Seu amor é como uma sombra sobre mim o tempo todo,
Eu não sei o que fazer e estou sempre no escuro.
Estamos vivendo num barril de pólvora e soltando faíscas.
Eu realmente preciso de você esta noite,
A eternidade vai começar esta noite,
A eternidade vai começar esta noite.
“era uma vez” eu estava me apaixonando,
Mas agora estou apenas caindo aos pedaços.
Não há nada que eu possa fazer,
Um eclipse total do coração.
“era uma vez” havia luz na minha vida,
Mas agora existe apenas amor na escuridão.
Nada que eu possa dizer,
Um eclipse total do coração…
Jorge Luis Sant’anna Vercilo, libriano, carioca, nascido em 11 de outubro de 1968, em Botafogo e criado na praia do Leme, começou na música por incentivo de sua tia Lêda Barbosa aos 17 anos, depois de “desviado” dos treinos de futebol no Flamengo, por uma fita cassete contendo músicas de Djavan.
Em 1989, ainda no início de sua carreira, defendeu o Brasil no Festival Internacional de Trovadores, Itrofesticur, em Curaçau, no Caribe. Alcançou o primeiro lugar com a canção “Alegre”, de sua autoria, recebendo também o prêmio de melhor intérprete. Este reconhecimento, em nível internacional, como compositor e cantor, demonstrou claramente que o seu destino estava traçado e a música brasileira ganhava um novo e promissor representante.
Em 1993 gravou o primeiro CD “Encontro das Águas”, lançado pela gravadora Continental em 1994. Este disco é um retrato das tendências que o influenciaram inicialmente. Com um trabalho acústico voltado para os sons nacionais, promove um verdadeiro “Encontro das Águas”, apresentando vários ritmos, tais como Samba, Afoxé e até mesmo a Salsa. Um trabalho imperdível para quem curte MPB e acompanha sua talentosa carreira. No disco estão músicas que foram tema em novelas, tais como “Encontro das Águas” em “Mulheres de Areia” e “Praia Nua” em “Tropicaliente”.
Em 1996 gravou o segundo CD “Em tudo que é Belo”, também pela Continental. Nele apresentam-se composições sintonizadas com a moderna MPB, trazendo ritmos como o Charme e fusões com a música oriental, bem como incursões no Reggae (em “Fácil de Entender”). É um trabalho eclético que bem caracteriza as tendências atuais, no entanto, sem perder nunca o compromisso com a Qualidade. Neste disco também são encontradas músicas que foram temas de novelas como “Raios da manhã” em “O Fim do Mundo” e “Infinito Amor ” em “A Indomada”.
Em 1997, Jorge foi indicado para o prêmio “Sharp” como melhor cantor pop e foi apontado por Mariozinho Rocha, diretor musical da TV Globo, e Nelson Motta, produtor de renome internacional, como um dos mais promissores talentos da nova geração da Música Popular Brasileira. Jorge Vercilo ainda marcou presença com a música “Amanheceu” no Festival da Música Brasileira, promovido pela Rede Globo em 2000, se
destacando como um dos grandes nomes da nova MPB.
Ainda em 2000, Jorge Vercilo realizou o antigo sonho de gravar um dueto com o ídolo Djavan. Os dois cantam juntos em “Final feliz”, música de trabalho do CD “Leve”, lançado numa produção independente, após seu desligamento da gravadora Continental.
O CD “Leve” foi sucesso nacional. Pela primeira vez em sua carreira, o CD trazia canções de outros autores como “Apesar de Cigano” (Altay Veloso e Aladim), “Quando a noite chegar” (Paulo Façanha e Beto Paiva) e “Beatriz” (Edu Lobo e Chico Buarque). Outro grande sucesso foi a música “Avesso”, uma composição que aborda de maneira respeitosa um tema bastante polêmico que é a sexualidade humana.
Em 2001, assinou com a EMI Music que lançou o single “Final Feliz” com as versões solo, black mix e final ferraz black mix, além de relançar o álbum “Leve”. “Final Feliz” fez sucesso também na voz de Alexandre Pires e a galera do Só Pra Contrariar, no CD ao vivo com a participação especial de Caetano Veloso, nesta música.
Em 2002, lança “Elo”, seu quarto álbum, grande marco na sua carreira, o álbum foi destaque e o primeiro single “Que Nem Maré” conseguiu ficar semanas em primeiro lugar nas paradas, alavancando as vendas do álbum e promovendo as outras músicas, como o single seguinte “Homem-Aranha”.
Desse álbum foram também utilizadas “Fênix” (parceria com Flávio Venturini) para trilha sonora da série “A Casa das Sete Mulheres” e “O Reino das Águas Claras” que foi feita sob encomenda por Máriozinho Rocha para a nova versão do Sítio do Pica-Pau Amarelo.
Jorge Vercilo participou da gravação do álbum de Jorge Aragão, “Jorge Aragão Convida - Ao Vivo”, cantando junto do poeta do samba sua composição “Encontro das Águas”. No ano de 2003 foi lançada a coletânea “Perfil”, trazendo alguns sucessos da carreira do cantor, além de versões remixes de alguns singles e a nova “Um Segredo e Um Amor” que só havia sido lançada na trilha da novela “Cara e Coroa”.
Em 2003, Jorge Vercilo lançou seu quinto álbum,”Livre”, em versões CD e DVD, e já teve um sucesso no seu lançamento, a música “Monalisa”.
