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Relacionamentos

Você está com um homem que acredita ser a pessoa com quem você sempre sonhou, mas por algum motivo você não sente que isso seja recíproco. Sabemos que muitos homens são um pouco avessos a manter relacionamentos que levem a compromissos mais sérios, mesmo que eles achem que tenham encontrado a mulher da vida deles. O medo de perder seu espaço e liberdade dá a eles uma espécie de “alergia” que não podem evitar.

O ponto é saber se o que acontece é uma questão de tempo ou se na realidade você está diante de um homem que não é capaz de manter relações duradouras e, por isso, mesmo que ele seja o que você sempre sonhou, não é para você.

Se você quer acabar com dúvidas, concentre-se em alguns sinais que podem ajudar a comprovar se você está no caminho correto ou se ainda precisa continuar procurando. Será que mesmo ele sendo “quase perfeito” ele não é homem para você? Descubra se existe futuro com seu príncipe.

1. Não assume o relacionamento
Se diante dos amigos ou da família ele te apresenta como uma amiga ou como “algo mais”, é porque você está frente a um homem que não leva um relacionamento muito a sério. Certamente, ele evitará ter que classificá-la com algum nome do tipo “namorada” e você passará como mais uma na lista dele. Se este é o seu caso, é melhor que você coloque “pingos nos is” o quanto antes e faça com que ele deixe bem claro o que você significa para ele.

2. Prefere os amigos
Uma tarde com os amigos é mais importante do que passar um momento a dois com você? Um homem que não dá espaço para o casal e que sempre se encontra com você ao lado do “melhor amigo” ou então só marca programas como uma tarde de chopp ou assistir a jogos com ele é porque não quer assumir a relação e prefere te ver como mais uma amizade colorida.

3. Não te dá espaço na casa dele
Não significa que ele tenha que te dar a oportunidade de mudar cada coisa no cantinho de solteiro dele. Mas, se já passaram semanas que ele disse que você poderia mudar as roupas de cama e não faz questão alguma de ter sua bebida favorita na geladeira é porque não está tão disposto a compartilhar seu espaço “sagrado” com ninguém, a não ser com seus amigos.

4. A palavra “nosso” não está no vocabulário dele
Se vocês são convidados e ele decide ir com você em momento algum ele quer que vocês dividam o presente e também não quer que o convite seja escrito com o nome dos dois. Isso, porque na verdade, ele não quer que o comprometam demais com você. Se você já viveu esta situação é melhor que pergunte o nível de seriedade do relacionamento que possuem.

5. Ele se gaba por viver sozinho
Alguns homens adoram ter seu próprio espaço para poderem descansar. Entretanto, se o seu parceiro, acima de tudo faz questão de enfatizar que é melhor viver sozinho e que não sabe se poderia dividir sua casa com outra pessoa, ou ainda nem sequer se aventurou a compartilhar mais de uma noite sob o mesmo teto com você, é porque indiretamente ele quer deixar claro que, até aquele momento, você não faz parte dos planos dele.

6. Aplaude os divorciados
Você se entristece cada vez que sabe que um casal de amigos se divorciou, mas ele não tem nada melhor a dizer a não ser “Enfim ele ficou livre”. Sem dúvida, ele não tem um conceito muito bom de casamento e, na verdade, “amarrar-se” não está nos planos dele. Pode ser que seja por simples medo, mas também, pode ser que ele acredite que ainda tem muito para viver e para aproveitar antes de ter um relacionamento mais sério.

7. Paquera outras pessoas descaradamente
Quando vocês saem juntos é como se nada estivesse acontecendo, já que para ele isso não é um empecilho para paquerar outras mulheres constantemente, enquanto você fica “se mordendo de ciúmes”. E o melhor de tudo é que quando você pergunta para ele o que está acontecendo ele dá a simples desculpa de que a vida dá muitas voltas e por isso é bom conhecer gente nova todo dia e, até mesmo diz que você deveria fazer o mesmo.

