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O marido pergunta pra mulher:
- Vamos tentar uma posição diferente essa noite?
A mulher responde:
- Boa idéia, você fica aqui em pé na pia lavando a louça e eu sento no sofá!!!!!
- Querida, vamos ter que começar a economizar.
- Tudo bem… Mas como?
- Aprenda a cozinhar e mande a empregada embora.
- Tá legal… Então aprenda a transar e pode dispensar o motorista.
- A mulher compra um kit da Tiazinha para surpreender o maridão que há tempos não se animava.
- E aí, querido? Com quem eu fiquei parecida?
- Do pescoço pra cima com o Zorro, do pescoço pra baixo, com o Sargento Garcia.
- Sabe, querido, quando você fala me faz lembrar o mar…
- Puxa, amor, não sabia que te impressionava tanto…
- Não é que me impressione. É que enjoa.
Adão e Eva passeavam pelo Paraíso. De repente o Adão pergunta:
- Eva, você me ama?
E a Eva, resmungando:
- E eu tenho outra escolha?
O cara pergunta para a mulher:
- Querida, quando eu morrer, você vai chorar muito?
- Claro, querido. Você sabe que eu choro por qualquer besteira…
O marido decide mudar de atitude. Chega em casa todo machão e ordena:
- Eu quero que você prepare uma refeição dos deuses para o jantar e quando eu terminar espero uma sobremesa divina. Depois do jantar você vai me fazer um whisky e preparar um banho porque eu preciso relaxar. E tem mais: Quando eu terminar o banho, adivinha quem vai me vestir e me pentear ?
- O homem da funerária… respondeu a esposa.
Querida, o que você prefere? Um homem bonito ou inteligente?
- Nem um, nem outro. Você sabe que eu só gosto de você.
Marido e mulher estão tomando cerveja num barzinho. Ele vira pra ela e diz:
- Você está vendo aquela mulher lá no balcão, tomando whisky sozinha ? Pois eu me separei dela faz sete anos! Depois disso ela nunca mais paroude beber.
A mulher responde:
- Não diga bobagens. Ninguém consegue comemorar durante tanto tempo assim.
Quando a gente quer fazer graça, mente às vezes um pouco. Não fui lá muito honesto ao lhes falar dos acendedores de lampiões. Corro o risco de dar, àqueles que não conhecem o nosso planeta, uma falsa idéia dele. Os homens ocupam, na verdade, muito pouco lugar na superfície da Terra. Se os dois bilhões de habitantes que povoam a Terra se mantivessem de pé, colados um ao outro, como para um comício, acomodar-se-iam facilmente numa praça pública de vinte milhas de comprimento por vinte de largura. Poder-se-ia ajuntar a humanidade toda na menor das ilhas do Pacífico.
As pessoas grandes não acreditarão, é claro. Elas julgam ocupar muito espaço. Imaginam-se tão importantes como os baobás. Digam-lhes pois que façam o cálculo. Elas adoram os números; ficarão contentes com isso. Mas vocês não percam tempo com esse problema de aritmética. É inútil. Vocês acreditam em mim.
O principezinho, uma vez na Terra, ficou, pois, muito surpreso de não ver ninguém. Já receara ter se enganado de planeta, quando um anel cor de lua remexeu na areia.
- Boa noite, disse o principezinho, inteiramente ao acaso.
- Boa noite, disse a serpente.
- Em que planeta me encontro? perguntou o principezinho.
- Na Terra, na África, respondeu a serpente.
- Ah!… E não há ninguém na Terra?
- Aqui é o deserto. Não há ninguém nos desertos. A Terra é grande, disse a serpente.
O principezinho sentou-se numa pedra e ergueu os olhos para o céu:
- As estrelas são todas iluminadas… Não será para que cada um possa um dia encontrar a sua? Olha o meu planeta: está justamente em cima de nós… Mas como está longe!
- Teu planeta é belo, disse a serpente. Que vens fazer aqui?
- Tive dificuldades com uma flor, disse o príncipe.
- Ah! exclamou a serpente.
E se calaram.