Novas versões de suas músicas são gravadas para novelas e músicas inéditas gravadas por outros artistas, Nalanda - caloura do programa “Fama” da Rede Globo - gravou “Sensível Demais” para a novela “Chocolate com Pimenta”, Lulu Joppert com “Olha e Não me Olha” para a novela “Celebridade”, o grupo de pagode Adryanna e A Rapaziada com a música “Quando a gente briga” composta por Jorge Vercilo, a cantora Carla Cristina (ex-As Meninas) regravou “Contraste” do novo álbum do cantor e Angélica, no filme “Um Show de Verão” canta a inédita “Futuro Azul”, que foi composta em parceria com Maurício Mattar.
Em 2004, Jorge participou da gravação do hino “Fome Zero”, ao lado de outros grandes nomes da música popular brasileira. Participou também dos DVDs ao vivo de Ivan Lins e Pepeu Gomes.
Em 2005, Jorge Vercilo lançou seu sexto álbum, “Signo de Ar”, com duas músicas de trabalho simultaneamente nas rádios,”Ultra-Leve Amor” e “Ciclo”, que ainda fez parte da trilha sonora da novela “A Lua Me Disse”.
Recentemente Jorge Vercilo gravou seu DVD ao Vivo no Canecão, Rio de Janeiro, com lançamento previsto para o final de julho.
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Jorge Luis Sant’anna Vercilo, libriano, carioca, nascido em 11 de outubro de 1968, em Botafogo e criado na praia do Leme, começou na música por incentivo de sua tia Lêda Barbosa aos 17 anos, depois de “desviado” dos treinos de futebol no Flamengo, por uma fita cassete contendo músicas de Djavan.
Em 1989, ainda no início de sua carreira, defendeu o Brasil no Festival Internacional de Trovadores, Itrofesticur, em Curaçau, no Caribe. Alcançou o primeiro lugar com a canção “Alegre”, de sua autoria, recebendo também o prêmio de melhor intérprete. Este reconhecimento, em nível internacional, como compositor e cantor, demonstrou claramente que o seu destino estava traçado e a música brasileira ganhava um novo e promissor representante.
Em 1993 gravou o primeiro CD “Encontro das Águas”, lançado pela gravadora Continental em 1994. Este disco é um retrato das tendências que o influenciaram inicialmente. Com um trabalho acústico voltado para os sons nacionais, promove um verdadeiro “Encontro das Águas”, apresentando vários ritmos, tais como Samba, Afoxé e até mesmo a Salsa. Um trabalho imperdível para quem curte MPB e acompanha sua talentosa carreira. No disco estão músicas que foram tema em novelas, tais como “Encontro das Águas” em “Mulheres de Areia” e “Praia Nua” em “Tropicaliente”.
Em 1996 gravou o segundo CD “Em tudo que é Belo”, também pela Continental. Nele apresentam-se composições sintonizadas com a moderna MPB, trazendo ritmos como o Charme e fusões com a música oriental, bem como incursões no Reggae (em “Fácil de Entender”). É um trabalho eclético que bem caracteriza as tendências atuais, no entanto, sem perder nunca o compromisso com a Qualidade. Neste disco também são encontradas músicas que foram temas de novelas como “Raios da manhã” em “O Fim do Mundo” e “Infinito Amor ” em “A Indomada”. (Veja a Biografia completa aqui)
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Vindos ao mundo no começo dos anos 50, Johnny Ramone (John Cummings), Dee Dee Ramone (Douglas Colvin) e Joey Ramone (Jeffrey Hyman) são da geração de músicos que nasceu na mesma época que o rock’n’roll. Assim, quando chegaram à adolescência e se sentiam prontos para mergulhar no show business, todas as suas referências musicais tinham a ver com rock.Donos de uma saudável falta de direção e de estratégia, Johnny, Joey e Dee Dee optaram por fazer uma desprentendiosa releitura do rock básico dos anos 50 e 60 e, talvez sem querer, criaram um estilo e som próprios, que se tornariam extremamente influentes no rock do final dos anos 70.
A banda, como trio, fez sua estréia em 30 de março de 1974. Duas semanas depois, Tommy Ramone (Thomas Edderly), empresário da banda, começou a tocar bateria, enquanto Joey, antes o baterista, passou para os vocais. Esta é a formação (Johnny, Joey, Dee Dee e Tommy) que fez a glória dos Ramones - o som rápido, as letras assumidamente “burras”, o repertório fugaz que parecia inventado na hora da gravação. Ao vivo, a imagem que combinava jaquetas de couro e jeans rasgados tinha a força de uma bom cartoon animado, incluindo o humor involuntário.
O impacto dos ramones na cena punk inglesa, no seu nascedouro, foi devastador. Seu primeiro show em Londres, realizado em meados de 1976, praticamente definiu is novos rumos do rock inglês, que desaguaram na “geração 1977”: Clash, Buzzcocks, Sex Pistols, Generation X, Dammed etc.
Pet Sematary
Ramones
Composição: Dee Dee Ramone Daniel Rey
Under the arc of a weather stain boards,
Ancient goblins, and warlords,
Come out of the ground, not making a sound,
The smell of death is all around,
And the night when the cold wind blows, no one cares, nobody knows.
I don’t want to be buried in a Pet Sematary,
I don’t want to live my life again.
I don’t want to be buried in a Pet Sematary,
I don’t want to live my life again.
Follow Victor to the sacred place,
This ain’t a dream, I can’t escape,
Molars and fangs, the clicking of bones,
Spirits moaning among the tombstones,
And the night, when the moon is bright,
Someone cries, something ain’t right.