8. Ele é famoso por suas conquistas
Vocês vão a um barzinho da moda e quando chegam o garçom o cumprimenta como se fossem amigos de anos e diz: “Você deve ser a Ana”, mas na verdade seu nome é Paola. Isso é uma prova de que ele não deve ser um homem de uma mulher só.

9. Não deixa que você “invada” o território dele
Como você é uma mulher prevenida, decide deixar no banheiro dele um pacote de absorventes para não ser pega de surpresa. Mas, quando ele descobre, te chama indignado e não faz outra coisa senão gritar e dizer que você está invadindo o espaço dele e que a relação ainda não chegou neste nível. Se você já passou por isso, é melhor que nem cogite a hipótese desta relação virar algo mais sério.

10. Casamento? Ele não conhece esta palavra

Um dia ele chega a sua casa e encontra você e suas amigas vendo revistas de noivos porque uma delas está prestes a se casar. Ele fica irritado sem explicação só porque você mostrou alguns vestidos a ele. O mais provável nesta situação seja que ao vê-la tão entusiasmada ele peça um tempo e desapareça por alguns dias para ver se a seu “desejo casamenteiro” diminui.

Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina disse:
- Como se faz para manter um amor?
A mãe olhou para a filha e respondeu:
- Pega num pouco de areia e fecha a mão com força…
A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia se escapava.
- Mamãe, mas assim a areia cai!!!
- Eu sei, agora abre completamente a mão…
A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
- Assim também não consigo mantê-la na minha mão!
A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:
- Agora pega outra vez num pouco de areia e mantenha na mão semi-aberta como se fosse uma colher… bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade.
A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento.

É assim que se faz durar um amor…

Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um vagalume que só vivia para brilhar.
Ele fugia rápido com medo da feroz predadora e a cobra nem pensava em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada…
No terceiro dia, já sem forças o vagalume parou e disse à cobra:
- Posso fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém mas já que vou te comer mesmo, pode perguntar…
- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não.
- Te fiz alguma coisa?
- Não.
- Então por que você quer me comer ?
- PORQUE NÃO SUPORTO VER VOCÊ BRILHAR…

Pense nisso e selecione as pessoas em quem confiar.

A menina debruçada na janela trazia nos olhos grossas lágrimas e o peito oprimido pelo sentimento de dor causado pela morte de seu cão de estimação.
Com pesar observava atenta o jardineiro enterrar o corpo do amigo de tantas brincadeiras.
A cada pá de terra jogada sobre o animal, sentia como se sua felicidade estivesse sendo soterrada também.
O avô que observava a neta, aproximou-se e a envolveu em um abraço e falou-lhe com serenidade:
- Triste a cena, não é verdade?
A netinha ficou ainda mais triste e as lágrimas rolaram em abundância.
No entanto, o avô que desejava confortá-la chamou-lhe a atenção para outra realidade.
Tomou-a pela mão e a conduziu para uma janela localizada no lado oposto da ampla sala.
Abriu as cortinas e permitiu-lhe que visse o jardim florido a sua frente e perguntou-lhe carinhosamente:
- Está vendo aquele pé de rosas amarelas bem ali a frente?
- Lembra que você me ajudou a plantá-lo?
- Foi em um dia de sol como hoje que nós dois o plantamos. Era apenas um pequeno galho cheio de espinhos e hoje veja como está lindo, carregado de flores perfumadas e botões como promessa de novas rosas.
A menina enxugou as lágrimas que ainda teimavam em permanecer em suas faces e abriu um largo sorriso mostrando as abelhas que pousavam sobre as flores e as borboletas que faziam festa entre umas e outras das tantas rosas de variados matizes que enfeitavam o jardim.
O avô, satisfeito pôr te- la ajudado a superar o momento de dor falou-lhe com afeto:
- Veja, minha filha. A vida nos oferece sempre várias janelas.
Quando a paisagem de uma delas nos causa tristeza sem que possamos alterar o quadro, voltamo-nos para outra e certamente nos deparamos com uma paisagem diferente.
Tantos são os momentos de nossa existência, tantas as oportunidades de aprendizado que nos visitam no dia-a-dia que não vale a pena sofrer diante de quadros que não podemos alterar.
São experiências valiosas da vida, das quais devemos tirar lições oportunas sem nos deixar tragar pelo desespero e revolta que só infelicitam.
A nossa visão do mundo é muito limitada.
Se hoje você está a observar um quadro desolador, lembre-se de que existem tantas outras janelas, com paisagens repletas de promessas de melhores dias.
Não se permita contemplar a janela da dor.
Aproveite a lição e siga em frente com ânimo e disposição.
Agindo assim, o gosto amargo do sofrimento logo cede lugar ao sabor agradável de viver.

