Vou começar hoje, a fazer uma série de materias relacionadas as profissões que estão no mercado atualmente, abrindo suas portas e gerando uma maior oportunidade de emprego.

Escolher bem uma profissão, é escolher o seu futuro profissional, escolher algo com o qual você terá que lidar diariamente, e será a forma de você conseguir seu sustento e sua manutenção. Por este motivo, devemos sempre escolher com calma e cuidado. Buscando no Oráculo, encontrei alguns pontos interessantes a serem analisado,no momento da escolha de uma profissão, vamos analisar cada um deles:

(Extraido do site Vestibular)

A Indecisão

É uma decisão difícil porque ela vai definir o seu futuro profissional. Dentre os dilemas vivenciados por uma grande parcela dos jovens no Brasil encontra-se em primeiro lugar o momento da escolha da profissão. Questionados sobre o curso escolhido para o vestibular, a carreira que querem seguir, os planos para o futuro, de pronto, muitos jovens não têm as respostas. E a dúvida, geralmente é a mesma: a escolha tem que ser feita pela vocação ou pensando na carreira que tem mais espaço no mercado de trabalho? Às vezes beira a completa indecisão.

Quase dois milhões de estudantes tentarão uma carreira universitária neste ano. As possibilidades são muitas. Em todo o Brasil são mais de 1,6 mil instituições de ensino superior particulares e públicas. A grande variedade de cursos acaba por gerar no aluno mais indecisão porque o leque de possibilidades aumenta consideravelmente. Só na Universidade de São Paulo, por exemplo, há 150 opções de curso.

A Escolha

No Brasil, cerca de 20% dos universitários desistem nos primeiros anos do curso e isso se deve, em grande parte, pelo fato de não se identificarem com opção que fizeram ou pela falta de informações sobre os cursos, profissões, etc. Assim, pense bastante antes de escolher algo, para diminuir a possibilidade de uma escolha não acertada. Portanto, relaxe para tomar uma decisão que seja pensada com calma.

O número de vestibulandos de retorno é assustador. As salas dos cursinhos estão cheias de alunos que já experimentaram o gostinho de passar no vestibular, mas desistiram do curso. Tudo porque não gostaram da carreira escolhida. O que mais se escuta é: “; Não consigo me enxergar em nenhuma profissão”.; “Eu passei e não fiz porque não tenho certeza.”; “Não era o que eu queria!”; “Acreditava que era diferente e quando estava no final do primeiro ano, ví que não era bem isso que seria bom para mim.”

De acordo com a nossa constituição pessoal, com o nosso modo natural de ser, acha-se o nosso modo de fazer, nosso estilo de vida e, conseqüentemente, nossa espontaneidade para determinados tipos de atividades e nossa aversão instintiva por outros. Além disso, do que adianta optar por algo sem refletir e depois descobrir que faltaram informações para tomar uma decisão mais acertada?Saiba que será uma escolha sua e que envolve um ato de coragem além de ser uma oportunidade de poder batalhar por aquilo almeja.

Procure refletir sobre seu projeto de vida, o que o leva a escolher determinado curso. Pense no que você quer para seu futuro e o que fazer para alcançá-lo. A escolha de um curso envolve uma série de fatores como o reconhecimento da sociedade, status, possível retorno financeiro, etc. Mas, também tem outro lado, ter que colecionar empregos, dificuldades do curso, do vestibular e etc. Saiba que se identificar com a profissão e querer ser é uma coisa, no entanto escolher um curso sem saber sobre a prática do profissional é outra coisa.

Pressão

São vários os determinantes em uma escolha: mercado de trabalho, status profissional, possibilidade de cursar uma faculdade fora de casa, influência dos pais, entre muitos outros, ainda mais em se tratando de uma escolha tão difícil quanto à escolha da profissão. As questões do sonho e da remuneração financeiras são pontos de extrema importância que devem ser considerados em um momento de escolha. Considere o que é mais importante para você.

Essa pressão para escolher uma profissão, somada a questão do vestibular, em que a maioria dos jovens precisa estudar horas e horas por dia e fazer cursos preparatórios para conseguirem uma vaga na universidade, gerando stress, ansiedade e insegurança ao jovem, principalmente quando existe uma pressão feita pelos pais. Os pais têm grandes expectativas em relação ao futuro profissional dos filhos, por isso muitas vezes acabam influenciando direta ou indiretamente na escolha dos mesmos.

O que mais divide os jovens costuma ser a pressão dos pais, as chances de conseguir emprego após o curso, a remuneração e até a imagem criada pela mídia sobre certas profissões. Diante desse quadro, observam-se escolhas que são feitas sem nenhuma reflexão e informação, o que resulta em muitos profissionais insatisfeitos e no abandonos de muitos cursos.  Para alguns especialistas o que vale mesmo é a afinidade com a carreira escolhida, devendo prevalecer a vocação.

Lembre-se, quem está escolhendo a profissão é você, quem vai cursar uma faculdade, fazer as provas e depois exercer a profissão será você e não os seus pais, seus professores ou amigos. Os pais, como sempre,  querem ajudar os filhos, incentivando-os a escolher uma carreira que os fará felizes e realizados profissionalmente. No entanto, é você quem melhor sabe sobre seus interesses e habilidades. Por isso é você que tem as condições essenciais para escolher entre esta ou aquela profissão, procurando o máximo de informações possíveis sobre o que mais lhe agrada.

Para ser feliz na carreira e na vida, profissionais de sucesso dizem que é preciso ir além da pressão do vestibular. Escolher o que se gosta e valorizar o ato de estudar.