(Chorus)
The moon is full, the air is still,
All of a sudden I feel a chill,
Victor is grinning, flesh rotting away,
Skeletons dance, I curse this day,
And the night when the wolves cry out,
Listen close and you can hear me shout.
I don’t want to be buried in a Pet Sematary,
I don’t want to live my life again.
I don’t want to be buried in a Pet Sematary,
I don’t want to live my life again, oh no, oh no
I don’t want to live my life again, oh no, oh oh,
I don’t want to live my life again, oh no no no
I don’t want to live my life again, oh oh
Pet Sematary (Tradução)
Ramones
Composição: Indisponível
Cemitério de Animais
Sob o arco de tábuas manchadas do tempo,
Antigos duendes e guerreiros,
Saem da terra, sem fazer nenhum som,
O cheiro da morte está em volta,
E pela noite, enquanto o frio vento sopra,
Ninguém se importa, ninguém sabe
Não quero ser enterrado num cemitério de Animais,
Não quero viver minha vida outra vez,
Não quero ser enterrado num cemitério de Animais,
Não quero viver minha vida outra vez
Sigo Victor até o lugar sagrado,
Isto não é um sonho, não posso escapar,
Molares e presas, o estalar dos ossos,
Espíritos gemem entre as tumbas,
E na noite, enquanto a lua brilha,
Alguém chora, algo não está certo
Não quero ser enterrado num cemitério de Animais,
Não quero viver minha vida outra vez,
Não quero ser enterrado num cemitério de Animais,
Não quero viver minha vida outra vez
A lua está cheia, o ar ainda é,
De repente eu sinto um frio,
Victor está sorrindo maliciosamente, carne que apodrece lá fora,
Esqueletos dançam, eu amaldiçôo este dia,
E a noite quando os lobos clamam,
Escute o fim e você pode me ouvir gritar.
Não quero ser enterrado num cemitério de Animais,
Não quero viver minha vida outra vez,
Não quero ser enterrado num cemitério de Animais,
Não quero viver minha vida outra vez, ooh não, ooh não
Não quero viver minha vida outra vez, ooh não, ooh ooh
Não quero viver minha vida outra vez, ooh não, não, não
Não quero viver minha vida outra vez, ooh, ooh
Até a próxima pessoal…
Olhe para os pássaros, indo para seus lares
No horizonte vermelho, o anoitecer
As arvores recolhendo seus galhos
No escuro da noite serena
Vendo o por do sol ao horizonte
Percebo a insignificância de minha presença
O pouco espaço que ocupo
Na mente e nos corações de quem amei
O vermelho do outono
Mesclado com o vermelho do entardecer
Não conseguem me alegrar
Nem me consolar
É a solidão tomando conta de tudo
Junto com a noite, penetrante
Que devora os seres desavisados
Que insistem em enfrentar seu espaço
É um sentimento cruel e solitário
Deturpa a mente de todos
A causa de mortes e suicídios
O verdadeiro medo da noite
Sob a lua cheia, o céu com estrelas
A infinidade diante de todos
A imortalidade ao alcance de poucos
O desejo da morte, não explicito
É a verdade que todos buscam
Mas não se contentam em apenas ver
Querem tocar, querem ter
Querem consigo, todo o poder
É apenas a solidão que se abate a todos
Em algum momento de sua vida
Onde somente os fortes conseguem sobreviver
Mas não tem coragem, de neste mundo,
Se entregar, ou se perder…..
O beijo de um casal na intimidade do lar pouco tem a ver com aquele a que dois parceiros se entregam debaixo das luzes de uma danceteria, ou com o ainda mais comum, beijo de saudação entre pessoas amigas, porém, todos envolvem um gesto íntimo que supõem proximidade e a entrega de algo pessoal.
Em suas diferentes manifestações, o beijo é a demonstração de afeto mais amplamente difundida pela sociedade. O tipo de relação que existe entre as pessoas que trocam o beijo, é apenas definida pela sua intensidade e intensão, podendo caracterizar uma relação formal, familiar ou amorosa.
O beijo por si só, não envolve nenhum grau de compromisso senão a emoção do momento e assim os jovens que começam a beijar-se depois de se conhecerem em uma festa, podem considerar o fato como um capítulo fechado.
E mesmo que um beijo seja coisa uma noite, as conseqüências dele podem ir muito mais além. Por meio da saliva, doenças como a sífilis, gonorréia e - muito eventualmente - a AIDS podem ser transmitidas.
Beijo estimulante
Segundo explica a doutora Elena Sepúlveda, um beijo por mais erótico que seja, não envolve compromisso, mas leva à sensação de prazer e satisfaz a necessidade de contato entre as pessoas.
A razão pela qual beijar alguém é uma experiência - quase em todos os casos - agradável, é a quantidade de terminações nervosas localizadas no triângulo formado entre a boca e as narinas. É por isso que cada beijo é uma grande fonte de prazer tanto para quem o dá quanto para quem o recebe.
Porém não bastam só os terminais nervosos para que um beijo seja bom. Muito faz também o jeito com que os receptores são estimulados.
A especialista apura que a melhor maneira de dar um beijo é repor a emoção que se está sentindo. Uma vez que “quando se tem um prazer ou emoção grande, esta contagia o outro”. E para isso, o principal é conhecer-se e reconhecer-se no outro.
Uma boa forma de aprender a beijar é praticar com o próprio corpo. Um braço ou uma mão servem para ensaiar as características que deve ter um beijo.
Tipos de Beijo
Um beijo é um momento de alta comunicação e erotismo, alguns casais tem observado que apenas beijos podem levá-los ao orgasmo.
