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Recebi por mail.. achei interessante postar aqui.. serve de alerta, até mesmo para casos de perda do celular..

“Se todo mundo tivesse anotado o número de série do celular, em caso de roubo, poderiamos manda bloquear o celular. Quem sabe um dia os safados furtariam menos já q saberiam q a qualquer momento o celular deixará de funcionar. Siga os passos abaixo e anote o seu numero de série, depois desligue e ligue novamento q o celular voltará ao normal.
 
Se você é daqueles que não guardam números na memória - muito menos de celulares - disque *#06# (asterisco, jogo da velha, os números zero e seis e de novo jogo da velha). Ao entrar o último caracter, surgirão na tela do aparelho quinze números que correspondem ao número de série do seu celular. 

Anote este número e guarde. Caso seu celular seja roubado, ligue para a sua operadora e informe a seqüência de números, solicitando o bloqueio total do aparelho. 

Dessa forma, quem estiver de posse do seu aparelho terá a ingrata surpresa de observar que o celular deixará de operar. Logo, será um instrumento sem a menor utilidade.”

Para compensar a falta de arquivo no dia de ontem, até mesmo porque não havia nada para ser colocado, estarei colocando algumas poesias que sairam em meu antigo blog nesta data, a 7 anos atrás..  Segue então um pequeno fragmento de uma poesia inacabada, e logo depois, um texto completo, de minha autoria..

Raios e Trovoadas
Caem dentro de minha alma
Faz com que o frio aumente
Interfere em minha vida
Não compreendo o sentdo de nada
A tempestade invade meu corpo
Fecha meus olhos infantis
E mata a inocencia
Que ainda existe
Dentro de mim

“Se a criança morre, os sonhos e as ilusões terminam”


Palavras ditas ao sabor do vento,
Talvez confissões em segredo,
Atitudes em nome do desespero,
Atos que se entregam, por si só,
Palavras que não deveriam ser ditas
E ainda querem que eu acredite
Que as nuvens não são de algodão
Conselhos em uma mente confusa
Medo de não saber o que fazer
Atos de imensa loucura
Apenas por uma noite de prazer
Um copo de vinho a mais
Um cigarro para acalmar a tosse
A verdade por trás de palavras insanas
Acusações vindas de mentes vizinhas
Que de nada sabem, nada dizem,
Atormentam minha noite, em tempo real,
Fazem de minha pequena felicidade
Um inferno mental
Talvez tenha sido, uma válvula de escape,
Para as pessoas que não entendem a verdade
Pensando talvez, em somente ajudar
A mente condenada de alguém que se gosta
Mas que com palavras tolas e insensatas
Envolvendo pessoas que nada sabem
Em segredos que nada valem
Tudo em troca de uma simples noite animada
Sonhos que se misturam com a realidade
Que ainda não sabem o limite da vida
Mas quem é que sabe?
Qual a tênue linha, que separa,
Traição de cooperação?
Quem precisa deste tipo de ajuda?
Quem deseja ter seus medos e anseios revelados?
Quem tolera a ajuda de alguém
Que nada sabe do nada
Confidências mal feitas?
Quem sabe?
Talvez um dia, encontremos a resposta,
Mas até este dia,
Ninguém sabe…

Uma Linda História de Amor

John Blanchard levantou do banco, endireitando a jaqueta de seu uniforme e observou as pessoas fazendo seu caminho através da Grand Central Station. Ele procurou pela garota cujo coração ele conhecia mas o rosto não; a garota com a rosa. Seu interesse por ela havia começado trinta meses antes, numa livraria da Flórida.
Tirando um livro da prateleira, ele se pegou intrigado, não com as palavras do livro, mas com as notas feitas a lápis nas margens. A escrita suave refletia uma alma profunda e uma mente cheia de brilho. Na frente do livro, ele descobriu o nome do primeiro proprietário: Srta. Hollis Maynell.
Com tempo e esforço ele localizou seu endereço. Ela vivia em New York City. Ele escreveu a ela uma carta, apresentando-se e convidando-a a corresponder-se com ele. Na semana seguinte ele embarcou num navio para servir na II Guerra Mundial.
Durante o ano seguinte, mês a mês eles desenvolveram o conhecimento um do outro através de suas cartas. Cada carta era uma semente caindo num coração fértil. Um romance de companheirismo.
Blanchard pediu uma fotografia, mas ela recusou. Ela queria que ele realmente se importasse com ela, não importando como ela era, ou sua aparência.
Quando finalmente chegou o dia em que ele retornou da Europa, eles marcaram seu primeiro encontro - 7:00 da noite na Grand Central Station em New York.
“Você me reconhecerá”, ela escreveu, “pela rosa vermelha que estarei usando na lapela”.
Então, às 7:00 ele estava na estação, procurando por uma garota cujo coração ele amava, mas cuja face ele nunca havia visto. Vou deixar o Sr.Blanchard dizer-lhe o que aconteceu:
“Uma jovem aproximou-se de mim. Sua figura era alta e magra. Seus cabelos loiros caíam delicadamente sobre os seus ombros, seus olhos eram verdes como água. Sua boca era pequena e seus lábios carnudos, e seu queixo tinha uma firmeza delicada. Seu traje verde pálido era como se a primavera tivesse chegado.
Eu me dirigi a ela, inteiramente esquecido de perceber que ela não estava usando uma rosa. Como eu me movi em sua direção, um pequeno, provocativo sorriso, curvou seus lábios. “Indo para o mesmo lugar que eu marinheiro?”, ela murmurou.
Quase incontrolavelmente dei um passo pra junto dela, e então eu vi Hollis Maynell. Ela estava parada quase que exatamente atrás da garota. Uma mulher já passada dos 50 anos, ela tinha seus cabelos grisalhos enrolados num coque sobre um chapéu gasto.
Ela era mais que gorducha, seus pés compactos confiavam em sapatos de saltos baixos. A garota de verde seguiu seu caminho rapidamente. Eu me senti como se tivesse sido dividido em dois, tão forte era meu desejo de segui-la e tão profunda era o desejo por aquela mulher cujo espírito verdadeiramente me acompanhara e me sustentara através de todos as minhas atribulações.
E então ela parou. Sua face pálida e gorducha era delicada e sensível, seus olhos cinzas tinham um calor e simpatia cintilantes. Eu não hesitei. Meus dedos seguraram a pequena e gasta capa de couro azul do livro que a identificou para mim. Isto podia não ser amor, mas poderia ser algo precioso, talvez mais que amor, uma amizade pela qual eu seria para sempre cheio de gratidão.
Eu inclinei meus ombros, cumprimentei-a mostrando o livro para ela, ainda pensando, enquanto falava, na amargura do meu desapontamento. “Sou o Tenente John Blanchard, e você deve ser a Srta. Maynell. Estou muito feliz que tenha podido me encontrar, Posso lhe oferecer um jantar?”
O rosto da mulher abriu-se num tolerante sorriso. “Eu não sei o que está acontecendo”, ela respondeu, “aquela jovem de vestido verde que acabou de passar me pediu para colocar esta rosa no casaco. E ela disse que se você me convidasse pra jantar, eu deveria lhe dizer que ela está esperando por você no restaurante de esquina. E ela disse que isso era um tipo de “TESTE”!
Não parece difícil, pra mim, compreender e admirar a sabedoria da Srta. Maynell.
A verdadeira natureza do coração de uma pessoa é vista na maneira como ela responde ao que não é atraente!!

Musicas - Last.FM

 

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