Autor desconhecido

Um grande sábio possuía três filhos jovens, inteligentes e consagrados à sabedoria.
Em certa manhã, eles altercavam a propósito do obstáculo mais difícil no grande caminho da vida.
No auge da discussão, prevendo talvez conseqüências desagradáveis, o genitor benevolente chamou-os a si e confiou-lhes curiosa tarefa.
Iriam os três ao palácio do príncipe governante, conduzindo algumas dádivas que muito lhes honraria o espírito de cordialidade e gentileza.
O primeiro seria o portador de rico vaso de argila preciosa.
O segundo levaria uma corça rara.
O terceiro transportaria um bolo primoroso da família.
O trio recebeu a missão com entusiástica promessa de serviço para a pequena viagem de três milhas; no entanto, no meio do caminho, começaram a discutir.
O depositário do vaso não concordou com a maneira pela qual o irmão puxava a corça delicada, e o responsável pelo animal dava instruções ao carregador do bolo, a fim de que não tropeçasse, perdendo o manjar; este último aconselhava o portador do vaso valioso, para que não caísse.
O pequeno séqüito seguia, estrada afora, dificilmente, porquanto cada viajante permanecia atento as obrigações que diziam respeito aos outros, através de observações acaloradas e incessantes. Em dado momento, o irmão que conduzia o animalzinho, olvida a própria tarefa, a fim de consertar a posição da peça de argila nos braços do companheiro, e o vaso, premido pelas inquietações de ambos, escorrega, de súbito, para espatifar-se no cascalho.
Com o choque, o distraído orientador da corça perde o governo do animal, que foge espantado.
O carregador do bolo avança para sustar-lhe a fuga, e o bolo se perde totalmente no chão.
Desapontados e irritadiços, os três rapazes voltam a presença do pai, apresentando cada qual a sua queixa de derrota.
O sábio, porém, sorriu e explicou-lhes:

– Aproveitem o ensinamento da estrada. Se cada um de vocês estivesse vigilante na própria tarefa, não colheriam as sombras do fracasso. O mais intrincado problema do mundo, meus filhos, é o de cada homem cuidar dos próprios negócios, sem intrometer-se nas atividades alheias.

Enquanto cogitamos de responsabilidades que competem aos outros, as nossas viverão esquecidas.

Autor desconhecido
Enviada por: Edeli Arnaldi

Há muito tempo, quando ainda era um bebê, você tentou levantar para dar o primeiro passo da sua vida e caiu. Você, eu e os outros bilhões de bilhões de pessoas que já andaram sobre a Terra, desde que o homo-sapiens surgiu. Não havia nada de errado com você. Cair é o esperado, o normal. Por que, então, você acha que não deveria cair em outras áreas da vida, ao dar os primeiros passos?

Ninguém estranharia se o filho tentasse dar os primeiros passos e se estatelasse no chão, mas por alguma razão, algumas vezes esquecemos que falhar nas primeiras tentativas, é um princípio da natureza contra o qual não há meios de lutar, e achamos que temos obrigação de acertar da primeira vez. Não temos; nem eu, nem você. Você não tem obrigação de acertar da primeira vez. Você tem obrigação de não desistir nas primeiras quedas, porque elas virão. Você errará quando começar qualquer coisa. Você falhará. Você vai se estatelar contra o chão – não importa sua idade, experiência, inteligência ou saúde – sempre que começar algo novo, algo inesperado, algo diferente, algo que valha a pena.