Tradicionamente, conhece-se pelo nome de “beijo francês” aquele que é dado com a língua. Mas existem outros formatos segundo a ocasião e o jeito praticado.
O beijo inclinado: quando os parceiros inclinam suas cabeças para se beijar.- O beijo dirigido: quando uma das pessoas segura a cabeça e queixo da outra pessoa e depois beija-o.
- O beijo reto: aquele no qual as cabeças aproximam-se em linha reta ou só um pouco inclinadas.
- O beijo do lábio superior: o homem beija o lábio superior da boca da mulher e ela beija o seu lábio inferior.
- O beijo de grampo: quando um dos namorados aperta os lábios do outro com os seus
- O beijo que acende o amor: aquele dado ao outro quando dorme ou acorda, irá levá-lo a paixão
- O beijo que distrai: segundo o Kama Sutra, o beijo que é dado quando o outro está ocupado serve para distrair a mente e para dirigir o amado a pensamento eróticos.
- O beijo olfatório: coloca-se o nariz sobre a superfície do órgão genital do parceiro e inala, supõem-se que seja freqüente no Egito, onde o termo beijar é utilizado para as ações de beijar e cheirar.
As nuvens fecham o horizonte
Escondendo todo o luar
Há um reino de trevas chegando
Que por muito tempo vai durar
As gotas caem pesadas
Me ferindo sem cessar
Continuo caminhando
Pois não posso parar
A escuridão tomou conta de tudo
Um lugar bom para pensar
Isolado em um mundo de estranhos
Deixando tudo para trás
As estrelas surgem aos poucos
Com as nuvens a se dispersar
Clarenado toda a escuridão
Mostrando todo o luar
Continuo andando em frente
Pois tenho muito a pensar
Não posso parar agora
Meu destino esta longe de terminar
As estrelas surgem ao longe
Com as nuvens a se dispersar
Isolado em um mundo de estranhos
Um lugar bom, para pensar
Night Shadow
( George Bernard Shaw )
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal.
Quando se vê, já terminou o ano.
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e
inútil das horas…
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de
tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca
mais voltará.
Mario Quintana
Ele sentia o sangue em sua garganta
Amargo, pastoso, quente
Como um balsamo destrutivo
Era somente o que sentia
O ar entrava em seus pulmões como acido
E como um cancer descontrolado
Se espalhava pelo seu corpo
Branco, pálido, sem tato
Queimando tudo por onde passava
Um veneno necessário
Para sua curta sobrevivência
A vida lhe mostrará seu pior
E em raros momentos, o seu melhor
Já era um fato, que não sobreviveria
Já não queia mais a dor
Já não era mais digno
Seus passos se misturavam aos murmurios da noite
E seu corpo esguio se desviava das gotas de chuva
Que insistiam em cair aquela madrugada
Limpavam sua alma sofrida
Ao mesmo tempo que o lembrava de sua fútil existência
De sua passagem sem marcas
Sem grandes momentos
Sem amores reais
Seus olhos tentavam se manter despertos
Mas a debilidade de seus ossos já não auxiliavam
Sua respiração se tornava cada vez mais densa
Mais inconsistente
Já não surpia a vontade de viver
Estava Preparado para o fim
Sabia que chegaria um dia
Vivera em função deste instante
E agora temia o que já não tinha volta
temia a solidão que o esperava
Não havia amigos, nem familia
Erá só, assim havia escolhido
mas agora pensava nas escolhas
Sabia que era o fim
O frio o mantinha acordado
O vento levantava seus longos e claros cabelos
Já sem brilho, já sem vida
Impregnado pela fumaça ao redor
Sua unica companhia eram os ratos
Que caminhavam com ele, por entre os becos
Uma ou outra alma, as vezes aparecia
Oferecendo seu corpo
Oferecendo seus vicios
Mas ele já nada aceitava
Já não mais podia
Já estava deslocado de sua realidade
O sabor da ultima dose, e do ultimo trago
Ainda estavam em seu corpo
E agora sabia que seria o ultimo
Cada degrau uma lembrança
Cada lembrança uma lágrima sem vida
Que simplesmente escoava
Já sem sentimentos
Sem razão de existir
Degrau a degrau, seu destino chegava
Ao topo, podia ver as luzes da cidade
E as estrelas em um céu nublado
Como sua vista, como sua alma
Eram seus ultimos minutos
Apenas deixou-se cair
Sentir o vento cortando seu rosto
O grito preso em sua garganta
Sem plateia para ver
Sem aplausos no final
Deixou-se cair
14 andares, poucos segundos
Sem volta
Sua infância
Seus sonhos
Seus desejos
Passaram em segundo
E terminaram
Nos rabiscos de um giz na calçada…
Suave veneno, doce, mortal
Elementos de uma única combinação
Forte e único, uma única dose
Sensação de euforia, ânsia de viver
Apenas mais uma, entre tantas fantasias
Apenas mais uma mascara esguia
A verdade já não se esconde, já não existe
Na verdade, a verdade nunca existiu
Ou insistiu em existir algum dia
Falsos venenos, não mais fazem mal
Já não representam, uma dose fatal
Se mistura ao sangue que já não corre
Apenas se infiltra, através do corpo
Sem representar o seu real intento
Sem transportar a essência da vida
Onde já talvez não haja mais vida
Onde a vida já não existe
Ou insistiu em existir algum dia
Negros venenos, carregando o mal
