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Meninas de todo o Brasil, tenho um conselho valioso para dar aqui: Se você acabou de conhecer um rapaz, ficou com ele algumas vezes e já está começando a imaginar o dia do seu casamento e o nome dos seus filhos, pare agora e me escute!
    Na próxima vez que encontrá-lo, tente (disfarçadamente) descobrir como é sua barriga. Se for musculosa, torneada, estilo “tanquinho”, fuja!
    Comece a correr agora e só pare quando estiver a uma distância segura. É  fria, vai por mim. 
    Homem bom de verdade, precisa, obrigatoriamente ostentar uma barriguinha de chopp. Se não, não presta. Estou me referindo àqueles que, por não colocarem a beleza física acima de tudo (como fazem os malditos metrossexuais), acabaram cultivando uma pancinha adorável.
    Esses, sim, são pra manter por perto. E eu digo por que: -Você nunca verá um homem barrigudinho tirando a camisa dentro de uma boate e dançando como um idiota, em cima do balcão. Se fizer isso, é pra fazer graça pra turma - e provavelmente será engraçado, mesmo. 
    Já os “tanquinhos” farão isso esperando que todas as mulheres do recinto caiam de amores - e eu tenho dó das que caem.
    Quando sentam em um boteco, numa tarde de calor, adivinha o que os pançudos pedem pra beber? Cerveja! Ou Coca-cola, tudo bem também. 
    Mas você nunca os verá pedindo um suco ou, pior ainda, um copo com gelo, pra beber a mistura patética de vodka com “clight” que trouxe de casa.
    E você não será informada sobre quantas calorias tem no seu copo de cerveja, porque eles não sabem e nem se importam com essa informação. 
    E no quesito comida, os homens com barriguinha também não deixam a desejar. Você nunca irá ouvir um “ah, amor”, Quarteirão é gostoso, mas você podia provar uma “McSalad com água de coco”…
    Nunca! Esses homens entendem que, se eles não estão em forma perfeita o tempo todo, você também não precisa  estar.
    Mais uma vez, repito: não é pra chegar ao exagero total e mamar leite condensado na lata todo dia. Mas uma gordurinha aqui e ali não matará um relacionamento.
    Se ele souber cozinhar, então, bingo !…  Encontrou a sorte grande, amiga. Ele vai fazer pra você todas as delícias que sabe, e nunca torcerá o nariz quando você repetir o prato. Pelo contrário, ficará feliz. 
    Outra coisa fundamental: homens barrigudinhos são confortáveis: Experimente pegar a tábua de passar roupas e deitar em cima dela. Pois essa é a sensação de se deitar no peito de um musculoso besta. Terrível !  Gostoso mesmo é se encaixar no ombro de um fofinho, isso que é conforto. 
    E na hora de dormir de conchinha, então? Parece que a barriga se encaixa perfeitamente na nossa coluna lombar, e fica sensacional.
    Homens com barriga não são metidos, nem prepotentes, nem donos do mundo. Eles sabem conquistar as mulheres por maneiras que excedem a barreira do físico. E eles aprenderam a conversar, a ser bem humorados, a usar o olhar e o sorriso pra conquistar. É por isso que eu digo que homens com barriguinha sabem fazer uma mulher feliz. 
 
CARLA MOURA
PSICÓLOGA
Especialista em Sexologia e Terapia de Casais.

De política e futebol todo mundo entende e discute com autoridade. Ou pelo menos entendia. É que agora, com o advento da Internet, o cidadão médio acaba de acrescentar mais uma especialidade em seu rol de conhecimentos: hoje qualquer um consegue fazer uma homepage… Ou tem um sobrinho que faz.

Sem duvidar da competência dos sobrinhos - eu mesmo sou sobrinho de alguém - seria sensato analisar o que está em jogo quando uma empresa entrega a alguém a responsabilidade de criar sua homepage. A rigor, uma homepage é a página principal de um website que, por sua vez, normalmente vem recheado de webpages. E é inegável que hoje existem dezenas de excelentes programas, alguns deles freeware, que permitem a qualquer criança criar e manter um site na Web. Do mesmo modo há dezenas de bons softwares que permitem a qualquer um criar um catálogo de seus produtos ou uma propaganda para publicar em uma revista.

Normalmente a preocupação com a qualidade do site é menor por ser menor também o custo da veiculação. Investe-se pouco na criação do site para depois abandoná-lo em algum beco virtual da Web. Mas a mesma empresa que trata com leviandade sua presença na Internet jamais entregaria para um sobrinho qualquer a responsabilidade de criar suas propagandas e catálogos impressos. A razão é simples: os custos gráficos e de veiculação em jornais e revistas são elevados demais para deixar o trabalho nas mãos de um aprendiz. A mesma facilidade para criar webpages existe também para a criação de anúncios e catálogos, porém neste caso a maioria das empresas já entendeu que não basta ter à mão centenas de fontes e alguns CDs de imagens. É fácil identificar o trabalho de um amador em editoração eletrônica. Normalmente ele usa todos os tipos de letra que encontra no Windows e aquilo que deveria ser uma
propaganda acaba ficando mais parecido com um bilhete de seqüestrador.