Se um bebê de colo não desiste, não importa quantas quedas ele tenha, será uma vergonha se você desistir agora. Se um bebê chora ao cair, mas logo depois esquece a dor e tenta outra vez, será uma vergonha você apenas sentar e ficar eternamente chorando dores que há muito tempo se foram.

Algumas empresas também se esquecem deste princípio e criam cronogramas e projetos que não incluem potenciais falhas, erros de gestão, problemas de produtos e de saúde na equipe. Então, por criarem projetos “no vácuo”, se desesperam quando a dura realidade aparece para fazer com que venham os primeiros e inevitáveis tombos.

Seja em projetos novos, seja em relacionamentos românticos, seja em sonhos profissionais ou em qualquer coisa na qual você esteja dando os primeiros passos, se você acertar da primeira vez, é porque errou em algum lugar. Considere sempre que as primeiras tentativas provavelmente falharão, mas você não pode desistir. Levante-se e faça como qualquer bebê faria: tente outra vez.

Este é um princípio da natureza. Use-o a seu favor.

Autor desconhecido
Enviada por: Edeli Arnaldi

Num remoto vilarejo da Europa oriental, num dos dias de Chanuká, um respeitado rabino entrou na casa de estudos, num momento em que não o esperavam e encontrou seus discípulos jogando o jogo de damas, quando deveriam estar estudando as leis sagradas, como era o costume naqueles tempos.

Quando viram o Mestre ficaram confusos sem saber o que fazer. Pararam o jogo imediatamente. Um dos discípulos, envergonhado, tentou desculpar-se.

“Nos perdoe, Mestre. Apenas queríamos nos distrair um pouco!”

O velho fez um gesto bondoso e perguntou:

“Vocês conhecem as regras do jogo de damas?”

Como ninguém respondeu, ele mesmo tratou de responder:

“Vou lhes dizer quais são as regras.
A primeira é que não se podem fazer duas jogadas por vez.
A segunda, que somente se pode mover para frente e não para trás.
A terceira, que quando se chega lá na última fila, você está livre para ir aonde quiser.
Vocês estão aprendendo lições muito importantes sobre a nossa existência.
Prossigam em seu jogo, por favor, prossigam!”

FonteConta uma lenda austríaca que em determinado povoado havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo conselho municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade.

O cavalheiro com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca. Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entulhos.

Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina. Rodas d´água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite. As plantações eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.

Os anos foram passando. Certo dia, o conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente. Um dos membros do conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte. De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos, pela cidade.
E para quê? O que é que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma. Seu discurso a todos convenceu.
O conselho municipal dispensou o trabalho do zelador.

Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as árvores começaram a perder as folhas. Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes.

Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura. Mais uma semana e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens. O mau cheiro começou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d´água começaram a girar lentamente, depois pararam. Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.

O conselho municipal tornou a se reunir, em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido. Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte. Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear. As rodas d´água voltaram a funcionar. Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.

Assim como o conselho municipal da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores. Aqueles que se desdobram todos os dias para que o pão chegue à nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas. Que os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos. Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa. Servidores anônimos. Quase sempre passamos por eles sem vê-los. Mas, sem seu trabalho o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.

O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável. Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá. Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para sermos felizes!

Autor desconhecido

Um famoso senhor com poder de decisão, gritou com um diretor da sua empresa, porque estava com ódio naquele momento.

O diretor, chegando em casa, gritou com sua esposa, acusando-a de que estava gastando demais, porque havia um bom e farto almoço à mesa.

Sua esposa gritou com a empregada que quebrou um prato.

A empregada chutou o cachorrinho no qual tropeçara.

O cachorrinho saiu correndo, e mordeu uma senhora que ia passando pela rua, porque estava atrapalhando sua saída pelo portão.

Essa senhora foi à farmácia para tomar vacina e fazer um curativo, e gritou com o farmacêutico, porque a vacina doeu ao ser-lhe aplicada.