Na face de um cordeiro, na pele de um lobo
Insensíveis, infiéis a sua causa
Já não matam, apenas anestesiam
Trazendo os desejos dormentes, latentes
No fundo de uma alma que sonha
Uma alma que transpira desejos
Sonhos de uma alma que não sabe se existe
Ou insistiu em existir algum dia
Inútil veneno, já imortal
Um sonho, um desejo, um ser irreal
Uma formula sem sentidos, jamais criada
Jamais nutrida de forças sobre a mente humana
Um veneno, que se pode tocar, sem se ferir
Não causa a dor, não causa a morte
Apenas as feridas expostas na face
De um ser que não mais existe
Ou jamais insistiu em existir um dia…
Quanto, quanto você espera de mim
Quando, quando você vai me procurar
Onde, onde você vai me esperar
Como, como será que você vai estar
No dia em que o fim do mundo chegar
Quanto, quanto você pagou no almoço
Quando, quando você foi ao cinema
Onde, onde você comprou suas roupas
Como, como você pretende acordar
No dia em que o fim do mundo chegar
Eu vi, os quatro cavalos brancos vindo pela montanha
Eu vi, os quatro cavaleiros, afiando suas lanças
Eu vi, a grande bola de fogo, explodindo no horizonte
Eu vi, os últimos lamentos, das crianças mortas
Ouvi…
Onde estou agora, luzes e cores pairam a minha volta
Perdido, mas dentro de mim, encontrando as sombras
Um pouco de atenção, dedicação, eu apenas busco a paz
Uma alma que revele meus sórdidos segredos
A sangria de minha alma, minha própria alma, sem cor
Em contraste com tudo a minha volta
A cada momento, a cada instante
Vejo-me em cada tela ainda em branco
Que insiste em mostrar sua imponência diante de mim
Caminho sem destino, em momentos solitários
Uma fuga dos meus pesadelos
Uma fuga de minha vida, uma vida sem vida
Um destino já traçado, um inicio com ponto final
As tintas mancham a pele surrada pelo tempo
As cores se diluem entre a cera derretida
Entre amores perdidos, entre sussurros falsos
Entre gritos agonizantes dos demônios que aqui habitam
Em corpos femininos, corpos febris
Em entrega do corpo, da energia por amor
Amor a vida, amor a falta de vida
Na presença da morte nos detalhes
Onde estou agora, corpos dançam diante de mim
Como loucos, insanos, verdadeiros mártires da sociedade
Deslocados em seu sentido, em suas realidades
Mas livres dentro de si
Estou preso, sufocado pela dor e pelo peso do nada
Do vazio que minha alma exala
Que o fim seja justo, seja real
Que as dificuldades cessem por um momento
E que a paz tome meu corpo
Pálido, sofrido e sem mais destino
Onde estou agora? A sim, não mais estou…
Quem está ai
Não quero abrir a porta, nem as janelas
Não quero ninguém ao meu lado
Porque insiste?
O que quer de mim?
Estou apenas solitário, me sinto bem
Não preciso do seu toque, do seu calor
Seja você quem for
A escuridão cobre as marcas em meu corpo
E a luz do dia fere meus olhos
Deixe-me em meu mundo
Vá embora, lhe peço
Será melhor para mim, para você
Segue seu caminho e deixe-me em meu tumulo
Estou quieto, não lhe incomodo
Porque você vem me incomodar?
Meu silencio te agride?
A mim ele protege
Protege-me do que sou, do que és
E principalmente
Protege-me do que eu posso me tornar
Não quero ver ninguém
Nem mesmo quero me ver
Hoje não sou o que sou
Hoje não penso, não existo
Porque bates em uma porta vazia?
Não há nada aqui para ver
Não há um corpo, não há sangue
Nem ao menos existe vida
Vá embora, deixe-me, esqueça-me
Não me torture com o seu chamado
Nada sou, e nada mais posso ouvir…

A sombra que cobre meus olhos agora
Tênues como a neblina da noite
A morte em cada segundo mais perto
Presente em cada cigarro, em cada copo de vinho
Não sei se posso agüentar estes segundos finais
Esta presença quase fatal, da morte rondando
Dos segundos que antecedem a grande partida
Já nada importa, talvez um coração destruído
Um pensamento que não resiste a simples olhares
Entre quem, já não me importo mais
Pois não são mais importantes
Já não seduzem como antes
Mas já nos segundos derradeiros
Quando então o ódio toma conta de tudo
Porque comigo?
Porque agora?
Perguntas que invadem minha mente
Invade a mente de todos neste momento
Talvez uma lagrima resolva
Talvez um ato impensado possa mudar os destinos
Pois a porta da morte, já não tenho mais nada a perder
Não há o que temer
Não temos mais sentimentos
Talvez não precisemos ter medo
Pois talvez seja o fim
Um final já a muito esperado
Um final já escrito por mãos, que não são nossas
Mas não tenho mais razões
Perco os sentidos, as emoções
A magia existente se acaba
Destruída por ações impensadas
Apenas os momentos que se foram
Podem agora ser lembrados
Podem ser pensados
Mas mesmo depois de tudo
Ainda ficamos sem realmente saber
Porque agora?
Ainda não é chegada a hora
Estou cansado
Estou já deitado
Só posso mesmo dizer adeus
Me entregar aos lábios da grande deusa da morte
Sinceramente, apenas me entregar
Quem sabe um dia, como sempre dizem os grandes poetas
Talvez a gente possa, novamente, se encontrar…
Morte de um inocente
Eu fui a uma festa, mãe.
Eu lembrei o que você disse.
Você disse para eu não beber e eu não bebi.