Insisto neste ponto. Você que gasta uma fortuna com profissionais de marketing, agências de publicidade e gráficas para produzir seus catálogos iria deixar sua vitrine na Web nas mãos de um amador? Já sei a resposta. Não, você não iria querer queimar a imagem de sua empresa diante de milhares de pessoas e empresas com um site feito por qualquer um. Aliás é bem provável que isto não acontecesse mesmo - não haveria milhares de pessoas visitando seu site - já que existem técnicas de visibilidade na Web que um iniciante não iria saber aplicar. E seu site, como acontece com os problemas familiares, acabaria sendo conhecido apenas dos parentes mais íntimos. Incluindo seu sobrinho.

É comum o caso de empresas que querem fincar bandeira na Web mas começam a explicar o que desejam nestes termos:

“Só quero uma homepage com a foto da empresa, algo que não seja muito caro…” Essas empresas não conseguem enxergar sua presença na Web como uma filial aberta 24 horas por dia, sete dias por semana, sempre pronta para receber clientes em potencial vindos de qualquer parte do planeta. Se entendessem o potencial da Internet não iriam querer oferecer aos clientes uma filial do tipo “mesa-cadeira-telefone”. Iriam querer criar um site atraente, voltado para o cliente, repleto de informações úteis. As possibilidades são ilimitadas. Manuais e catálogos online, listas de representantes, formulários de resposta, mapas de localização das filiais e o que mais a imaginação puder alcançar.

Mais que um cartão de visitas, seu site pode ser tornar uma extensão de sua empresa que chegue até clientes, representantes e fornecedores. No primeiro caso, sua empresa pode anunciar e vender seus produtos online mesmo quando todos os seus vendedores estão dormindo. Seus representantes podem dispor de sistemas que lhes permitam colocar os pedidos de modo a desencadear automaticamente seu processo produtivo, sem passar pela digitação de fax ilegíveis, quase sempre acompanhados de interurbanos do tipo “Recebeu? Pode repetir as quantidades para eu conferir?”. Seus representantes, ao se identificarem por usernames e senhas, podem ser atendidos com páginas personalizadas no idioma adequado e com os preços e condições válidos para sua área de atuação. E depois de feito o pedido, podem fazer um follow up do estágio de atendimento em que se encontra, conferir a nota fiscal, receber informações relativas ao frete e muitas outras coisas. Seus fornecedores? Você pode disponibilizar para eles informações de estoque e suas necessidades imediatas de compra, reduzindo o tempo de consulta e efetivação dos pedidos, o que leva à redução dos níveis de estoque e - palavra doce essa - redução de seus custos. Muitos empresários ficariam surpresos se pudessem conhecer o que é possível fazer hoje por meio de um site na Web.

Seu sobrinho seria capaz de fazer tudo isso? É provável que não, pois sistemas assim exigem um trabalho de equipe envolvendo profissionais de diversas áreas, desde projeto e desenvolvimento até o domínio de tecnologias de rede, bancos de dados e servidores seguros. Além disso é preciso o know-how e a infra-estrutura adequada para implementar e manter tudo isso em um ambiente Web. O fato do portal de seu site receber o nome de homepage não significa que possa ser “homemade”. Isso dá certo quando o assunto é pão ou geléia, não quando o que está em jogo é a imagem de seu negócio.

Para ter uma idéia da diferença entre o que pode ser feito em casa e o que é um trabalho profissional, pense na evolução do serviço bancário. No início da automatização dos bancos tudo o que você podia fazer era consultar seu saldo por telefone e escutar a resposta de uma mulher que parecia presa dentro de uma lata soletrando o valor aos trancos. Faça um paralelo disso com as simples homepages que fizeram seu debut na Web há alguns anos e que conseguiam, no máximo, ser um cartão de visitas virtual. Hoje você pode ir a um caixa eletrônico e terà disposição quase todos os serviços que encontraria em uma agência, desde a simples consulta a saldos, até pagamentos de contas, saques e impressão de talões de cheques. E os bancos estão investindo pesado na Web, transferindo seus serviços para o mundo virtual. Mas esteja certo de que não são os sobrinhos dos banqueiros que estão criando todas aquelas funcionalidades na tela de seu micro. Os bancos sabem que o futuro dos negócios está na Internet. E, como diria meu sobrinho, se você vir um banqueiro pulando pela janela do prédio, pule atrás porque é um bom negócio.

fonte: http://www.igpromo.com.br
autor: Mario Persona

Um erro, ter te conhecido

“Eu não posso continuar.
O arrependimento me consome, a razão é meu carrasco julgando-me sem saber o certo e errado apenas vendo o crime que cometi a mim mesmo.
Arruinei tudo, você se foi e não ira voltar mais, sei que não importa se eu tentar ver você denovo não vou me jogar aos seus pés pois não tenho mais perdão pelo que fiz.
Talvez nos nunca devíamos ter nos conhecido ou encotrado um ao outro todo momento feliz que passei com você me rasga a alma como se fosse um lençol velho e pensar que eu mesmo rasguei como um suicídio sentimental.
Prefiro nunca mais pensar nisso porque essa ferida nunca vai cicatrizar e se eu vou morrer por causa dela não saberei mas você talvez me esqueça como deve ter esquecido outro qualquer, tive mais do que nunca tive e você me tratou como se fosse um qualquer porque é isso que todos homens são a você, simplesmente alguém.”

Musicas - Last.FM

 

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