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Sagitário (22/11 – 21/12):
1. Frase: “Já te disse 1.000.000 de vezes que NUNCA EXAGERO!”
2. O que o sagitariano espera de seu parceiro:
Busca partilhar seu idealismo e seu senso de justiça com o outro. A relação tem que incluir espírito de aventura, gostar de viajar, estudar, aprender. O parceiro tem que saber compreender sua necessidade de liberdade, de fugir da rotina e sua aguda franqueza.
3. O que o sagitariano diz depois do sexo: “Não me ligue – Eu ligo pra você”
4. Como irritar um sagitariano:
Dê a eles bastantes responsabilidades. Coloque realismo na sua filosofia. Nunca ria das piadas deles. Não tope nenhuma aventura ou quebra de rotina e esteja sempre de mau-humor.
5. Como o sagitariano reza antes de dormir:
“OH ONIPOTENTE, ONISCIENTE, TODO AMOROSO, TODO PODEROSO, ONIPRESENTE, ETERNO DEUS, SE EU LHE PEÇO UMA VEZ, ESTOU PEDINDO CENTENAS DE VEZES, AJUDE-ME A PARAR DE EXAGERAR!”
6. Por que o sagitariano atravessou a rua?
Porque a idéia pareceu maneira e deu vontade.
7. Você foi assaltado e o sagitariano….
“Vamos dar queixa na policia!”
8. Adesivo para o vidro do carro do sagitariano:
“Não tenho tudo que amo, mas também nada que me ama me tem”
9. Quantos sagitarianos são necessários para trocar uma lâmpada?
O sol está brilhando, está cedo, nós temos a vida inteira pela frente, e você está preocupado em trocar uma lâmpada estúpida?
Creio que ele aproveitou, para evadir-se, pássaros selvagens que imigravam. Na manhã da partida, pôs o planeta em ordem. Revolveu cuidadosamente seus dois vulcões em atividade. Pois possuía dois vulcões. E era muito cômodo para esquentar o almoço. Possuía também um vulcão extinto. Mas, como ele dizia: “Quem é que pode garantir?”, revolveu também o extinto. Se eles são bem revolvidos, os vulcões queimam lentamente, regularmente, sem erupções. As erupções vulcânicas são como fagulhas de lareira. Na terra, nós somos muito pequenos para revolver os vulcões. Por isso é que nos causam tanto dano.
O principezinho arrancou também, não sem um pouco de melancolia, os últimos rebentos de baobá. Ele julgava nunca mais voltar. Mas todos esses trabalhos familiares lhe pareceram, aquela manhã, extremamente doces. E, quando regou pela última vez a flor, e se dispunha a colocá-la sob a redoma, percebeu que estava com vontade de chorar.
- Adeus, disse ele à flor.
Mas a flor não respondeu.
- Adeus, repetiu ele.
A flor tossiu. Mas não era por causa do resfriado.
- Eu fui uma tola, disse por fim. Peço-te perdão. Trata de ser feliz.
A ausência de censuras o surpreendeu. Ficou parado, inteiramente sem jeito, com a redoma no ar. Não podia compreender essa calma doçura.
- É claro que eu te amo, disse-lhe a flor. Foi por minha culpa que não soubeste de nada. Isso não tem importância. Foste tão tolo quanto eu. Trata de ser feliz… Mas pode deixar em paz a redoma. Não preciso mais dela.
- Mas o vento…
- Não estou assim tão resfriada… O ar fresco da noite me fará bem. Eu sou uma flor.
- Mas os bichos…
- É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Dizem que são tão belas! Do contrário, quem virá visitar-me? Tu estarás longe… Quanto aos bichos grandes, não tenho medo deles. Eu tenho as minhas garras.
E ela mostrava ingenuamente seus quatro espinhos. Em seguida acrescentou:
- Não demores assim, que é exasperante. Tu decidiste partir. Vai-te embora!
Pois ela não queria que ele a visse chorar. Era uma flor muito orgulhosa…

::: Continua ———-
Primeiro era vertigem
Como em qualquer paixão
Era só fechar os olhos
E deixar o corpo ir
No ritmo
Depois era um vício
Uma intoxicação
Me corroendo as veias
Me arrasando pelo chão
Mas sempre tinha
A cama pronta
E rango no fogão
Luz acesa
Me espera no portão
Pra você ver
Que eu tô voltando pra casa
Me vê
Que eu tô voltando pra casa
Outra vez
Às vezes é tormenta
Fosse uma navegação
Pode ser que o barco vire
Também pode ser que não
Já dei meia volta ao mundo
Levitando de tesão
Tanto gozo e sussurro
Já impressos no colchão
Pois sempre tem
A cama pronta
E rango no fogão
Luz acesa
Me espera no portão
Pra você ver
Que eu tô voltando pra casa
Me vê
Primeiro era vertigem
Como em qualquer paixão
Logo mais era um vício
Me arrasando pelo chão
Pode ser que o barco vire
Também pode ser que não
Já dei meia volta ao mundo
Levitando de tesão
Pois sempre tem
A cama pronta
E rango no fogão
Luz acesa
Me espera no portão
Pra você ver
Que eu tô voltando pra casa
Me vê
Que eu tô voltando pra casa outra vez












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