Eu me senti orgulhosa de mim, como você disse que eu me sentiria.
Antes de dirigir, eu não bebi, mãe, embora alguns amigos insistissem para
que eu bebesse.
Eu agi certo, mãe, e sei que você sempre esteve certa.
A festa foi acabando, mãe, e os amigos foram saindo.
Quando eu entrei no carro, eu acreditei que logo chegaria em casa e inteira!
Isso pôr causa do jeito responsável e doce que você me criou.
Eu dei partida, mãe, e assim que entrei na avenida, um outro carro não me
viu, bateu forte e eu fui lançada para fora.
Aqui no solo da avenida, enquanto o socorro não vinha, eu escutei um
policial dizer que o outro motorista estava bêbado, mãe, e agora sou eu que
pago pôr isso.
Estou morrendo aqui, mãe.
Eu gostaria que você chegasse logo.
Como isso pôde me acontecer, mãe?
Minha vida simplesmente se queimar como um balão?
Há sangue pôr toda parte, mãe, e a maior parte é o meu sangue.
Eu agora escuto o médico dizer que morrerei em poucos minutos.
Eu só queria lhe dizer, mãe, jurar que eu não bebi!
Os outros, sim, mãe.
Eles não pensaram.
Aquele que me atingiu, provavelmente estava na mesma festa.
A diferença, mãe, é que ele bebeu e eu é que vou morrer.
Pôr que há gente assim, mãe?
Eles não percebem que podem arruinar a própria vida?
Estou sentindo dores agudas, mãe.
O cara que me atingiu está andando e eu não consigo achar isso justo.
Eu morrendo e tudo que ele faz é ficar parado me olhando.
Diga ao meu irmão para não chorar e para o papai não ficar bravo comigo.
E quando eu partir, mãe, ponha flores do campo no meu sepulcro.
Alguém deveria ter avisado esse cara para não beber antes de dirigir.
Se ele não tivesse bebido, eu ainda poderia continuar viva !
Minha respiração está enfraquecendo, mãe.
Estou ficando com medo.
Por favor, não chore por mim, mãe.
Sempre que eu precisei, você não falhou.
Eu só tenho uma última pergunta, mãe, antes de me despedir:
Eu não bebi antes de dirigir, então pôr que sou eu a morrer?
Este é o fim, mãe.
Eu gostaria de poder olhar nos seus olhos para dizer estas palavras finais:
Eu te amo…e…adeus!…
Pessoa
(Dalto e Cláudio Rabello)
Olhar você
E não saber
Que você é a pessoa
Mais linda do mundo
E eu queria alguém
Lá no fundo do coração
Ganhar você
E não querer
É porque eu não quero
Que nada aconteça
Deve ser porque eu não ando bem da cabeça
Ou eu já cansei de acreditar
O meu medo é uma coisa assim
Que corre por fora
Entra, vai e volta sem sair
Não
Não tente me fazer feliz
Eu sei que o amor é bom demais
Mas dói demais sentir…
Você
E não querer
É porque eu não quero que nada aconteça
Deve ser porque
Eu não ando bem da cabeça
Ou eu já cansei de acreditar
Ou eu já dancei…
O meu medo é uma coisa assim
Que corre por fora
Entra, vai e volta sem sair
Não
Não tente me fazer feliz
Eu sei que o amor é bom demais
Mas dói demais sentir…
“Nas horas graves, os olhos ficam cegos; é preciso, então, enxergar com o coração.”
Saint-Exupéry, escritor francês
Um erro, ter te conhecido
“Eu não posso continuar.
O arrependimento me consome, a razão é meu carrasco julgando-me sem saber o certo e errado apenas vendo o crime que cometi a mim mesmo.
Arruinei tudo, você se foi e não ira voltar mais, sei que não importa se eu tentar ver você denovo não vou me jogar aos seus pés pois não tenho mais perdão pelo que fiz.
Talvez nos nunca devíamos ter nos conhecido ou encotrado um ao outro todo momento feliz que passei com você me rasga a alma como se fosse um lençol velho e pensar que eu mesmo rasguei como um suicídio sentimental.
Prefiro nunca mais pensar nisso porque essa ferida nunca vai cicatrizar e se eu vou morrer por causa dela não saberei mas você talvez me esqueça como deve ter esquecido outro qualquer, tive mais do que nunca tive e você me tratou como se fosse um qualquer porque é isso que todos homens são a você, simplesmente alguém.”
Tem dias que eu digo não
Inverno no meu coração
Meu mundo esta em suas mãos
Frio e garoa na escuridão
Sem São Paulo
O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não
Sem São Paulo
O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não
Tem dias que eu digo não
Inverno no meu coração
Meu mundo esta em suas mãos
Frio e garoa na escuridão
Sem São Paulo
O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não
Sem São Paulo
O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não
Quem é seu dono
Ninguém São Paulo
Quem é seu dono
Ninguém São Paulo
Desperta São Paulo, desperta São Paulo
…Vou a a partir de agora, dar atenção exclusiva apenas para as coisas que realmente valem a pena, que possam de alguma forma apresentar um retorno que me interesse……
Vivia minha vida antes, como um jogo, onde as peças se moviam e eu sempre tinha um adversário a minha frente…. e sempre tinha o controle de minhas jogadas, até que um dia eu perdi…. agora, decidi mudar meu modo de viver… minha vida atual é um negócio… não faço nada, para ninguém, sem que eu possa estar recebendo um resultado positivo…… chega de ficar oferecendo o mundo para quem não merece nem um grão de areia…. começarei a dar mais prioridade para quem realmente vale a pena….