O farmacêutico, chegando à casa, gritou com sua mãe, porque o jantar não estava do seu agrado.

Sua mãe, tolerante, um manancial de amor e perdão, afagou-lhe seus cabelos e beijou-o na testa, dizendo-lhe:

-”Filho querido, prometo-lhe que amanhã farei os seus doces favoritos.
Você trabalha muito, está cansado e precisa de uma boa noite de sono.
Vou trocar os lençóis da sua cama por outros bem limpinhos e cheirosos para que você descanse em paz.
Amanhã você vai sentir-se melhor.”
E abençoou-o, retirando-se e deixando-o sozinho com os seus pensamentos.

Naquele momento, rompeu-se o círculo do ódio, porque esbarrou-se com a tolerância a doçura, o perdão e o amor.
Faça você o mesmo.

Autor desconhecido

Conta-se que um poeta estava, um dia, passeando ao crepúsculo em uma floresta, quando, de repente, surgiu diante dele uma aparição do maior dos poetas. O grande poeta disse ao apavorado poeta que o destino estava sorrindo para ele e que ele tinha sido escolhido para conhecer os segredos do Céu e do Inferno. O grande poeta transportou-se então, junto ao poeta, ainda apavorado com experiência tão súbita, ao velho e mítico rio que circundava aquela região. Entraram em uma canoa e o grande poeta instruiu o poeta para remar até o Inferno. Quando chegaram, o poeta estava algo surpreso por encontrar um lugar semelhante à floresta onde estavam antes, e não feito de fogo e enxofre nem infestado de demônios alados e criaturas exalando fogo, como ele pensava.

O grande poeta pegou o poeta pela mão e levou-o por uma trilha. Logo o poeta sentiu, à medida que se aproximava de uma barreira de rochas e arbustos, o cheiro de um delicioso ensopado. Junto com o cheiro, entretanto, vinham misteriosos sons de lamentações e ranger de dentes. Ao contornar as rochas, deparou com uma cena incomum. Havia uma grande clareira com muitas mesas grandes e redondas. No meio de cada mesa, havia uma enorme panela contendo um ensopado, cujo cheiro o poeta havia sentido, e cada mesas estava cercada de pessoas definhadas e famintas. Cada pessoa segurava uma colher com a qual tentava comer o ensopado. Devido ao tamanho da mesa, entretanto, e por serem as colheres compridas de forma a alcançar a panela no centro, o cabo das colheres era duas vezes maior que os braços das pessoas. Isso tornava impossível para qualquer daquelas pessoas colocarem a comida na boca. Havia muita luta e imprecações enquanto cada uma tentava desesperadamente pegar pelo menos uma gota do ensopado.

O poeta ficou muito abalado com aquela cena, fechou os olhos e suplicou ao grande poeta que o tirasse dali. Em um momento, eles estavam de volta à canoa e o grande poeta mostrou ao poeta como chegar até o Céu. Quando chegaram, o poeta surpreendeu-se novamente ao ver uma cena que não correspondia às suas expectativas. Aquele lugar era quase exatamente igual ao que eles tinham acabado de sair. Não havia grandes portões de pérolas nem bandos de anjos a cantar. Novamente o grande poeta conduziu-o por uma trilha aonde o cheiro de comida vinha de trás de uma barreira de rochas e arbustos. Desta vez, entretanto, eles ouviram cantos e risadas quando se aproximaram. Ao contornarem a barreira, o poeta ficou muito surpreso de encontrar um quadro idêntico ao que eles tinham acabado de ver no inferno; grandes mesas cercadas por pessoas com colheres de cabos, grandes também, e uma grande panela de ensopado no centro de cada mesa. A única e essencial diferença, entre aquele grupo de pessoas e o que eles tinham visto no inferno, era que as pessoas neste grupo estavam usando sua colheres para alimentar uns aos outros.

Robert B. Dilts e outros
No livro Neuro-Linguistic Programming Vol. I (Meta Publications).

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