Influências

Às vezes um professor de uma determinada disciplina é muito bom e nos deixa empolgados quanto a uma disciplina ou profissão, mas isso não quer dizer que pelo fato de estar gostando da aula dele e da disciplina, você deva escolher uma profissão relacionada ao que é ministrado na sala de aula. O contrário também acontece, às vezes não gostamos de uma disciplina devido ao professor que a ensina e nem por isso temos que odiar a matéria e os cursos que são centrados nela. Procure sempre tentar entender o que está acontecendo com você em relação a isso.

Alguns jovens se deixam influenciar pela concorrência nos cursos. Isso causa um desconforto na hora da escolha pelo simples fato de poder representar um fracasso inicial. Por exemplo, o curso de Medicina é muito concorrido. Mas não pense que é difícil só para você, se você perguntar para os alunos de Medicina de universidades pública, a maioria fez pelo menos dois anos de cursinho. Assim, seria interessante se você conversasse com um médico ou coordenador dessa área para que você tenha uma idéia das disciplinas de um curso de Medicina. No entanto, uma coisa é certa, em um curso de Medicina praticamente tudo está relacionado à Biologia. Se você percebe que não gosta de estudar essa disciplina, fica difícil você gostar de um curso em que o estudo de Biologia é central. Por isso, seria interessante você pensar sobre isso na carreira pela qual deseja disputar uma vaga, seja qual for o curso.

Você pode se perguntar, o que mais te agrada em estudar será também o que te deixará gratificado e honrado no exercício de uma profissão, no momento de lidar com o escolhido no dia-a-dia? Tais perguntas são bem interessantes, mas um pouco difíceis para serem respondidas. Difíceis, por se tratar de algo pessoal. O que é bom para alguns pode não representar o mesmo para outras pessoas.

A remuneração é um fator de extrema consideração, porém não é o único determinante. Escolher uma profissão apenas por dinheiro pode ser perigoso, na medida em que você deverá ser um profissional que trabalhará possivelmente oito horas por dia e durante um bom tempo de sua vida. Por isso, fazer algo que não lhe é agradável pode implicar em pelo menos duas coisas: ser infeliz naquilo que está fazendo e não ter satisfação naquilo que está fazendo. Além disso, como fazer bem aquilo que não se gosta, como ser um bom profissional se não houver prazer em exercer a profissão que foi escolhida?

Vocação

Cada um de nós tem não só o direito, mas o dever de tornar nossas vidas proveitosas, úteis e benéficas, escrevendo nosso destino e fixando nosso alvo de atuação. Este alvo não pode ser distante de nossas possibilidades. A raiz da palavra vocação é “vox”, isto é, voz. Essa voz nos chama, porem de maneira tão suave, com uma intensidade tão leve que podemos deixar de ouvi-la, imersos em encantos exteriores. Os encantos exteriores podem ser o interesse e a conveniência.

A vocação forma um processo de escolha, não se dá de hora para outra, ela vai se formando conforme vamos nos relacionando com nosso meio, ou seja, com nossa realidade.

Você pode ter várias carreiras e cursos em mente, e pode ser que se identifique mais com uma do que com outras, mas não necessariamente gostaria de exercer aquela profissão. Isso pode realmente acontecer. Lembre-se, acima de tudo, que você não está escolhendo apenas um curso ou uma faculdade, você está escolhendo um trabalho. Trabalho o qual você estará exercendo a maior parte da vida em atividades prerrogativas a profissão de escolha.

Como sugestão, procure informações sobre as profissões, não fique tão preocupado com as matérias. Não é porque uma pessoa gosta de matemática que isso signifique que ela necessariamente tenha que fazer Engenharia ou cursos na área de exatas. Se você sente uma vocação para determinada área ou está mais voltado para alguns cursos, pesquise intensamente sobre eles.

Mercado de Trabalho

São vários os determinantes que devem ser analisados em qualquer escolha e muito mais ainda na escolha da profissão. Analisar o mercado de trabalho é um determinante como também gostar daquilo que se pretende fazer. Quem deve tomar essa decisão deve ser aquele está passando pelo momento de escolha, não há uma resposta pronta. Há pessoas que se importam muito com a questão financeira e outras que nem tanto.

No entanto, algumas considerações devem ser feitas. Como exercer bem uma profissão e ser um bom profissional, sendo que aquilo que se faz não satisfaz o profissional? Já abordamos o assunto nas influências recebidas para o processo de escolha. Vale a pena fazer algo desagradável, mesmo tendo uma boa remuneração? Segundo, a maioria dos bons profissionais, aqueles que se destacam, que se dedicam e gostam muito do que fazem, conseguem seu espaço no mercado de trabalho.

Outro ponto a ser apontado é quanto à dinâmica do mercado de trabalho: às vezes uma profissão que está em alta no momento pode não estar em alta daqui a 10 anos. O mercado é muito dinâmico, por isso escolher uma profissão pensando somente no mercado pode ser arriscado.

O mercado de trabalho pode estar muito difícil no momento. As oportunidades podem não ser muitas e há muitos profissionais na disputa pelas vagas. No entanto, isso pode não ser um “privilégio” apenas da profissão pesquisada. Diversas profissões e áreas apresentam a mesma dificuldade, até porque devemos ressaltar que o país passa periodicamente por recessão econômica e isso afeta a grande maioria das áreas. 

A busca de informações, mais uma vez, é imprescindível. Converse com profissionais e tenha informações sólidas sobre o mercado nas carreiras desejadas. Há profissionais de uma profissão que tem uma boa remuneração, assim como aqueles que tem dificuldades, e isso acontece em toas as áreas.

Em Breve Voltarei com definições de algumas profissões que estão em alta, e outras profissões que nunca se esgotam…

Estou por ai…
Nunca o mesmo, mas sempre por ai…

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