Espero que a partir de agora, eu possa realmente começar a viver, e a conquistar sonhos mais altos…. principalmente na minha vida particular……
Logo passarei pelo meu renascimento… e então, estarei preparado para enfrentar as novas batalhas que se aproximam……
Sinto a morte cada vez mais perto
Sinto a morte em seus beijos
Em seu olhar
Sinto a morte em teus gestos
Nas sombras das paredes
Nas ruas desertas e sem vida
Nos becos sem saída
Nas almas ainda vivas
Que não sabem para onde ir
Que não se importam em fugir
Sinto a morte ao meu lado
No desejo de palavras não ditas
No escuro do quarto
Na névoa tênue e fria
Que atravessa o vão da janela
Que insiste em permanecer aberta
Por onde entra também seu perfume
Já esquecido no tempo
Quando ainda o sangue corria
Entre nossos corpos, ardentes, Sinto a morte dentro de mim
Em cada pensamento furtivo
Em cada desejo contido
Em cada segredo omitido
Sugando os resíduos de minha vitae
Deixando apenas um corpo esquecido
Ou um cigarro inacabado
Jogado ao chão imundo
Onde nada tem mais sentido
Apenas a morte, perto, me seguindo…
Tantos momentos, tantos instantes
Quase não consigo me encontrar
Quase não percebo o ar a minha volta
Quente, aconchegante, introspectivo
Sinto tantas emoções, mas perdi a muito o crédito
Perdi os sonhos e desejos
Não sei se posso sentir novamente
Tenho um coração em desuso
Carrego as dores de todo meu passado
Vivencias enclausuradas, ocultas
Fantasmas que não posso tocar
E responsabilidades que não posso evitar
Mas são estes momentos, estes instantes
Que vivo neste presente estagio
Me desvencilho aos poucos
Quero buscar o novo, mas não sei como
Estou ferido, preciso de um colo
Minhas asas quebradas me impedem de voar
Me impedem de ver acima dos horizontes
Perdi em muito a crença
Perdi a confiança em todos
Aprendi a viver em mim, sem nada esperar
Aprendi a aceitar estas dores
Tantos momentos novos, tantos instantes
Tantas novas descobertas
Vejo muita vida ao meu redor
Vejo paz e tranqüilidade nos olhos
Nos olhos de todos, em olhos especiais
Em, almas perfeitas, em uma única alma
Em olhares maravilhosamente verdes
Tantos momentos que perco
Tantos momentos especiais…
“Tenho medo de viver
Tenho medo de amar
Tenho medo de morrer
Tenho medo de chorar
Estou sozinho agora
E tenho medo do escuro
E das lembranças que ele me traz
O silêncio é perturbador
Atravéz da janela,
O anúncio fraco em neon
Entre as fumaças dos carros
E das chamas acesas nas calçadas
Me lembra do cigarro aceso
Largado em algum cinzeiro
Pela pressa de talvez te encontrar
Mas você não chegou
Fiquei sozinho,
Trancado em meu apartamento
Olhando para as paredes
A passagem esta jogada na mesa
Um preço alto à se pagar
Uma viagem sem volta
Um destino desconhecido
Uma decisão a tomar
O vinho já não desce mais
Quente, como sangue
Como meu próprio sangue
Espalhado pelo chão
Entre as cartas deixadas
Entre a emoção e a razão
Fecho os olhos
O escuro ainda assusta
Mas agora pertenço a ele
E não posso mais voltar
Não tenho para onde
Nem para quem
Não tenho ninguém…”
Mais uma de minhas poesias…. esta acabou de nascer….. acho que estou inspirado hoje….. adoro escrever sobre morte….. é um meio de relaxar…..
Sou realmente depressivo…….
Mas eu gosto….
Para compensar a falta de arquivo no dia de ontem, até mesmo porque não havia nada para ser colocado, estarei colocando algumas poesias que sairam em meu antigo blog nesta data, a 7 anos atrás.. Segue então um pequeno fragmento de uma poesia inacabada, e logo depois, um texto completo, de minha autoria..
Raios e Trovoadas
Caem dentro de minha alma
Faz com que o frio aumente
Interfere em minha vida
Não compreendo o sentdo de nada
A tempestade invade meu corpo
Fecha meus olhos infantis
E mata a inocencia
Que ainda existe
Dentro de mim
“Se a criança morre, os sonhos e as ilusões terminam”
Palavras ditas ao sabor do vento,
Talvez confissões em segredo,
Atitudes em nome do desespero,
Atos que se entregam, por si só,
Palavras que não deveriam ser ditas
E ainda querem que eu acredite
“Que as nuvens não são de algodão”
Conselhos em uma mente confusa
Medo de não saber o que fazer
Atos de imensa loucura
Apenas por uma noite de prazer
Um copo de vinho a mais
Um cigarro para acalmar a tosse
A verdade por trás de palavras insanas
Acusações vindas de mentes vizinhas
Que de nada sabem, nada dizem,
Atormentam minha noite, em tempo real,
Fazem de minha pequena felicidade
Um inferno mental
Talvez tenha sido, uma válvula de escape,
Para as pessoas que não entendem a verdade
Pensando talvez, em somente ajudar
A mente condenada de alguém que se gosta
Mas que com palavras tolas e insensatas
Envolvendo pessoas que nada sabem
Em segredos que nada valem
Tudo em troca de uma simples noite animada
Sonhos que se misturam com a realidade
Que ainda não sabem o limite da vida
Mas quem é que sabe?
