You are currently browsing the monthly archive for janeiro 2011.
A bôrra da vida está nos atos e pensamentos de atitudes e soluções impensadas. Que fazem em sua anuâncias a tristeza do viver. Mas para que isso se ensine nas caminhadas elevamos e nos confessamos até que essa bôrra imaginaria se dissipe nas águas de suas lágrimas.
Porque até então só ficou uma poeira reluzente num caminhar distante que só faz refletir a vontade de fugir no equidistante caminho das linhas que nos fazem pensar, e pensar com certo medo no profundo do seu ser.
Mas quem diria que em um dado momento passasse a doer no fundo d’alma como se fosse uma cortina de fumaça que não se dissipa com um simples olhar.
Cherubin Camargo
19/09/07
Olá galerinha. Fazendo algumas pesquisas sobre a reforma ortográfica, encontrei este jogo que vai ajudar vc muito sobre como aprender a nova regra do nosso idioma.
Ao final do jogo vc pode fazer o download do guia da reforma ortográfica.
Agora ficou mais fácil.
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para…
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara…
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência…
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência…
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara…
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não…
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara…
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida é tão rara
A vida é tão rara…
A vida é tão rara…












Comentários