- Onde estão os homens? repetiu enfim o principezinho. A gente está um pouco só no deserto.
- Entre os homens também, disse a serpente.
O principezinho olhou-a longamente.
- Tu és um bichinho engraçado, disse ele, fino como um dedo…
- Mas sou mais poderosa do que o dedo de um rei, disse a serpente.
O principezinho sorriu.
- Tu não és tão poderosa assim… não tens sequer umas patas… não podes sequer viajar…
- Eu posso levar-te mais longe que um navio, disse a serpente.
Ela enrolou-se na perninha do príncipe, como um bracelete de ouro:
- Aquele que eu toco, eu o devolvo à terra de onde veio, continuou a serpente. Mas tu és puro. Tu vens de uma estrela…
O principezinho não respondeu.
- Tenho pena de ti, tão fraco, nessa Terra de granito. Posso ajudar-te um dia, se tiveres muita saudade do teu planeta. Posso…
- Oh! Eu compreendi muito bem, disse o principezinho. Mas por que falas sempre por enigmas?
- Eu os resolvo todos, disse a serpente.
E calaram-se os dois.
::: Continua ————–
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Um atalho é sempre a distância mais longa entre dois pontos.
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A beleza está à flor da pele, mas a feiúra vai até o osso!
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Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto a explicação do manual.
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Tudo leva mais tempo do que todo o tempo que você tem disponível.
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Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.
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As peças que exigem maior manutenção ficarão no local mais inacessível do aparelho.
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Nada jamais é executado dentro do prazo ou do orçamento.
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Se o curso que você desejava fazer só tem n vagas, pode ter certeza de que você será o candidato n + 1 a tentar se matricular.
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Oitenta por cento do exame final da sua prova da faculdade será baseada na única aula que você perdeu, baseada no único livro que você não leu.
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A fila do lado sempre anda mais rápido, até o momento em que você se mudar para ela. Então, a fila em que você estava vai andar mais rápido.
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Toda partícula que voa sempre encontra um olho.
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Um morro nunca desce.
A fabricante européia de carros PSA Peugeot Citroen concordou com uma das maiores implantações de software open-source Linux em desktops do continente.
Como parte de um contrato de vários anos com a Novell, a companhia francesa irá instalar Suse Linux Enterprise Desktop em até 20.000 computadores, além de 2.500 servidores, anunciou a Novell.
Fonte: Noticias Linux
Após um tempo sem postar nada (muitos trabalhos, graças a Deus) aí vai mais uma logomarca criada pela Triade-SP. Desta vez para a Prime RH.
O sétimo planeta foi pois a Terra.
A Terra não é um planeta qualquer! Contam-se lá cento e onze reis (não esquecendo, é claro, os reis negros), sete mil geógrafos, novecentos mil negociantes, sete milhões e meio de beberrões, trezentos e onze milhões de vaidosos - isto é, cerca de dois bilhões de pessoas grandes.
Para dar-lhes uma idéia das dimensões da Terra, eu lhes direi que, antes da invenção da eletricidade, era necessário manter, para o conjunto dos seis continentes, um verdadeiro exército de quatrocentos e sessenta e dois mil, quinhentos e onze acendedores de lampiões.
Isto fazia, visto um pouco de longe, um magnífico efeito. Os movimentos desse exército eram ritmados como os de um balé de ópera. Primeiro vinha a vez dos acendedores de lampiões da Nova Zelândia e da Austrália. Esses, em seguida, acesos os lampiões, iam dormir. Entrava por sua vez a dança dos acendedores de lampiões da China e da Sibéria. E também desapareciam nos bastidores. Vinha a vez dos acendedores de lampiões da Rússia e das Índias. Depois os da África e da Europa. Depois os da América do Sul. Os da América do Norte. E jamais se enganavam na ordem de entrada, quando apareciam em cena. Era um espetáculo grandioso.
Apenas dois, o acendedor do único lampião do Pólo Norte e o seu colega do único lampião do Pólo Sul, levavam vida ociosa e descuidada: trabalhavam duas vezes por ano.










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