Qual a tênue linha, que separa,
Traição de cooperação?
Quem precisa deste tipo de ajuda?
Quem deseja ter seus medos e anseios revelados?
Quem tolera a ajuda de alguém
Que nada sabe do nada
Confidências mal feitas?
Quem sabe?
Talvez um dia, encontremos a resposta,
Mas até este dia,
Ninguém sabe…
“Tenho medo de viver
Tenho medo de amar
Tenho medo de morrer
Tenho medo de chorar
Estou sozinho agora
E tenho medo do escuro
E das lembranças que ele me traz
O silêncio é perturbador
Atravéz da janela,
O anúncio fraco em neon
Entre as fumaças dos carros
E das chamas acesas nas calçadas
Me lembra do cigarro aceso
Largado em algum cinzeiro
Pela pressa de talvez te encontrar
Mas você não chegou
Fiquei sozinho,
Trancado em meu apartamento
Olhando para as paredes
A passagem esta jogada na mesa
Um preço alto à se pagar
Uma viagem sem volta
Um destino desconhecido
Uma decisão a tomar
O vinho já não desce mais
Quente, como sangue
Como meu próprio sangue
Espalhado pelo chão
Entre as cartas deixadas
Entre a emoção e a razão
Fecho os olhos
O escuro ainda assusta
Mas agora pertenço a ele
E não posso mais voltar
Não tenho para onde
Nem para quem
Não tenho ninguém…”
Para uma de minhas amigas mais legais…. Espero que goste da homenagem….
Paraíso Dos Bandidos
Coolio
Enquanto eu caminho pelo vale da sombra da morte,
Eu dou uma olhada em minha vida e percebo que não sobrou nada.
Porque tenho farreado e estou rindo há tanto tempo
Que até minha mãe acha que meu juízo acabou..
Mas eu nunca atraiçoei um cara que não merecesse.
Eu, ser tratado como um imprestável,
Você sabe que nunca aconteceu.
É melhor que você preste atenção como está falando
E onde está andando,
Ou você e tua família podem acabar marcados com giz.
Eu realmente odeio me enganar, mas tenho que trancar
Enquanto eles resmungam eu me vejo na fumaça da pistola,
Idiota, sou o tipo de gangster que os garotos da família querem ser.
De joelhos à noite fazendo orações na luz da rua.
CORO:
Desperdiçando a maior parte de nossas vidas
vivendo no paraíso de bandidos.
Continuamos a desperdiçar a maior parte de nossas vidas
vivendo no paraíso dos bandidos.
Olhe a situação que eles me fizeram encarar:
Não consigo viver uma vida normal, fui criado pelo estado,
Então tenho que ficar com a turma do bairro.
Assistir televisão demais me deixou perseguindo sonhos.
Sou um bobo educado, com dinheiro na cabeça
Tenho meus dez na mão e um brilho nos meus olhos,
Sou um bandido trancado no lado de fora, um fogo de artifício ligeiro,
E meus familiares estão deprimidos então não provoque minha raiva.
Bobo! Morte não é nada, está apenas a uma batida de coração de distância.
Estou vivendo a vida, vivo ou morro, o que posso dizer?
Tenho 23 anos agora, viverei para ver os 24?
Do jeito que as coisas estão indo, não sei…
Me diga, porque somos tão cegos para perceber
Que aqueles que magoamos somos eu e você?
CORO
O poder no dinheiro, o dinheiro no poder
Minuto após minuto, hora após hora.
Todo mundo está fugindo, mas metade não está olhando
Está rolando na cozinha mas não sei o que está cozinhando.
Eles dizem que tenho que aprender
Mas não tem ninguém aqui para me ensinar
Se eles não conseguem compreender isso, como podem me alcançar?
Acho que eles não podem, acho que eles não vão,
Acho que eles estão encarando
É por isso que sei que minha vida está sem sorte, bobo!
CORO
Me diga, porque somos tão cegos para perceber
Que aqueles que magoamos somos eu e você?
Me diga, porque somos tão cegos para perceber
Que aqueles que magoamos somos eu e você?
Só Por Hoje
Só por hoje eu não quero mais chorar
Só por hoje eu espero conseguir
Aceitar o que passou e o que virá
Só por hoje vou me lembrar que sou feliz.
Hoje eu já sei que sou tudo que preciso ser
Não preciso me desculpar e nem te convencer
O mundo é radical
Não sei onde estou indo
Só sei que não estou perdido
Aprendi a viver um dia de cada vez.
Só por hoje eu não vou me machucar
Só por hoje eu não quero me esquecer
Que há algumas pouco vinte e quatro horas
Quase joguei minha vida inteira fora.
Não não não não
Viver é uma dádiva fatal,
No fim das contas ninguém sai vivo daqui mas -
Vamos com calma!
Só por hoje eu não quero mais chorar
Só por hoje eu não vou me destruir
Posso até ficar triste se eu quiser
É só por hoje, ao menos isso eu aprendi.
Hoje me sinto só!
Há muito que não me sentia assim.
Perdi algo precioso,
a noite chegou escura e fria.
Não consigo encontrar
o caminho de volta.
Peguei um atalho?
Me perdi na mata?
Minha protetora deixe que
eu sinta novamente sua presença.
Me acalente em suas asas.
Não me deixe só!
Fechei meu coração.
Ele está sangrando.
Ó grande Espírito,
Faça-me enxergar meus erros,
Meus acertos,
Mostre-me o caminho de volta.
Não quero esta dor.
O amor não deve doer.
Tenho medo!

